VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

terça-feira, 23 de junho de 2015

O SÁBIO E O ESCORPIÃO

“Um sábio do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou.
Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O sábio tentou tirá-lo de novo, e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
- Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O sábio respondeu: “A natureza do escorpião é picar e isto não vai mudar a minha, que é ajudar”. Então, com a ajuda de uma folha o sábio tirou o escorpião da água e salvou sua vida.
Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. "Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, sua reputação é o que os outros pensam que você é …”
Este texto mostra que muitas vezes as pessoas nos machucam e nos magoam, mas que nunca devemos mudar quem somos por causa deles. Todos nós possuímos níveis de evolução próprios, uns mais elevados do que outros, e por isso é natural que alguns ajam de maneira mais bruta e primitiva do que outros. Então, nestes casos, devemos manter a nossa maneira de ser, mesmo que isso signifique sofrer. Mas este sofrimento será passageiro. Ou a outra pessoa resolve evoluir, ou os caminhos serão separados de forma simples e natural.
Faça a sua parte e deixe que Deus faça o resto.
fessor Deus."

FOLHA EM BRANCO (autor desconhecido)

Certo dia estava aplicando uma prova e, os alunos, em silêncio, tentavam responder as perguntas com certa ansiedade.
Faltavam uns quinze minutos para o encerramento quando um aluno levantou o braço e dirigindo-se a mim disse:
_ Professor, pode me dar uma folha em branco?
Levei a folha até a sua carteira e perguntei por que queria mais uma folha em branco. Ele respondeu: “Eu tentei responder as questões, rabisquei tudo, fiz uma confusão danada e, por isso, queria começar outra vez”.
Apesar do pouco tempo que faltava confiei no rapaz, dei-lhe a folha em branco e fiquei torcendo por ele. Aquela sua atitude causou-me simpatia.
Hoje, lembrando aquele episódio simples, comecei a pensar quantas pessoas receberam uma folha em branco, que foi a vida que Deus lhes deu e, até agora só tem feito rabiscos, tentativas frustradas e uma confusão danada.
Penso que agora seria um bom momento para pedir a Deus uma folha em branco, uma nova oportunidade para ser feliz.
Assim, como tirar uma boa nota depende, exclusivamente, da atenção e do esforço do aluno, uma vida boa depende da atenção que damos aos ensinamentos do nosso professor Deus."

SACUDINDO A TERRA (autor desconhecido)

"Um dia o cavalo de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não conseguia sair dali por conta própria.
Por isso, o animal “chorou”, fortemente, por algumas horas enquanto o camponês pensava no que fazer.
Ele sabia que o cavalo estava muito velho e já não servia para nada. Que o poço já estava seco e precisava ser tapado de alguma forma.
Assim, o camponês decidiu que não valia a pena se esforçar para tirar o velho cavalo do poço. Chamou alguns vizinhos para ajudar a enterrá-lo vivo.
Todos, com pás, começaram a jogar terra dentro do poço.
O cavalo não tardou para se dar conta do que estavam fazendo com ele e “chorou” desesperadamente.
Porém, para surpresa deles, o cavalo quietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.
Percebendo o silêncio do cavalo, o camponês olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre as costas, cavalo a sacudia e quando caía ao chão, dava um passo sobre ela.

Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando".

O INVENTÁRIO

 "Naquele dia vi meu avô meio diferente. Tinha o olhar enfocado ao longe, quase ausente. Penso agora que talvez pressentisse que era o último dia de sua vida.

Aproximando-me dele disse:
_ Bom dia, vovô!
Ele estendeu a sua mão em silêncio, puxou-me para sentar ao seu lado no sofá e depois de uns instantes, um pouco misteriosos, exclamou:
_ Hoje é dia de inventário!
_ Inventário? – perguntei surpreso.
_ Sim, inventário de tantas coisas perdidas! Sempre tive desejos de fazer muitas coisas que nunca fiz por não ter vontade suficiente para sobrepor-me à minha preguiça. Lembro também daquela menina que amei, em silêncio, por tantos anos até que um dia ela foi embora da cidade sem eu saber. Também estive a ponto de estudar engenharia, mas não me atrevi.
_ Lembro-me de tantos momentos em que eu fiz mal aos outros por não ter a coragem necessária para falar, para dizer o que pensava e outras vezes em que a valentia me faltou para ser leal.
_ Foram poucas as vezes que tenho dito para sua avó que a amo e que a amo com loucura. Tantas coisas não concluídas, tantos amores não declarados, tantas oportunidades perdidas.
Logo, com certa alegria, continuou:
_ Sabe o que eu tenho descoberto nestes dias? Sabe qual é o pecado mais grave na vida de um homem?
A pergunta me surpreendeu e só atinei em dizer, com certa insegurança:
_ Não tenho pensado nisso ainda, mas suponho que seja matar outros seres humanos, odiar o próximo e desejar-lhe o mal.
Olhou-me com afeto e disse-me:
_ Penso que o pecado mais grave na vida do ser humano é o pecado da omissão e o mais doloroso é descobrir as coisas perdidas sem ter tempo de encontrá-las e recuperá-las.
No dia seguinte, depois do enterro do meu avô, voltei para casa para fazer, com calma, o meu próprio “inventário” das coisas perdidas, das coisas não ditas, do afeto não manifestado ““...
(autor desconhecido) 

O BEIJA-FLOR E O INCÊNDIO



Era uma vez uma floresta encantada, onde todos os animais viviam em paz.
Ao amanhecer de um certo dia, todos os animais começaram a correr, fugindo de um grande incêndio.
Eis que, naquele momento, uma cena muito estranha acontecia. Um beija-flor voava da cachoeira ao fogo, levando gotas d'água em seu pequeno bico, tentando amenizar o grande incêndio.
O elefante, admirado com tamanha coragem, chega e pergunta ao beija-flor:
- Seu beija-flor, o senhor está ficando louco? Não está vendo que não vai conseguir apagar esse incêndio com gotinhas d'água? Fuja enquanto é tempo!
E o beija-flor responde:
- Sei que apagar este incêndio não é problema só meu. Eu apenas estou fazendo a minha parte! Esta floresta é meu lar, e não se abandona um lar antes de lutar para salvá-lo!
Lembre-se sempre: Você faz a diferença!!!

A RATOEIRA

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa  abrindo um
pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca.
E ela lhe disse:
- O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.


O problema de um é problema de todos!

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