Provérbios 8:13 - O temor do SENHOR é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio.
Qual a maneira mais concreta para praticarmos o temor de Deus? De que forma podemos expressar, em obras, nosso compromentimento com o Pai Celestial? Este provérbio ensina algumas para nós, faremos bem em praticá-las.
Primeiramente, é bom aborrecer o mal. O cristão deve repudiar todo tipo de maldade, expressando em seu caráter a bondade de Deus. Inclusive, não podemos ser omissos, procurando de algum modo fortalecer a vida daqueles que mais precisam.
Nosso orgulho também deve ser rompido. Não podemos aceitar a soberba e a arrogância em nosso coração. O Pai espera de nós uma atitude branda, humilde e fraternal. Não devemos pensar ser melhores do que ninguém, pois em verdade não somos!
Nosso procedimento também deve ser santo. A Bíblia nos ensina a aborrecer o mau caminho e a boca perversa. Nosso procedimento diário e nosso falar denunciam muito como anda nosso coração. Se somos santos, nosso comportamento e nossas conversas refletirão profundamente essa santidade!
O Pai te chama para o caminho de temor! Ande nele!
Deus te abençoe!
VERSÍCULOS DO DIA!!!
sábado, 2 de setembro de 2017
Palavra Que Transforma - Praticando o temor de Deus | Pastor Sérgio Fernandes
Postado por Bárbara HelenaGotas Bíblicas : Espada de Um Lado, Esquadro do Outro | Pr. Olavo Feijó
Postado por Bárbara HelenaNeemias 4:17 - Os que edificavam o muro, os que traziam as cargas e os que carregavam, cada um com uma das mãos fazia a obra e na outra tinha as armas.
Reconstruir os muros de Jerusalém era essencial. Por isso os inimigos fizeram de tudo para o impedir. Neemias usou a seguinte estratégia: “Aqueles que transportavam material faziam o trabalho com uma mão e com a outra seguravam uma arma” (Neemias 4:17).
Jesus nunca escondeu de nós o perigo que nos cerca: ameaças e ataques nos agridem todos os dias... e todas as noites. Alguns de nós, diante do tamanho de nossa obra e do tamanho das perseguições, temos a tendência de radicalizar: ou só nos defendemos, ou somente trabalhamos. No primeiro caso, geramos uma neura conspiração, que dedica todas as forças, na postura de lutar contra inimigos reais e, também, inimigos imaginários. No segundo caso, podemos adotar uma atitude simplória, achando que trabalhando para o Reino, ficaremos com o “corpo fechado” contra tudo e contra todos.
A estratégia assumida por Neemias foi trabalhar e vigiar. Em uma das mãos, os instrumentos do Reino de Deus, para fazer a obra do Senhor. Já na outra mão, a espada que o Espírito nos concede, para que lutemos como soldados do Senhor. Cristo nos equipou para as duas coisas e nos declarava responsáveis por ambas. Enquanto servo do Arquiteto do Reino, minha tarefa é construir. Enquanto soldado do Senhor dos Exércitos, meu dever é lutar. Não por conta própria ou ostentando minhas próprias armas, mas sempre obediente à estratégia de Cristo.
