VERSÍCULOS DO DIA!!!

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A FORÇA TRANSFORMADORA DO AMOR

A FORÇA TRANSFORMADORA DO AMOR
Um professor de Sociologia levou seus alunos universitários a uma favela para estudar a história de 200 crianças. Após a visita, pediu a seus alunos que redigissem uma avaliação sobre o futuro daqueles meninos e meninas.
Diante das condições de extrema pobreza e da falta de perspectiva sobre o futuro daquelas crianças, todos os estudantes escreveram em suas avaliações: “Eles não têm chance alguma.”
Vinte e cinco anos se passaram…
Outro professor de Sociologia deparou-se com o estudo anterior e resolveu retomar o projeto. Pediu aos seus alunos que visitassem aquela favela, para pesquisar o que havia acontecido com aquelas crianças.
Com exceção de 20 delas, que haviam se mudado ou falecido, os estudantes descobriram que 176 das 180 crianças da pesquisa anterior se tornaram adultos e alcançaram uma posição bem sucedida na sociedade. Tornaram-se advogados, médicos, empreendedores.
O professor ficou curioso e resolveu continuar a pesquisa pessoalmente.
Felizmente, as pessoas do estudo continuavam na mesma área. O professor foi a cada uma delas e perguntou: “A que você atribui o seu sucesso?” Em todos os casos, a resposta era unânime: “A uma professora”.
A professora ainda estava viva, portanto, ele a procurou.
Ao encontrá-la, notou que era uma senhora idosa, mas ainda bastante ativa. Então ele perguntou que fórmula mágica ela havia usado para resgatar essas crianças da favela para um mundo de conquistas bem sucedidas.
Os olhos da professora faiscaram e seus lábios se abriram num delicado sorriso.
– É realmente muito simples – disse ela – eu amava aquelas crianças.
(Autor desconhecido)

Aprendendo a dizer "Não"!

Quando Ângela tinha apenas dois ou três anos, seus pais a ensinaram a nunca dizer NÃO. Ela devia concordar com tudo o que eles falassem, pois, do contrário, era uma palmada e cama.
Assim, Ângela tornou-se uma criança dócil, obediente, que nunca se zangava. Repartia suas coisas com os outros, era responsável, não brigava, obedecia a todas as regras, e para ela os pais estavam sempre certos.
A maioria dos professores valorizava muito essas qualidades, porém os mais sensíveis se perguntavam como Ângela se sentia por dentro.
Ângela cresceu cercada de amigos que gostavam dela por causa de sua meiguice e de sua extrema prestatividade: mesmo que tivesse algum problema, ela nunca se recusava a ajudar os outros.
Aos trinta e três anos, Ângela estava casada com um advogado e vivia com sua família numa casa confortável. Tinha dois lindos filhos e, quando alguém lhe perguntava como se sentia, ela sempre respondia: “Está tudo bem.”
Mas, numa noite de inverno, perto do Natal, Ângela não conseguiu pegar no sono, a cabeça tomada por terríveis pensamentos. De repente, sem saber o motivo, ela se surpreendeu desejando com tal intensidade que sua vida acabasse, que chegou a pedir a Deus que a levasse.
Então ela ouviu, vinda do fundo do seu coração, uma voz serena que, baixinho, disse apenas uma palavra: NÃO.
Naquele momento, Ângela soube exatamente o que devia fazer. E eis o que ela passou a dizer àqueles a quem mais amava:
Não, não quero.
Não, não concordo.
Não, faça você.
Não, isso não serve pra mim.
Não, eu quero outra coisa.
Não, isso doeu muito.
Não, estou cansada.
Não, estou ocupada.
Não, prefiro outra coisa.
Sua família sofreu um impacto, seus amigos reagiram com surpresa. Ângela era outra pessoa, notava-se isso nos seus olhos, na sua postura, na forma serena mas afirmativa com que passou a expressar o seu desejo.
Levou tempo para que Ângela incorporasse o direito de dizer NÃO à sua vida. Mas a mudança que se operou nela contagiou sua família e seus amigos. O marido, a princípio chocado, foi descobrindo na sua mulher uma pessoa interessante, original, e não uma mera extensão dele mesmo. Os filhos passaram a aprender com a mãe o direito do próprio desejo. E os amigos que de fato amavam Ângela, embora muitas vezes desconcertados, se alegraram com a transformação.
À medida que Ângela foi se tornando mais capaz de dizer NÃO, as mudanças se ampliaram. Agora ela tem muito mais consciência de si mesma, dos seus sentimentos, talentos, necessidades e objetivos. Trabalha, administra seu próprio dinheiro, e nas eleições escolhe seus candidatos.
Muitas vezes ela fala com seus filhos: “Cada pessoa é diferente das outras e é bom a gente descobrir como cada um é. O importante é dizer o que você quer e ouvir o desejo do outro, dizer a sua opinião e ouvir o que o outro acha. Só assim podemos aprender e crescer. Só assim podemos ser felizes.”
Barbara K. Bassett Do livro: Histórias para aquecer o coração 2 Jack Canfield e Mark Victor Hansen Editora Sextante
Ps: Dizer "NÃO". Ao contrário que a maioria das pessoas pensam, é demonstração de Zelo, amor.
"QUEM AMA CUIDA"  E quem cuida diz: "NÃO"!!!!!!

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