VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Oração

Senhor, Que hoje o dia seja melhor que ontem e que as nossas realizações sejam como teu desejo e tuas decisões e nunca como a minha escolha nem minhas vaidades. Eu espero que tenha piedade das minhas atitudes que nem sempre são como deveriam ser e que em tuas mãos deixo o merecimento que eu tiver... Que a humildade nunca fuja dos corações e que o amor tenha a plenitude perfeita nos corações dos homens. Senhor, te agradeço pela vida, uma nova vida que me destes e que nem sei se sou tão merecedor desta dádiva e por tanto que realizo dia-a-dia e às vezes nem noto tua doce bondade. Também te agradeço pelos momentos felizes e pelos tristes também, pois na tristeza agente procura mais tua presença... E entender que eu deveria ajudar mais, mesmo com aquele pouquinho que não ofertei quando meu irmão mais necessitava. Sabe Senhor, por fim queria te agradecer pelo amor que tento passar para alguém e senti-los também, vou buscando na justiça e no amor o prazer da vida e por tudo isso vou sempre te agradecendo, te agradecendo, te agradecendo... Amém!



Alguém saberia a diferença

Um pai levava seus dois garotos para jogar minigolfe. Na bilheteria, quis saber o preço.
-Cinco dólares para os adultos, três para maiores de seis anos. Abaixo de seis anos, a entrada é grátis.
– Bem um deles tem três, e o outro sete. Então pago a do mais velho.
-Você é tolo – disse o bilheteiro. – Podia ter economizado três dólares, dizendo que o mais velho tinha menos de seis. Eu nunca saberia a diferença.
-Pode ser. Mas os garotos saberiam. E o mau exemplo ficaria gravado para sempre.


A importância do perdão

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
– Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
– O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
– Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
– Filho como está se sentindo agora?
– Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
– Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:
– Filho, você viu que a camisa quase não se sujou. mas, olhe só para você.
O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações.
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter.
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.


domingo, 22 de novembro de 2015

Vaso quebrado



Era uma vez, num depósito de vasos quebrados… Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais eram respeitados pelos outros. Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio deles, mas, por ser diferente dos demais, ele foi rejeitado. Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito. Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, tentou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo, mas, também foi repelido. Tentou uma 3ª vez… Mas também não adiantou. Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para isso. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho. E foi isso mesmo que ele fez e assim conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados. Mas a felicidade não durou muito porque logo ele começou a se incomodar com outra necessidade: A de ser respeitado pelos demais vasos quebrados. Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó. E assim deixou de ser vaso! É muito comum as pessoas serem influenciadas por outras… Tanto que perdem sua própria identidade. Você mesmo provavelmente tomou alguma decisão influenciado por outras pessoas. E quantas vezes não se arrependeu? Portanto pense… E valorize “o vaso que é”… Seja como for!

Deus tem uma Resposta

Você diz: "Isso é impossível" 
Deus diz: "Tudo é possível" (Lucas 18:27) 

Você diz: "Eu já estou cansado" 
Deus diz: "Eu te darei o repouso" (Mateus 11:28-30) 

Você diz: "Ninguém me ama de verdade" 
Deus diz: "Eu te amo" (João 3:16 & João 13:34) 

Você diz: "Não tenho condições" 
Deus diz: "Minha graça é suficiente" (II. Corintos 12:9) 

Você diz: "Não vejo saída" 
Deus diz: "Eu guiarei teus passos" (Provérbios 3:5-6) 

Você diz: "Eu não posso fazer" 
Deus diz: "Você pode fazer tudo" (Filipenses 4:13) 

Você diz: "Estou angustiado" 
Deus diz: "Eu te livrarei da angustia" (Salmos 90:15) 

Você diz: "Não vale a pena" 
Deus diz: "Tudo vale a pena" (Romanos 8:28) 

Você diz: "Eu não mereço perdão" 
Deus diz: "Eu te perdôo" (I Epistola de São João 1:9 & Romanos 8:1) 

Você diz: "Não vou conseguir" 
Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades" (Filipenses 4:19) 

Você diz: "Estou com medo" 
Deus diz: "Eu não te dei um espírito de medo" (II. Timóteo 1:7) 

Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado" 
Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações" (I Pedro 5:7) 

Você diz: "Eu não tenho talento suficiente" 
Deus diz: "Eu te dou sabedoria" (I Corintos 1:30) 

Você diz: "Não tenho fé" 
Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé" (Romanos 12:3) 

Você diz: "Eu me sinto só e desamparado" 
Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei"


sábado, 21 de novembro de 2015

A primeira rúpia

Nas distantes terras do Paquistão, há muitos anos, vivia um honrado mercador, chamado Krivá, viúvo e que tinha apenas um filho de nome Samuya.

Krivá, um homem trabalhador, gozava de alto prestígio na comunidade, enquanto seu filho, o jovem Samuya, era leviano, preguiçoso e de péssimo comportamento.
Rara era a semana em que este não praticava uma desordem que agitava todo o vilarejo, desgostando o coração de seu bondoso pai.
Um dia, ao cair da tarde, Samuya foi chamado pelo pai para uma conversa.
Deitado no leito, Krivá recebeu o filho e disse-lhe ter pleno conhecimento de seus vícios e equívocos. Afirmou que, por essa razão, decidira deserdá-lo, uma vez que a fortuna que possuía seria, por certo, dilapidada em festas e orgias quando caíssem nas mãos de Samuya.
Diante do espanto que invadiu o filho, Krivá acrescentou que lhe oferecia uma última e única oportunidade para continuar sendo seu herdeiro. Seu filho teria que conseguir, com o seu próprio trabalho, no prazo de três dias, uma rúpia, a moeda corrente.
Se assim agisse, seria o único herdeiro da fortuna de seu pai, mas se falhasse, depois da morte deste, seria atirado à miséria e à indigência. Certo de que seu pai, homem de palavra como era, cumpriria sua promessa, Samuya ficou apreensivo.
Na presença dos amigos equivocados, porém, foi seduzido pela ideia de iludir o pai, uma vez que lhe emprestaram uma rúpia e sugeriram-lhe que mentisse.
No dia seguinte, ao cair da tarde, Samuya apresentou-se diante do pai e entregou-lhe a rúpia que lhe haviam emprestado, dizendo que a ganhara trabalhando.
Após segurá-la por alguns instantes, Krivá disse que aquela moeda não havia sido ganha com o seu trabalho, jogando-a ao fogo.
Esmagado pela verdade, Samuya retirou-se em silêncio.
No dia seguinte, novamente orientado pelos companheiros de vícios, Samuya apresentou-se diante do pai, sujo e mal vestido, fingindo ter trabalhado o dia todo e trazendo nas mãos outra rúpia que lhe havia sido emprestada pelos amigos.
Outra vez Krivá disse que aquela moeda não havia sido fruto do trabalho do filho, atirando-a ao fogo.
Samuya não protestou e, humilhado, retirou-se.
Na manhã seguinte, consciente de que havia errado por duas vezes consecutivas, fugiu da companhia dos amigos e decidiu procurar por trabalho.
Abandonando à costumeira preguiça passou o dia auxiliando todos aqueles que encontrava. Trabalhou no período da manhã na colheita da juta e amassando barro para um oleiro.
À tarde conseguiu trabalhar no mercado, vendendo ervas aromáticas e, depois, junto ao rio, auxiliou no transporte de pessoas, remando por várias horas.
Ao final do dia, quando se apresentou perante o pai, muito cansado, tinha em suas mãos a primeira rúpia que conseguira trabalhando duramente. Mais importante, porém, do que a moeda que trazia nas mãos, era o bem-estar que sentia no íntimo, satisfeito com seu próprio esforço e com a mudança de conduta que percebia em si mesmo.
Ao entregar a moeda ao pai, porém, este disse que ela não era fruto de seu trabalho e ia atirá-la ao fogo, o que gerou um incontido protesto de Samuya.
Krivá, então, sorriu e disse que isso era a prova de que a moeda era fruto do trabalho do rapaz Pois nas outras vezes Samuya nada havia dito e desta vez protestara, porque aprendera que o dinheiro ganho com o trabalho não deve ser atirado, como palha sem valor, ao fogo do desperdício.
Apenas o trabalho honrado abilita o homem.
Somente pelo trabalho o homem pode servir à família, aos
amigos e à sociedade.

FIKA A DIKA- Só Imagine

Você já imaginou se a partir de hoje, tudo que você reclamar seja tirado da sua vida? Só imagine….

Ai, não aguento minha mãe! Pronto, morreu.
Meu cabelo é horrível! Pronto, careca.
Não dá para engolir meu emprego! Ok, desempregado.
Meu marido é uma praga! Tudo bem, viúva agora.
Não suporto mais esse calor! A partir de hoje só neve e chuva.
Minha casa não é boa! Então, viva na rua a partir de agora.
Assustador? Agora olhe ao seu redor… O que te diferencia das demais pessoas? O sol nasce para justos e injustos, o que nos diferencia dos demais, são nossas atitudes frente às diversas situações. Então, dê graças à Deus e seja alegre com o que tem, seja grato de coração.

E o que depender de você para mudar, mude! Quando você muda tudo em sua volta muda.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Não acredito em barbeiro

Um homem foi ao barbeiro.

E enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com ele.
Falava da vida e de Deus.
Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não aguentou e falou:
– Deixa disso, meu caro, Deus não existe!
– Por quê? – Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome!
Olhe em volta e veja quanta tristeza.
É só andar pelas ruas e enxergar!
– Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?
– Sim, claro!
O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço.
Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:
– Sabe de uma coisa?
Não acredito em barbeiros!
– Como? – Não acredito.
Pois se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!
– Ora, eles estão assim porque querem.
Se desejassem mudar, viriam até mim!
Ao que o homem respondeu: – Entendeu agora?

A margarida

“Sou uma margarida num campo de margaridas”, pensava a flor.
“No meio das outras, é impossível notar minha beleza”.
Um anjo escutou o que ela pensava, e comentou:
– Mas você é tão bonita!
– Eu sei, mas quero ser única!
Para não ouvir reclamações, o anjo a transportou até a praça de uma cidade.
Dias depois, o prefeito foi até lá com um jardineiro, para reformar o local.
– Aqui não tem nada que interessa.
Revirem a terra e plantem gerânios.
– Um minuto! – gritou a margarida.
– Assim vocês vão me matar!
O Prefeito então respondeu: – Se existissem outras como você, poderíamos fazer uma bela decoração, respondeu o prefeito.
Mas é impossível encontrar margaridas nas redondezas, e você, sozinha, não faz um jardim.
Logo em seguida arrancou a flor.
*** Às vezes queremos ser exclusivos, únicos e na verdade o conjunto sempre é melhor, afinal quando nos unimos vencemos o nosso próprio egoísmo.

Uma flor rara

Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida estava deficitária em algumas áreas.
Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se problemas, ela deixava de lado o marido…
E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois.
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia um apenas exemplar em todo o mundo.
E disse à ela: – Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina!
Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
Ela chegava em casa, olhava a flor e as flores ainda estavam lá, não mostravam sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas.
Então ela passava direto.
Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto!
Estava completamente morta, caídas e suas folhas amarelas.
A jovem chorou muito, e contou a seu pai o que havia acontecido.
Seu pai então respondeu:
Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa, ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família.
Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem.
Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela.
Cuide das pessoas que você ama!
E você?
Tem cuidado das bênçãos que Deus tem te dado?
Lembre-se sempre da flor, pois como ela são as Bênçãos do Senhor,.
Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar.

Parábola da vaca

Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo.
Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.
Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos.
O sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.
– O senhor vê aquela vaca ? – disse o homem.
Dela tiramos todo o sustento.
Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada.
Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos.
É assim que vivemos.
O sábio agradeceu e partiu com o discípulo.
Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo :
– Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.
o discípulo não acreditou.
– Não posso fazer isso, mestre !
Como pode ser tão ingrato ?
A vaquinha é tudo o que eles têm.
Se a vaca morrer, eles morrem !
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem :
– Vá lá e empurre a vaquinha.
Indignado porém resignado, o discípulo assim fez.
A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso.
Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar.
Queria ajudar a família, pedir desculpas.
Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram.
No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro importando, antena parabólica.
Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão.
O coração do discípulo gelou.
Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora.
Devem estar mendigando na rua, pensou o discípulo.
Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá – Claro que sei.
Você está olhando para ela.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis.
Espantado, dirigiu-se ao homem e disse :
– Mas o que aconteceu ?
Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada.
O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo ?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu :
– Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos o nosso sustento.
Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu.
Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos.
E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.
Moral da história :
Ás vezes é preciso perder para ganhar mais adiante.
É com a adversidade que exercitamos nossa criatividade e criamos soluções para os problemas da vida.
Muitas vezes é preciso sair da acomodação, criar novas ideias e trabalhar com amor e determinação.

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