VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O pequeno do xale grande

O velho André era dono de uma pequena fortuna, que juntara durante uma vida de trabalho e economia.

Vivia numa pequena chácara e, como era muito caridoso, repartia sempre o que possuía com os pobres.

Era seu costume dar roupas de seu uso aos pobres e nunca se esquecia de pôr um dinheirinho nos bolsos.

Diziam que ele mesmo comprava roupas para dá-las aos maltrapilhos.

Certo dia, depois de uma chuva diluviano, o velho André examinava os danos causados pelo temporal, quando enxergou atrás da cerca de bambu um menino encharcado que dizia:

– Moço, moço! O senhor tem uma roupa velha para mim?

Mamãe me mandou levar ovos à quitanda e a chuva me apanhou no caminho.

– Hum! Hum! fez o velho André.

– Você é muito pequeno, mas, ainda assim, pode-se arranjar qualquer coisa.

E levou-o para dentro de casa.

Pouco tempo depois o garoto saía com umas calças enormes, enroladas nas pernas e com um xale capaz de cobrir o picadeiro de um circo!

Ria feliz e despedia-se agradecido.

O velho André seguia-o com o olhar e murmurou baixinho: talvez…

A noite começava a envolver em trevas o caminho e a casinha modesta, quando alguém bateu à porta.

O velho André parou de tomar sua sopa e foi atender.

Era o garoto ainda envolvido pelo xale grande.

– Você por aqui?! interrogou o velho.

– É verdade, eu ainda – atalhou o menino, estendendo a mão com o dinheiro.

Encontrei num dos bolsos e vim trazer.

O velho André tomou o pequeno pela mão, olhou-o demoradamente e disse baixinho:

– Uma criança! Foi o único!

Era a primeira pessoa que vinha restituir o dinheiro, que sempre colocava no bolso das roupas que dava.

Não demorou muito tempo e o velho André morreu.

Abriram o seu testamento.

Tinha legado todos os seus bens ao “pequeno do xale grande”, o mais grato, o mais honesto, o mais digno!

Autor desconhecido



Duas histórias, dois destino

 Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de um hospital depois de ter sido atropelado.

O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade.

O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas, com a vantagem de ter um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo.

Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer.

O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, ao chegar para o exame cadavérico, descobre que o garoto atropelado era seu filho, que poderia ter sido salvo se tivesse recebido atendimento.

Antônio, um pai de família, um certo dia, quando voltava do trabalho, dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou-se com um senhor que dirigia apressadamente.

Vinha cortando todo o mundo e, quando se aproximou do carro de Antônio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava atravessar para a outra pista.

Naquela hora, a vontade de Antônio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou: “Coitado…!

Se ele está tão nervoso e apressado assim…

Vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino”.

E pensando assim, foi diminuindo a marcha e deixou-o passar.

Chegando em casa, Antônio recebeu a notícia de que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa.

Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranquilizou-o, dizendo:

“Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho.

Ele já está fora de perigo”.

Antônio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecer-lhe.

Qual não foi a sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele senhor apressado para o qual ele havia dado passagem!

“Esteja sempre alerta para ajudar o próximo, independentemente de sua aparência ou condição financeira.

Procure ver as pessoas além das aparências.

Imagine que por trás de uma atitude, existe uma história, um motivo que leva a pessoa a agir de determinada forma.”


Autor desconhecido

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