VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Fika a Dika!!! Os Três Leões

Numa determinada floresta havia 3 leões.
Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse:
– Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem 3 leões fortes.
Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?
Os 3 leões souberam da reunião e comentaram entre si:
– É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter 3 reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido.
Mas como descobrir ?
Essa era a grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos. O impasse estava formado.
De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso.
Depois de usarem técnicas de reuniões do tipo brainstorming, etc…eles tiveram uma ideia excelente.
O macaco se encontrou com os 3 felinos e contou o que eles decidiram:
– Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema.
A solução está na Montanha Difícil.
– Montanha Difícil ? Como assim ?
– É simples, ponderou o macaco.
Decidimos que vocês 3 deverão escalar a Montanha Difícil.
O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis.
A Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta.
O desafio foi aceito.
No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha para assistir a grande escalada.
O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os 3 foram derrotados?
Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra:
– Eu sei quem deve ser o rei!!! Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa.
– A senhora sabe, mas como? todos gritaram para a Águia.
– É simples, confessou a sábia águia, eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha.
O primeiro leão disse: – Montanha, você me venceu!
O segundo leão disse: – Montanha, você me venceu!
O terceiro leão também disse: – Montanha, você me venceu, por enquanto! Mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.
– A diferença, – completou a águia, – é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: É rei de si mesmo.
Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis.
MORAL DA HISTÓRIA:
Não importa o tamanho de seus problemas ou dificuldades que você tenha; seus problemas, pelo menos na maioria das vezes, já atingiram o clímax, já estão no nível máximo.
Você ainda está crescendo.
Você é maior que todos os seus problemas juntos.
Você ainda não chegou ao limite de seu potencial e performance.
A Montanha das Dificuldades tem tamanho fixo, limitado.

DEVOCIONAL - Derrubando Golias - Max Luccado - Capítulo 4

4. Dias de desespero
O homem desesperado está sentado em um dos cantos da igreja durante a reunião. Boca seca, mãos suando. Ele mal se mexe. Sente-se deslocado em uma sala de discípulos, mas para onde mais ele pode ir? Acaba de violar cada uma de suas crenças. Feriu cada uma das pessoa que ama. Passou uma noite fazendo o que jurou que jamais voltaria a fazer. E agora, no domingo, lá está ele sentado — e com o olhar fixo. Ele não fala. Se essas pessoas soubessem o que fiz...
Sente-se assustado, culpado e sozinho.
Ele poderia ser um viciado, um ladrão, espancar os filhos, espancar a mulher.
Ele poderia ser ela — solteira, grávida, confusa. Poderia ser um sem-número de pessoas, pois um número indeterminado de pessoas procura o povo de Deus nessas condições — de desespero, infelicidade, desamparo.
Como a congregação reagirá? O que ele encontrará? Críticas ou compaixão? Rejeição ou aceitação? Sobrancelhas levantadas ou mãos estendidas?
Davi pergunta as mesmas coisas para si mesmo. Ele está em fuga, é um homem procurado na corte de Saul. Seu rosto jovem está estampado em cartazes em agências de correio. Seu nome aparece no topo da lista de pessoas que Saul deseja matar. Ele foge, olhando por sobre o ombro, dormindo com um olho aberto e comendo com sua cadeira próxima à saída do restaurante.
Que série obscura de eventos! Não fazia dois ou três anos de quando ele estava apascentando rebanhos em Belém! Naquela época, bom era ver as ovelhas dormindo. Então apareceu Samuel, um idoso profeta com farta cabeleira e um chifre cheio de óleo. Assim como o óleo, o Espírito de Deus cobria Davi.
Davi deixou de fazer serenatas para ovelhas e passou a fazê-las para Saul. O tampinha ignorado da cria de Jessé estava na boca do povo — o rei Artur para a época da Camelot de Israel, belo e humilde. Os inimigos temiam-no. Jônatas amava-o. Mical casou-se com ele. Saul odiava-o.
Após o sexto atentado contra sua vida, Davi entende a razão. Saul não gosta de mim. Tendo a própria cabeça por recompensa e um bando armado em seu rastro, ele beija Mical, dá adeus à vida na corte e foge.
Mas para onde ele pode ir? Para Belém e arriscar a vida de sua família? Para o território do inimigo e arriscar a própria vida? Isso se torna uma opção mais tarde. Por enquanto, ele escolhe outro esconderijo. Ele vai à igreja. "Davi foi falar com o sacerdote Aimeleque, em Nobe" (1 Samuel 21:1).
Estudiosos indicam uma colina a cerca de um quilômetro e meio ao nordeste de Jerusalém como o provável lugar da cidade antiga de Nobe. Ali, Aimeleque, bisneto de Eli, dirigia, em termos, um mosteiro. Oitenta e cinco sacerdotes serviam em Nobe, o que lhe rendeu a alcunha de "a cidade dos sacerdotes" (22:19). Davi vai correndo para a cidadezinha, procurando abrigo para escapar de seus inimigos.
Sua chegada provoca um medo compreensível em Aimeleque. Ele "tremia de medo quando se encontrou com Davi" (21:1). O que leva um guerreiro a Nobe? O que o genro do rei deseja?
Davi garante sua segurança mentindo para o sacerdote:
O rei me encarregou de uma certa missão e me disse: 'Ninguém deve saber coisa alguma sobre sua missão e sobre as suas instruções'... Agora, então, o que você pode me oferecer? Dê-me cinco pães ou o que você tiver (21:2,3).
Desesperado, Davi recorre à mentira. Isso nos surpreende. Até aqui Davi fora brilhante, impecável, puro — Branca de Neve em um elenco de bruxas com verrugas no nariz. Ele permaneceu calmo quando seus irmãos o repreenderam; permaneceu forte quando Golias bramiu; manteve a calma quando Saul perdeu a dele.
Mas agora ele mente como um chefe mafioso no confessionário. Descaradamente. Convincentemente. Saul não o havia encarregado de missão alguma. Ele não está cumprindo um serviço real secreto. Ele é um fugitivo. Injustamente, é claro. Mas, ainda assim, um fugitivo. E ele mente sobre isso.
O sacerdote não interroga Davi. Ele não tem razão para duvidar do fujão. Ele simplesmente não tem nenhum recurso para ajudá-lo. O sacerdote tem pão, não pão comum, mas pão consagrado. O pão da Presença. Todos os sábados, o sacerdote colocava doze pães de trigo sobre a mesa como uma oferta a Deus. Após uma semana, e somente uma semana depois, os sacerdotes, e somente os sacerdotes, podiam comer o pão (como se alguém quisesse o pão de uma semana.) Não obstante, as opções e o colarinho clerical de Aimeleque encolhem.
Davi não é sacerdote. E o pão acabara de ser colocado sobre o altar. O que Aimeleque deveria fazer? Distribuir o pão e transgredir a lei? Guardar o pão e ignorar a fome de Davi? O sacerdote procura uma escapatória: "Não tenho pão comum; somente pão consagrado; se os soldados não tiveram relações com mulheres recentemente, podem comê-lo" (21:4).
Aimeleque deseja saber se Davi e seus homens vinham se comportando. Pode culpar o aroma de pão recém-assado, mas Davi responde com a segunda mentira e uma escorregadela teológica. Seus homens não puseram os olhos, muito menos as mãos, em uma moça. E o pão consagrado? Ele põe o braço no ombro do sacerdote, segue com ele em direção ao altar e sugere: Sabe, Aime, meu camarada, "o pão terá o efeito de sempre, ainda que tenha sido santificado na vasilha" (21:5). Mesmo os pães consagrados, raciocina Davi, ainda são assados no forno e levam farinha. Pão é pão, certo?
Davi, o que você está fazendo? Mentir não é suficiente? Agora você está sendo leviano com as Escrituras e tentando persuadir o pregador?
Funciona. O sacerdote dá-lhe do pão consagrado, "visto que não havia outro além do pão da Presença, que era retirado de diante do SENHOR e substituído por pão quente no dia em que era tirado" (21:6).
Ávido, Davi devora o pão. É provável que Aimeleque também tenha feito o mesmo. Ele pergunta-se se fez a coisa certa. Ele inverteu a lei? Violou a lei? Obedeceu a uma lei superior? O sacerdote concluiu que o apelo maior era a barriga vazia. Em vez de pôr os pingos nos is do código de Deus, ele supriu a necessidade do filho de Deus.
E como Davi retribui a compaixão de Aimeleque? Com outra mentira! "Você tem uma lança ou uma espada aqui? Não trouxe a minha espada nem qualquer outra arma, pois o rei exigiu urgência" (21:8).
A fé de Davi está vacilando. Não fazia muito tempo e a funda do pastor era tudo de que ele precisava. Agora aquele que recusou a armadura e espada de Saul pede uma arma ao sacerdote. O que aconteceu com nosso herói?
Simples. Ele perdeu seu foco em Deus. Golias está no telão da imaginação de Davi. Conseqüentemente, começou o desespero. O desespero que cria mentiras, incita o medo, esconde a verdade. Não há onde se esconder. Não há o que comer.
Para o que tem fome espiritual, a igreja oferece alimento.
Não há refúgio. Não há recurso. Adolescentes e grávidas, os de meia-idade e os arruinados, os velhos e doentes... Para onde os desesperados podem ir?
Eles podem ir ao santuário de Deus. A igreja de Deus. Podem procurar um Aimeleque, um líder da igreja com um coração voltado para almas desesperadas.
Aimeleque deu pão para Davi; agora Davi quer uma espada. A única arma que há no santuário é uma relíquia, a espada de Golias. A espada que Davi usou para decapitar a cabeça do gigante. Os sacerdotes estão expondo a espada como a Galeria da Academia de Florença, na Itália, expõe a estátua de Davi, de Michelangelo.
"Esta está perfeita", diz Davi. E aquele que entra no santuário com fome e desarmado sai com a barriga cheia de pão e com a espada de um gigante.
Eugene Peterson, escritor e pastor, vê este intercâmbio como a função da igreja."Um santuário", ele escreve,"é... o lugar onde eu, como Davi, consigo pão e uma espada, força para o dia e armas para a batalha."'
Para o que tem fome espiritual, a igreja oferece alimento:
Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor (Romanos 8:38-39).
Para o fugitivo, a igreja oferece as armas da verdade:
Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito (Romanos 8:28).
Pão e espadas. Comida e equipamento. A igreja existe para prover ambas as coisas. Ela consegue fazer isso? Nem sempre. Ajudar pessoas nunca é um negócio organizado, porque as pessoas que precisam de ajuda não levam uma vida organizada. Elas entram na igreja como fugitivos, pedindo abrigo para escapar dos Sauls furiosos, em alguns casos, e das más escolhas em outros. Os Aimeleques da igreja (líderes, mestres, pastores e assim por diante) são forçados a optar não entre o preto e o branco, mas por tons de cinza; não entre o certo e o errado, mas por um pouco de cada.
Procurar o espírito — mais do que a letra — da lei.
Jesus convida a igreja a se inclinar na direção da compaixão. Um milênio depois o Filho de Davi lembra a flexibilidade de Aimeleque.
Naquela ocasião Jesus passou pelas lavouras de cereal no sábado. Seus discípulos estavam com fome e começaram a colher espigas para comê-las. Os fariseus, vendo aquilo, lhe disseram: "Olha, os teus discípulos estão fazendo o que não é permitido no sábado". Ele respondeu: "Vocês não leram o que fez Davi quando ele e seus companheiros estavam com fome? Ele entrou na casa de Deus e, junto com os seus companheiros, comeu os pães da Presença, o que não lhes era permitido fazer, mas apenas aos sacerdotes. Ou vocês não leram na Lei que, no sábado, os sacerdotes no templo profanam esse dia e, contudo, ficam sem culpa?" (Mateus 12:1-5).
No final do dia no santuário, a pergunta não deve ser quantas leis foram violadas, mas, em vez disso, quantos Davis desesperados foram alimentados e equipados? Aimeleque ensina a igreja a procurar o espírito — mais do que a letra — da lei.
Davi ensina os desesperados a buscar ajuda entre o povo de Deus. Davi tropeça nessa história. Almas desesperadas sempre tropeçam.
Davi ensina os desesperados a buscar ajuda entre o povo de Deus.
Mas, pelo menos, ele tropeça no lugar certo — no santuário de Deus, onde Deus atende e ministra aos corações desesperados.
Voltemos à história com a qual começamos este capítulo: o homem ofegante e descuidado está sentado na igreja durante a reunião.
Mencionei o tamanho da congregação? Pequena. Uma dúzia ou algo assim de almas reunidas em busca de força. Falei onde elas se reúnem? Em uma sala no primeiro andar que elas tomaram emprestada em Jerusalém. E em que dia? Domingo. O domingo após a crucificação na sexta. O domingo após a traição na noite de terça.
Uma igreja de discípulos desesperados.
Pedro agacha-se na esquina e tapa os ouvidos, mas não pode calar o som de sua promessa vazia. "Estou pronto... para a morte" (Lucas 22:33).
Deus traz pão para a nossa alma. "Paz seja com vocês", e uma espada para a batalha.
"Recebam o Espírito Santo".
Mas sua coragem desapareceu no togo e no medo da meia-noite. E agora ele e os outros desertores se perguntam que lugar Deus tem para eles. Jesus responde à pergunta passando pela porta.
Ele traz pão para a alma deles."Paz seja com vocês" (João 20:19). Ele traz uma espada para a batalha. "Recebam o Espírito Santo" (v. 22).
Pão e espadas. Ele dá ambas as coisas aos desesperados.
Ainda.
cristocentro@googlegroups.com

DEVOCIONAL

Salmos 51.10 - "Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto"
Ola querido irmão, paz do Senhor Jesus, paz está que traz consigo, felicidade para as nossas vidas, detalhe amado, está por sua vez é dada gratuitamente por Jesus.
Amado, começo a mensagem hoje explanando juntamente com você sobre nossa oração, sobre nossos pedidos ao Senhor ou não porque nosso dialogo diário com pai, como tem sido sua oração, quais os pedidos você tem feito a Jesus, ou invez de pedidos somente agradecimentos, glórias a Deus se você tem agradecido o pai todos os dias. Tenho certeza que se prestarmos a atenção em nossas orações, notaríamos que de todas ou quase todas elas, pedimos ao Senhor coisas materiais, ou algo que venha satisfazer nosso ego, nosso desejo, e também notaríamos que o lado espiritual tem ficado de escanteio, em segundo plano ou quem sabe ate deixado no esquecimento.
Queridos, neste dia quero convidá-lo orar como Davi orou no Salmos 51, Deus se alegrará ainda mais de você, quando oramos, Deus cria em mim um coração puro renova em mim um espírito reto, creio que uma imensa felicidade irá invadir o reino dos céus, pois é uma declaração de que somos falhos, pecadores e queremos mudar nosso modo de agir pedindo a Deus uma renovação, é isso que o pai quer ouvir de você meu irmão.
Três pontos gostaria de destacar nessa mensagem, e convidar você meu irmão minha irmã a meditar profundamente no Salmo 51 e nos pontos destacados.
Primeiro Ponto, Davi pediu um coração renovado, longe das impurezas, das coisas ruins, e um espírito reto.
Segundo Ponto, Davi pediu para Deus não se afastar da sua presença, e que não retirasse o Espírito Santo de sua vida.
Terceiro Ponto, Davi queria de volta a alegria da salvação. Quantos e quantos perderão está alegria, a alegria de saber que era salvo, Jesus quer devolver para você hoje, confesse seus pecados, peça um coração puro e um espírito reto ao Senhor. Abra seu coração querido Jesus quer inundá-lo com seu amor. Jesus te ama.
Que Jesus abençoe sua vida, que ele possa encontrar liberdade para agir e assim lhe moldar conforme sua vontade. Prepara-se, pois muitos irão dizer esse não era o fulano, o tal, ficarão boquiabertos ao ver o que Jesus fez em sua vida eu creio em nome de Jesus.
Marcos Leite
Assis/SP
e-mail: marcosleite@iprassis.org

DEVOCIONAL - NÃO DÊ NENHUM ESPAÇO AO DIABO

“Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Não deis lugar ao diabo” (Efésios 4.26,27).
Algumas vezes, as atitudes de certas pessoas nos chateiam e fazem com que nos iremos. No entanto, quando chegamos a esse nível, não devemos deixar que a ira nos leve a pecar. Nesse caso, o melhor é oferecer o perdão, ainda que tenhamos prejuízo. O nosso coração deve abrigar somente o Espírito de Deus, mas, quando transgredimos, damos lugar ao diabo.
Dizer que nada nos incomoda é faltar com a verdade. Geralmente, ficamos incomodados quando alguém nos faz algo desagradável. Até quem vive consagrado se ira em algum momento. No entanto, não é bom chegarmos a esse ponto, pois, se estivermos furiosos, poderemos tomar atitudes das quais nos arrependeremos depois. O aborrecimento pode levar ao ódio, e esse, certamente, fará com que exerçamos a justiça própria, o que nunca é proveitosa. Se, diante de uma situação desagradável, nós nos irritamos, devemos ter o cuidado para não pecarmos.
Em Sua bondade, o Altíssimo permite a ira, mas, se ela puder ser evitada, será uma boa atitude. Bom mesmo é ter os atributos divinos – o perdão, a paciência, a mansidão e o domínio próprio, dentre outros – e sempre usá-los. Além disso, quem nos ofende ou magoa não está sendo instrumento do Senhor, mas, sim, do inimigo, o qual tudo fará para nos colocar fora da presença divina.
Infinitamente melhor é, em vez de se irar, oferecer perdão (Salmo 37.8). Não importa se teremos ou não algum tipo de perda; Jesus ensinou que, se não perdoarmos, não seremos perdoados (Marcos 11.25). Se, hoje, negamos o perdão, amanhã podemos necessitar de que o Pai nos perdoe, e Ele não poderá fazê-lo, pois transgredimos uma lei espiritual. A falta de perdão entre os homens leva o Senhor a também não desculpar os nossos erros. Esse assunto não é sério demais? Pense nisso e decida!
O pior acontece quando pecamos porque damos lugar ao diabo. Ao entrar em nossa vida, Satanás causa grandes e penosos danos. Sabendo disso, o melhor a fazer é perdoar, sem levar em consideração o que nos acontece durante a nossa caminhada. Quem age dessa forma iguala-se ao Senhor em amor e nobreza.
Por outro lado, o coração rancoroso, que não perdoa, sofre muito; afinal, guardar ressentimento e ódio faz com que o homem padeça tanto ou mais do que o ato de quem foi usado pelo maligno para ofendê-lo. Além disso, se o diabo usou alguém para magoar uma pessoa, agora, ele vai querer usá-la para se ofender.
Se somos templo do Espírito Santo, devemos apenas abrigá-lO. Sendo assim, dar lugar ao adversário, além de nos fazer um mal muito grande, afasta-nos da presença divina, pois o Senhor não pode habitar onde o diabo faz morada. Por isso, não deixe o Altíssimo mudar-Se do seu coração.
Em Cristo, com amor,
R. R. Soares

DEVOCIONAL - Mateus 5:3

"Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus." Mateus 5:3
O humilde de espírito sabe que ele depende totalmente de Deus, e que não precisa fazer nada para se exaltar diante do Senhor, ele aceita sua limitação e entende que precisa de Deus para perdoar suas falhas. O humilde também não precisa ser reconhecido diante das pessoas, por isso ele não tenta ser melhor do que ninguém, por isso ele consegue se relacionar melhor, quem gosta de ficar ao lado de um arrogante, não é verdade ???  Bem,  é importante sempre vigiarmos qual tem sido a verdadeira motivação que tem nos levado a  realizar a obra de Deus. O homem carnal sempre necessita de reconhecimento e glória, e em algumas situações ele consegue até disfarçar esta necessidade, mas ela continua lá, movendo sigilosamente as suas atitudes. Queridos, nosso coração, nossa motivação deve estar sempre no Senhor e precisamos de humildade para aceitarmos agradar a Ele e não a nós,  e a medida que nos entregamos e verdadeiramente realizamos sua obra tendo-O como centro, naturalmente o Senhor no leva a uma condição perfeita onde estaremos simultaneamente honrando também o homem na pessoa do nosso líder, pastor, etc.,  mas tenha cuidado, o inverso não é verdadeiro, ou seja, se tivermos nossas motivações exclusivamente na pessoa de nossos líderes, fatalmente estaremos desagradando a Deus e aos próprios líderes.
Deus é perfeito queridos, honre-o, obedeça-o, adore-o e você naturalmente estará honrando o  Líder que o senhor colocou sobre sua vida!
Oração: Pai querido, quero ser humilde de espírito para poder me relacionar bem com o Senhor, para poder me relacionar melhor com as pessoas ao meu redor. Quero entender que eu não preciso fazer nada para me exaltar diante do Senhor e para ser reconhecido pelas pessoas. Quero rejeitar toda ansiedade, todo orgulho, toda glória mundana, e aprender com Jesus que é manso e humilde de coração, ensina-me Senhor a agradar o Seu coração, para honra e glória do Teu nome, eu oro em nome de Jesus. Amém
Você é chamado por Deus, Ele jamais te abandonará!
marcelo.lunardon@hotmail.com
cristocentro@googlegroups.com

Palavra Que Transforma - Chamados por Deus... | Pastor Sérgio Fernandes

Judas 1:1 - ¶ Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados, santificados em Deus Pai, e conservados por Jesus Cristo:
Se você já teve a oportunidade de aguardar ser atendido, na praça de alimentação de um shopping Center, sabe exatamente o que significa ver seu número sendo chamado no display de senha. A gente sente aquela alegria, levanta-se rapidamente e corre em direção ao prato.
O cristianismo é uma religião de chamados. Na esfera humana, nós decidimos ser cristãos (Jo 1.12), quando entregamos nossa vida nas mãos de Jesus Cristo. Por outro lado, já na esfera divina, cada um de nós recebeu, individualmente, um chamado para salvação. Deus sabia de antemão que você poderia exercer fé pessoal no Salvador, e por conta deste conhecimento prévio, Ele criou oportunidades para que você recebesse o precioso chamado da graça (Romanos 8.29,30).
O fato de sermos chamados por Deus se constitui para nós, primeiramente, uma honra, pois entendemos que somos resultado de uma escolha consciente do Pai Celestial (Jr 1.5). Também nos enche de gozo, pois reforça nossa garantia de salvação, pois aquele que começou em nós a boa obra há de completá-la, até o Dia de Cristo Jesus (Fp 1.6). E, finalmente, deixa bastante claro que o Senhor se preocupa conosco, a começar por ter-nos dado a oportunidade de salvação, por intermédio de sua bendita graça (Ef 2.8).

Gotas Bíblicas : A Esperança Não Se Vê | Pr. Olavo Feijó

Romanos 8:24 - Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará?
Paulo diz que nossa salvação vem como conseqüência da nossa fé em Cristo. Nossa fé não se baseia nas coisas materiais que vemos, mas na esperança de que a Palavra que recebemos se cumprirá. Nesse ponto, ele afirma: "Esperança que se vê não é esperança" (Romanos 8:24).
Nossas igrejas estão atraindo pessoas que querem ver, para crer. Paulo diz que devemos crer, se quisermos ver. A postura de, primeiro, ver é aquela que exige milagres, antes de entrar para a igreja. Que exige um bom emprego, antes de pensar em sustentar a obra do Reino. Que exige cura do incurável, para então acreditar no Senhor.
A postura de crer, para ver, é aquela que aceita, com firmeza, o ensino bíblico. É a atitude do amor, que se ocupa em doar, em lugar de receber. A convicção da esperança obedece, simplesmente porque o Senhor ordenou. O cumprimento da esperança vai-se realizando, à medida que vamos vivenciando as suas promessas. Viver pela fé é viver sustentados pela esperança. Cristão sem esperança é o crente desta vida, para quem a promessa da ressurreição não faz sentido, porque não é concreta. É pena. Porque esperança que teima em ver, não é esperança.

DEVOCIONAL

Salmos 71: 20/21 - "Tu, que me tens feito ver muitos males e angústias, me darás ainda a vida, e me tirarás dos abismos da terra. Aumentarás a minha grandeza, e de novo me consolarás".
...recomeçando com Deus!
Muitas vezes, diante de nossos fracassos, imaginamos que tudo está perdido ou que Deus já não vai nos receber mais. Parece que isso é precipitação de pensamentos, diante de um Deus tão cheio de amor e de afeição pelo ser humano, a Sua família na Terra.
Se Deus desistisse de vidas que foram marcadas, em algum momento, por fracasso, imagine como a história do homem, principalmente o povo de Deus, teria sido diferente: Moisés, depois de matar um egípcio, talvez nunca tivesse liderado o grande êxodo do povo de Israel para fora do Egito. Davi, que cometeu adultério e até favoreceu para que um homem fosse morto na guerra, talvez nunca tivesse sido o grande líder que foi e o escritor de grande parte do livro de Salmos, uma das mais ricas porções da Bíblia. Jonas, o profeta que fugiu, talvez nunca tivesse liderado um dos maiores reavivamentos registrados na história. Podemos citar muitos outros, mas vamos ficar nestes.
Podemos perceber que Deus é especialista em transformar falhas em sucesso. Não importa quão fracassado tenha sido o passado. Ele pode fazer com que possamos dar a volta por cima e transformar cada situação negativa em uma nova situação, de vitórias.
Temos que ter muito cuidado ao anunciar a Palavra de nosso Deus. Por natureza, Ele é perdoador e renovador de vidas, mais certo dizer, restaurador de vidas. Falhas e fracassos estão na rotina do ser humano, mas jamais isso pode significar o fim da linha para ninguém. É sempre possível levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima.
Senão nem teria sentido Jesus ter vindo aqui para se dar por nós. O que Ele veio fazer aqui na Terra? Buscar e salvar o que estava caído, perdido, fracassado. Sendo assim, podemos ter a esperança de que Seu amor é maior que nossas falhas e suficiente para nos perdoar e nos dar vida em abundância. Isso é o que podemos entender sobre dar menos importância ao passado de erros e renovar para a vida, com Jesus.
O que fazer quando se falha? Não desespere diante dos fracassos. O modo certo de começar é confessando os erros a Deus. Comece a reconstruir com Ele. Ele tem muito prazer em renovar vidas, como a sua e a minha. E assim, o impossível torna-se possível na força do Senhor! Você pode crer nisso? A maior vitória que podemos almejar é a vida reconstruída e estruturada, com a segurança de estar com Deus.
Deus te abençoe e te dê forças para levantar e recomeçar com Ele uma vida abençoada e de vitórias.
João Carlos
joaocarlos@iprassis.com.br

DEVOCIONAL - O DIREITO DE VINGANÇA

“Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor” (Romanos 12.19).
Ai daquele que tocar em um filho de Deus. O Senhor reservou para Si – e não para nós – o direito da vingança (Salmo 18.47). Por isso, devemos orar por aqueles que nos prejudicam, e não odiá-los. O Altíssimo nos vinga, levando salvação e perdão àqueles que abençoamos, mas há casos em que a vingança divina é uma dura pena para o recalcitrante. Seja como for, executar o castigo pelas nossas mãos é provar que não confiamos no justo Juiz.
Aqueles que têm juízo cuidam dos que são deles, e o mesmo acontece com o Todo-Poderoso: Ele cuida de nós! Somos amados em Cristo e aceitos como filhos de Deus. Coitado de quem persegue qualquer um dos servos do Senhor, pois é como se tocasse na menina dos olhos de Deus (Zacarias 2.8)! O Senhor fará o que for necessário para nos guardar e acertará as contas com quem intentar prejudicar-nos.
Embora Deus seja puro amor, Ele reservou para Si o direito de nos vingar – e será implacável com quem, maldosamente, tocar em um dos Seus. Desse direito Ele não abriu mão. Quando, por exemplo, Amaleque chegou por trás dos filhos de Israel e feriu alguns deles, o Senhor disse que jamais Se esqueceria de tal fato e chegaria o dia em que iria vingá-los e riscaria totalmente os amalequitas da face da terra (Êx 17.14-16). Devemos lembrar que temos um outro espírito, conforme Jesus disse aos discípulos que queriam fazer descer fogo dos céus para consumir os samaritanos que se recusaram a receber o Mestre (Lc 9.52-54).
É preciso orar pelos que nos perseguem, caluniam e, continuamente, esforçam-se para nos prejudicar e ferir; sempre oferecer a outra face aos que nos batem (Lucas 6.29) e plantar a boa semente no coração dos homens e no de Deus. As nossas súplicas de misericórdia pelos que nos ofendem fazem isso. Mesmo nas situações em que os ofensores foram longe demais, não podemos vingar-nos deles com nossas mãos, mas, sim, confiar esse direito ao Senhor (Jeremias 11.20; 15.15).
A melhor vingança do Todo-Poderoso em relação àqueles que nos maltrata ou prejudica é dar-lhes a salvação, porque, assim, o diabo, que os usou, será envergonhado. Quando praticamos a justiça própria e executamos a nossa vingança, estamos mostrando que, verdadeiramente, não confiamos no justo Juiz. É necessário, no entanto, interceder para que o Senhor conceda o perdão a quem nos persegue. Agindo desse modo, estaremos cumprindo a plena vontade dos Céus.
Em Cristo, com amor,
R. R. Soares

DEVOCIONAL - Max Luccado - Derrubando Golias - Cap III

3. Sauls furiosos
Sharon verifica o espelho retrovisor... mais uma vez. Estuda o rosto de outros motoristas... de novo. Procura por ele porque sabe que ele virá à sua procura... uma vez mais.
"Nada me afastará de você", dizia a mensagem que Tony deixara na caixa postal de Sharon. "Sou seu marido."
Os ataques repentinos de raiva, o punho ligeiro do marido e seus olhos roxos provocaram o divórcio. Ele ainda negligenciava advertências, ignorava ordens restritas e ridicularizava a lei.
Por isso Sharon consulta o retrovisor... insistentemente.
Perto dali, Adam, funcionário de um escritório, faz a mesma coisa. Ele espia a porta da sala de seu chefe, vê a cadeira vazia e suspira de alívio. Com um pouco de sorte, ele terá uma hora, talvez duas, antes que o Tio Patinhas do mundo da Internet apareça à sua porta, provavelmente de ressaca, furioso e desorientado.
O Tio Patinhas Jr. herdou a empresa do Sr. Tio Patinhas. Dirigir a empresa é algo que deixa Júnior frustrado. Ele redireciona seu estresse para os funcionários de quem mais precisa, como, por exemplo, Adam. Júnior fala alto e esbraveja; solta insultos todos os dias e distribui elogios com a freqüência de um cometa Halley.
Sharon se esquiva do ex-marido, Adam evita o chefe. E você? Que bicho-papão vagueia pelo seu mundo?
Mães controladoras. Técnicos que vieram da escola de Stalin. O professor bravo de matemática. O comandante autonomeado do cubícu­lo. O rei que decide encravar o jovem pastor na parede.
Essa última história aconteceu com Davi. Pobre Davi. O vale de Elá revelou-se um campo de treinamento para a corte real. Quando Go­lias perdeu sua cabeça, os hebreus transformaram Davi em seu herói. O povo promoveu um desfile para espalhar rapidamente a notícia, cantando: "Saul matou milhares e Davi, dezenas de milhares" (1 Samuel 18:7).
Saul explode como o vulcão Vesúvio. Passa a examinar Davi "dali em diante" (18:9). O rei já tem a alma perturbada, propensa a ter acessos de raiva, suficientemente louca para comer abelhas. A popularidade de Davi irritou Saul. "Encravarei Davi na parede" (18:11).
Saul tenta matar o menino de ouro de Belém em seis diferentes momentos. Primeiro, ele pede a Davi que se case com sua filha Mical. Parece um gesto gentil, até você ler sobre o preço brutal que Saul exigiu pela noiva. O prepúcio de cem filisteus. Sem dúvida, um dos filisteus matará Davi, espera Saul. Não é o que acontece. Davi dobra a exigência e volta com a prova (18:25-27).
Saul não desiste. Ordena aos seus servos e a Jônatas que matem Davi, mas eles se recusam a fazê-lo (19:1). Ele tenta encravá-lo com a lança outra vez, mas não consegue (19:10). Saul envia mensageiros à casa de Davi para o matarem, mas Mical, esposa de Davi, o faz descer por uma janela. Davi, o papa-léguas, fica um passo à frente de Saul, o coiote.
A raiva de Saul estarrece Davi. O que ele fez senão o bem? Ele levou cura pela música ao espírito atormentado de Saul, esperança à nação enfraquecida. Ele é o Abraham Lincoln da calamidade dos hebreus, salvando a república e fazendo isso modesta e honestamente. Ele "tinha êxito em tudo o que fazia" (18:14). "Todo o Israel e todo o Judá, porém, gostavam de Davi" (18:16). Davi "tinha mais habilidade do que os outros oficiais de Saul e assim tornou-se ainda mais famoso" (18:30).
Contudo, o monte Saul continua em erupção, recompensando os feitos de Davi com lanças voadoras e planos para assassiná-lo. Entendemos a pergunta que Davi faz para Jônatas: "O que foi que eu fiz? Qual foi o meu crime? Qual foi o pecado que cometi contra seu pai para que ele queira tirar a minha vida?" (20:1).
Jônatas não tem resposta para dar, pois não há resposta. Quem pode justificar a raiva de um Saul?
Quem sabe por que um pai atormenta um filho, uma esposa desdenha o marido, um chefe coloca os funcionários uns contra os outros? Mas é o que acontece. Saul ainda tem raiva de nosso planeta. Ditadores torturam, patrões seduzem, ministros abusam, sacerdotes molestam, os fortes e poderosos controlam e enganam os vulneráveis e inocentes. Os Sauls ainda perseguem os Davis.
Como Deus responde em tais casos? Aplica o castigo merecido? Talvez queiramos que ele faça isso. Ele tornou-se conhecido por acabar com alguns Herodes e faraós. Não posso dizer como ele cuidará dos seus. Ele lhe enviará um Jônatas.
Deus responde à crueldade de Saul com a lealdade de Jônatas. Jônatas poderia ter ficado tão enciumado quanto Saul. Como filho de Saul, ele preparava-se para herdar o trono. Como um nobre soldado, ele estava lutando contra os filisteus enquanto Davi ainda estava apascentan­do ovelhas.
Jônatas tinha razão para desprezar Davi, mas não desprezava. Ele era generoso. Generoso porque a mão do Tecelão Mestre tomou seu coração e o de Davi e fez uma emenda entre eles. "Surgiu tão grande amizade entre Jônatas e Davi que Jônatas tornou-se o seu melhor amigo" (18:1).
A mão do Tecelão Mestre tomou seu coração  e o de Davi e fez uma emenda entre eles.
Como se dois corações fossem dois tecidos, Deus os "costura e jun­ta com um fio". De tão entrelaçados que estão, quando um é deslocado, o outro percebe. Quando um é esticado, o outro sabe.
No dia em que Davi derrota Golias, Jônatas jura sua lealdade.
E Jônatas fez um acordo de amizade com Davi, pois se tornara o seu melhor amigo. Jônatas tirou o manto que estava vestindo e o deu a Davi, com sua túnica, e até sua espada, seu arco e seu cinturão (18:3,4).
Jônatas troca as vestes de pastor de Davi por seu próprio manto de púrpura: o manto de um príncipe. Ele dá sua espada de presente para Davi. Ele, efetivamente, coroa o jovem Davi. O herdeiro do trono entrega seu trono.
E, depois, ele protege Davi. Quando fica sabendo dos planos de Saul, Jônatas avisa seu novo amigo. Quando Saul vem em busca de Davi, Jônatas o esconde. Ele normalmente dá-lhe avisos como este: "Meu pai está procurando uma oportunidade para matá-lo. Tenha cuidado amanhã cedo. Vá para um esconderijo e fique por lá" (19:2).
Jônatas faz uma promessa a Davi e dá-lhe roupas e proteção. "Existe amigo mais apegado que um irmão" (Provérbios 18:24). Davi encontrou tal amigo no filho de Saul.
Oh, como é bom ter um amigo como Jônatas. Um amigo e confidente que o protege, que não procura nada senão o seu bem, que não quer nada senão a sua felicidade. Um aliado que o permite ser quem você é. Você sente-se seguro com essa pessoa. Não é preciso pesar pensamentos ou medir palavras.Você sabe que a mão dele separará o joio do trigo, reterá o que é importante e, com um sopro de bondade, soprará o restante. Deus deu a Davi esse amigo.
Ele deu um a você também. Davi encontrou um companheiro em um príncipe de Israel; você pode encontrar um amigo no Rei de Israel, Jesus Cristo. Ele não fez uma aliança com você? Entre suas últimas palavras estão as seguintes: "Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos" (Mateus 28:20).
Davi encontrou um companheiro em um príncipe de Israel; você pode encontrar um amigo no Rei de Israel, Jesus Cristo.
Ele não o vestiu? Ele oferece-lhe "roupas brancas para que você cubra a sua vergonhosa nudez" (Apocalipse 3:18). Cristo cobre-o com vestes adequadas para o céu.
Na verdade, ele vai além de Jônatas. Ele não só lhe dá o próprio manto; ele põe seus trapos."Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pe­cado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus" (2 Coríntios 5:21).
Jesus veste você. E, como Jônatas, ele prepara-o. Você é convidado a " [vestir] toda a armadura de Deus, para [poder] ficar [firme] contra as ciladas do Diabo" (Efésios 6:11).
Você quer um amigo verdadeiro? Você tem um. E, por causa disso, você tem uma escolha. Você pode concentrar-se em seu Saul ou em seu Jônatas, ponderar sobre a malícia de seu monstro ou a bondade de seu Cristo.
De seu arsenal, Deus dá-lhe o cinto da verdade, a couraça da jus­tiça, o escudo da fé e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus (vv. 13-17).
Assim como Jônatas protegeu Davi, Jesus promete protegê-lo. "Eu lhes dou a vida eterna e elas [as minhas ovelhas] jamais perecerão; nin­guém as poderá arrancar da minha mão" (João 10:28).
Você quer um amigo verdadeiro? Você tem um. E, por causa disso, você tem uma escolha. Você pode concentrar-se em seu Saul ou em seu Jô­natas, ponderar sobre a malícia de seu monstro ou a bondade de seu Cristo.
Beverly5 prefere superestimar Cristo. Não é fácil. Como você consegue tirar seu foco do homem que a estuprou? Ele entrou na casa de Beverly passando-se por funcionário público. Ela tinha todos os motivos para confiar nele: relação pessoal e parceria profissional. Ele trabalhava para o Estado e solicitou uma audiência com ela. Mas ele a fez perder mais do que seu tempo.
Ele negou e conseguiu encobrir o ato. Enquanto ele continua a subir na escada política, Beverly reconhece-o no noticiário noturno, encontra-o em festas. Enquanto ele finge ser inocente, ela revolve-se por dentro.
Mas não do modo como ela estava acostumada. Dois anos depois do estupro, ela conheceu seu Jônatas. Uma amiga falou-lhe de Cristo — sua proteção, sua provisão e seu convite. Ela aceitou. As lembranças do estupro ainda a perseguem, mas não a controlam. Ela não ficou mais sozinha com seu Saul. Ela busca Cristo, em vez de vingança; avalia escolhas tendo em vis­ta a misericórdia dele, não a crueldade de quem a violentou. Beverly medita na presença viva de Jesus e a louva. Fazer isso é algo que cura sua alma.
Especialize-se em seu imperador do mal, se quiser. Faça chifres na foto dele. Lance flechas no retrato dele. Faça e memorize uma lista com tudo aquilo que as coisas que contaminaram sua mente levaram: sua infância, sua carreira, seu casamento, sua saúde. Leve uma vida cheia de Sauls. Atole-se na lama da dor. Você se sentirá melhor, não é?
Ou não se sentirá?
Passei boa parte do verão do colégio mergulhado na lama. Trabalhar em campos petrolíferos é um serviço consideravelmente sujo, na melhor das hipóteses. Mas seria esse o serviço mais sujo de todos? Não. Remover o lodo de tanques de petróleo vazios certamente era pior. O chefe da seção deixava esses serviços para os ajudantes que apareciam no verão. (Obri­gado, chefe.) Colocávamos máscaras de gás, fazíamos força para abrir a porta de metal e entrávamos, tendo lama contaminada na altura dos tor­nozelos. Minha mãe queimava as roupas que eu usava para trabalhar. O mau cheiro impregnava o ar.
Fique um bom tempo mergulhado no fedor de sua dor e você ficará com o cheiro da toxina que tanto despreza.
Destino semelhante podem ter as suas roupas. Fique um bom tem­po mergulhado no fedor de sua dor e você ficará com o cheiro da toxina que tanto despreza.
Qual a melhor opção? Fique na companhia de seu Jônatas. Lamente-se menos por Saul; adore mais a Cristo. Junte-se a Davi enquanto ele proclama:
O SENHOR vive!
Bendita seja a minha Rocha!...
Este é o Deus que em meu favor executa vingança,
Que a mim sujeita nações.
Tu me livraste dos meus inimigos...
E de homens violentos me libertaste.
Por isso eu te louvarei entre as nações, ó SENHOR;
Cantarei louvores ao teu nome (Salmo 18:46-49).
Passeie livre e diariamente pela galeria da bondade de Deus. Ca­talogue os atos de bondade de Deus. Tudo, dos pores-de-sol à salvação — olhe para o que você tem. Seu Saul levou muita coisa, mas Cristo lhe deu mais! Deixe que Jesus seja o amigo de que você precisa. Converse com ele. Não poupe detalhes. Revele seu temor e descreva seu medo.
Seu Saul desaparecerá? Quem sabe? E até que ponto isso realmente importa? Você acaba de encontrar um amigo para toda a vida. O que poderia ser melhor do que isso?
3. Sauls furiosos
Sharon verifica o espelho retrovisor... mais uma vez. Estuda o rosto de outros motoristas... de novo. Procura por ele porque sabe que ele virá à sua procura... uma vez mais.
"Nada me afastará de você", dizia a mensagem que Tony deixara na caixa postal de Sharon. "Sou seu marido."
Os ataques repentinos de raiva, o punho ligeiro do marido e seus olhos roxos provocaram o divórcio. Ele ainda negligenciava advertências, ignorava ordens restritas e ridicularizava a lei.
Por isso Sharon consulta o retrovisor... insistentemente.
Perto dali, Adam, funcionário de um escritório, faz a mesma coisa. Ele espia a porta da sala de seu chefe, vê a cadeira vazia e suspira de alívio. Com um pouco de sorte, ele terá uma hora, talvez duas, antes que o Tio Patinhas do mundo da Internet apareça à sua porta, provavelmente de ressaca, furioso e desorientado.
O Tio Patinhas Jr. herdou a empresa do Sr. Tio Patinhas. Dirigir a empresa é algo que deixa Júnior frustrado. Ele redireciona seu estresse para os funcionários de quem mais precisa, como, por exemplo, Adam. Júnior fala alto e esbraveja; solta insultos todos os dias e distribui elogios com a freqüência de um cometa Halley.
Sharon se esquiva do ex-marido, Adam evita o chefe. E você? Que bicho-papão vagueia pelo seu mundo?
Mães controladoras. Técnicos que vieram da escola de Stalin. O professor bravo de matemática. O comandante autonomeado do cubícu­lo. O rei que decide encravar o jovem pastor na parede.
Essa última história aconteceu com Davi. Pobre Davi. O vale de Elá revelou-se um campo de treinamento para a corte real. Quando Go­lias perdeu sua cabeça, os hebreus transformaram Davi em seu herói. O povo promoveu um desfile para espalhar rapidamente a notícia, cantando: "Saul matou milhares e Davi, dezenas de milhares" (1 Samuel 18:7).
Saul explode como o vulcão Vesúvio. Passa a examinar Davi "dali em diante" (18:9). O rei já tem a alma perturbada, propensa a ter acessos de raiva, suficientemente louca para comer abelhas. A popularidade de Davi irritou Saul. "Encravarei Davi na parede" (18:11).
Saul tenta matar o menino de ouro de Belém em seis diferentes momentos. Primeiro, ele pede a Davi que se case com sua filha Mical. Parece um gesto gentil, até você ler sobre o preço brutal que Saul exigiu pela noiva. O prepúcio de cem filisteus. Sem dúvida, um dos filisteus matará Davi, espera Saul. Não é o que acontece. Davi dobra a exigência e volta com a prova (18:25-27).
Saul não desiste. Ordena aos seus servos e a Jônatas que matem Davi, mas eles se recusam a fazê-lo (19:1). Ele tenta encravá-lo com a lança outra vez, mas não consegue (19:10). Saul envia mensageiros à casa de Davi para o matarem, mas Mical, esposa de Davi, o faz descer por uma janela. Davi, o papa-léguas, fica um passo à frente de Saul, o coiote.
A raiva de Saul estarrece Davi. O que ele fez senão o bem? Ele levou cura pela música ao espírito atormentado de Saul, esperança à nação en­fraquecida. Ele é o Abraham Lincoln da calamidade dos hebreus, salvando a república e fazendo isso modesta e honestamente. Ele "tinha êxito em tudo o que fazia" (18:14). "Todo o Israel e todo o Judá, porém, gostavam de Davi" (18:16). Davi "tinha mais habilidade do que os outros oficiais de Saul e assim tornou-se ainda mais famoso" (18:30).
Contudo, o monte Saul continua em erupção, recompensando os feitos de Davi com lanças voadoras e planos para assassiná-lo. Entende­mos a pergunta que Davi faz para Jônatas: "O que foi que eu fiz? Qual foi o meu crime? Qual foi o pecado que cometi contra seu pai para que ele queira tirar a minha vida?" (20:1).
Jônatas não tem resposta para dar, pois não há resposta. Quem pode justificar a raiva de um Saul?
Quem sabe por que um pai atormenta um filho, uma esposa des­denha o marido, um chefe coloca os funcionários uns contra os outros? Mas é o que acontece. Saul ainda tem raiva de nosso planeta. Ditadores torturam, patrões seduzem, ministros abusam, sacerdotes molestam, os fortes e poderosos controlam e enganam os vulneráveis e inocentes. Os Sauls ainda perseguem os Davis.
Como Deus responde em tais casos? Aplica o castigo merecido? Talvez queiramos que ele faça isso. Ele tornou-se conhecido por acabar com alguns Herodes e faraós. Não posso dizer como ele cuidará dos seus. Ele lhe enviará um Jônatas.
Deus responde à crueldade de Saul com a lealdade de Jônatas. Jônatas poderia ter ficado tão enciumado quanto Saul. Como filho de Saul, ele preparava-se para herdar o trono. Como um nobre soldado, ele estava lutando contra os filisteus enquanto Davi ainda estava apascentan­do ovelhas.
Jônatas tinha razão para desprezar Davi, mas não desprezava. Ele era generoso. Generoso porque a mão do Tecelão Mestre tomou seu coração e o de Davi e fez uma emenda entre eles. "Surgiu tão grande amizade entre Jônatas e Davi que Jônatas tornou-se o seu melhor amigo" (18:1).
A mão do Tecelão Mestre tomou seu coração e o de Davi e fez uma emenda entre eles.
Como se dois corações fossem dois tecidos, Deus os "costura e jun­ta com um fio". De tão entrelaçados que estão, quando um é deslocado, o outro percebe. Quando um é esticado, o outro sabe.
No dia em que Davi derrota Golias, Jônatas jura sua lealdade.
E Jônatas fez um acordo de amizade com Davi, pois se tornara o seu melhor amigo. Jônatas tirou o manto que estava vestindo e o deu a Davi, com sua túnica, e até sua espada, seu arco e seu cinturão (18:3,4).
Jônatas troca as vestes de pastor de Davi por seu próprio manto de púrpura: o manto de um príncipe. Ele dá sua espada de presente para Davi. Ele, efetivamente, coroa o jovem Davi. O herdeiro do trono entrega seu trono.
E, depois, ele protege Davi. Quando fica sabendo dos planos de Saul, Jônatas avisa seu novo amigo. Quando Saul vem em busca de Davi, Jônatas o esconde. Ele normalmente dá-lhe avisos como este: "Meu pai está procurando uma oportunidade para matá-lo. Tenha cuidado amanhã cedo. Vá para um esconderijo e fique por lá" (19:2).
Jônatas faz uma promessa a Davi e dá-lhe roupas e proteção. "Existe amigo mais apegado que um irmão" (Provérbios 18:24). Davi encontrou tal amigo no filho de Saul.
Oh, como é bom ter um amigo como Jônatas. Um amigo e confi­dente que o protege, que não procura nada senão o seu bem, que não quer nada senão a sua felicidade. Um aliado que o permite ser quem você é. Você sente-se seguro com essa pessoa. Não é preciso pesar pensamentos ou medir palavras.Você sabe que a mão dele separará o joio do trigo, re­terá o que é importante e, com um sopro de bondade, soprará o restante. Deus deu a Davi esse amigo.
Ele deu um a você também. Davi encontrou um companheiro em um príncipe de Israel; você pode encontrar um amigo no Rei de Israel, Jesus Cristo. Ele não fez uma aliança com você? Entre suas últimas palavras estão as seguintes: "Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos" (Mateus 28:20).
Davi encontrou um companheiro em um príncipe de Israel; você pode encontrar um amigo no Rei de Israel, Jesus Cristo.
Ele não o vestiu? Ele oferece-lhe "roupas brancas para que você cubra a sua vergonhosa nudez" (Apocalipse 3:18). Cristo cobre-o com vestes adequadas para o céu.
Na verdade, ele vai além de Jônatas. Ele não só lhe dá o próprio manto; ele põe seus trapos."Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pe­cado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus" (2 Coríntios 5:21).
Jesus veste você. E, como Jônatas, ele prepara-o. Você é convidado a " [vestir] toda a armadura de Deus, para [poder] ficar [firme] contra as ciladas do Diabo" (Efésios 6:11).
Você quer um amigo verdadeiro? Você tem um. E, por causa disso, você tem uma escolha. Você pode concentrar-se em seu Saul ou em seu Jônatas, ponderar sobre a malícia de seu monstro ou a bondade de seu Cristo.
De seu arsenal, Deus dá-lhe o cinto da verdade, a couraça da jus­tiça, o escudo da fé e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus (vv. 13-17).
Assim como Jônatas protegeu Davi, Jesus promete protegê-lo. "Eu lhes dou a vida eterna e elas [as minhas ovelhas] jamais perecerão; nin­guém as poderá arrancar da minha mão" (João 10:28).
Você quer um amigo verdadeiro? Você tem um. E, por causa disso, você tem uma escolha. Você pode concentrar-se em seu Saul ou em seu Jô­natas, ponderar sobre a malícia de seu monstro ou a bondade de seu Cristo.
Beverly5 prefere superestimar Cristo. Não é fácil. Como você con­segue tirar seu foco do homem que a estuprou? Ele entrou na casa de Beverly passando-se por funcionário público. Ela tinha todos os motivos para confiar nele: relação pessoal e parceria profissional. Ele trabalhava para o Estado e solicitou uma audiência com ela. Mas ele a fez perder mais do que seu tempo.
Ele negou e conseguiu encobrir o ato. Enquanto ele continua a subir na escada política, Beverly reconhece-o no noticiário noturno, encontra-o em festas. Enquanto ele finge ser inocente, ela revolve-se por dentro.
Mas não do modo como ela estava acostumada. Dois anos depois do estupro, ela conheceu seu Jônatas. Uma amiga falou-lhe de Cristo — sua proteção, sua provisão e seu convite. Ela aceitou. As lembranças do estupro ainda a perseguem, mas não a controlam. Ela não ficou mais sozinha com seu Saul. Ela busca Cristo, em vez de vingança; avalia escolhas tendo em vis­ta a misericórdia dele, não a crueldade de quem a violentou. Beverly medita na presença viva de Jesus e a louva. Fazer isso é algo que cura sua alma.
Especialize-se em seu imperador do mal, se quiser. Faça chifres na foto dele. Lance flechas no retrato dele. Faça e memorize uma lista com tudo aquilo que as coisas que contaminaram sua mente levaram: sua infância, sua carreira, seu casamento, sua saúde. Leve uma vida cheia de Sauls. Atole-se na lama da dor. Você se sentirá melhor, não é?
Ou não se sentirá?
Passei boa parte do verão do colégio mergulhado na lama. Trabalhar em campos petrolíferos é um serviço consideravelmente sujo, na melhor das hipóteses. Mas seria esse o serviço mais sujo de todos? Não. Remover o lodo de tanques de petróleo vazios certamente era pior. O chefe da seção deixava esses serviços para os ajudantes que apareciam no verão. (Obri­gado, chefe.) Colocávamos máscaras de gás, fazíamos força para abrir a porta de metal e entrávamos, tendo lama contaminada na altura dos tor­nozelos. Minha mãe queimava as roupas que eu usava para trabalhar. O mau cheiro impregnava o ar.
Fique um bom tempo mergulhado no fedor de sua dor e você ficará com o cheiro da toxina que tanto despreza.
Destino semelhante podem ter as suas roupas. Fique um bom tem­po mergulhado no fedor de sua dor e você ficará com o cheiro da toxina que tanto despreza.
Qual a melhor opção? Fique na companhia de seu Jônatas. Lamente-se menos por Saul; adore mais a Cristo. Junte-se a Davi enquanto ele proclama:
O SENHOR vive!
Bendita seja a minha Rocha!...
Este é o Deus que em meu favor executa vingança,
Que a mim sujeita nações.
Tu me livraste dos meus inimigos...
E de homens violentos me libertaste.
Por isso eu te louvarei entre as nações, ó SENHOR;
Cantarei louvores ao teu nome (Salmo 18:46-49).
Passeie livre e diariamente pela galeria da bondade de Deus. Ca­talogue os atos de bondade de Deus. Tudo, dos pores-de-sol à salvação — olhe para o que você tem. Seu Saul levou muita coisa, mas Cristo lhe deu mais! Deixe que Jesus seja o amigo de que você precisa. Converse com ele. Não poupe detalhes. Revele seu temor e descreva seu medo.
Seu Saul desaparecerá? Quem sabe? E até que ponto isso realmente importa? Você acaba de encontrar um amigo para toda a vida. O que poderia ser melhor do que isso?
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DEVOCIONAL - RECEITA PARA UMA VIDA PLENA

“Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malícia seja tirada de entre vós. Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Efésios 4.31,32).
Mesmo tendo sido recriado em Cristo e, portanto, sendo nova criatura, o cristão precisa livrar-se do que o impede de agradar a Deus. O espírito humano pode deixar que seja influenciado pelo que o rodeia e, assim, contaminar-se. Para que isso não aconteça, é preciso expurgar toda amargura, ira, cólera, blasfêmia, gritaria e malícia, bem como as coisas correlatas a elas. Já a benignidade, a misericórdia e o perdão devem ser cultivados. Então, não tome outra atitude, senão a mesma que o Senhor tomou por nós, pois ela dará solução aos seus problemas.
O Senhor nos concedeu o Manual do bom viver: a Sagrada Escritura. Ela nos diz que existem coisas que se apegam a nós, das quais temos de nos livrar antes que fiquemos contaminados. O nosso espírito é novo, recriado, mas, mesmo assim, a mente é antiga e, muitas vezes, custa a se sujeitar ao novo estilo de vida que há em Cristo. No entanto, a Palavra determina que nos transformemos pela renovação da mente (Romanos 12.2).
Adão foi criado à imagem e semelhança do Criador. Ele possuía condições de se manter puro e temente a Deus. O mesmo se pode dizer da nova obra que o Altíssimo faz em nós. Somos recriados em Cristo, sem defeito algum. Porém, precisamos ficar atentos para não cairmos nas artimanhas do maligno. Não é bom deixar que permaneça em nós um só item apresentado na passagem de Efésios. Todos devem ser expurgados, ou teremos sérios problemas.
Fique atento e não permita que seu espírito retenha amargura, ira, cólera, gritaria, blasfêmia, malícia, dentre outros sentimentos maléficos, pois causam um estrago enorme em quem lhes dá lugar. O melhor é não deixar, nem por um momento, que eles lhe façam companhia. Não importa quem o ofendeu e em que grau ocorreu a ofensa. Anote bem os itens relacionados pelo Senhor e não permita que nem mesmo um deles o domine.
Livre-se desses defeitos perigosos e adote a benignidade, a misericórdia e o perdão como seus companheiros. Com esses atributos divinos, você viverá bem. Eles são parte do Senhor Deus e são oferecidos a nós para que nos aproximemos mais do tipo de vida que Ele deseja que desfrutemos.
Faz um bem tremendo ter o mesmo tipo de atitude do Senhor. Em Cristo, Ele nos amou e nos aceitou para cumprir Seu sonho em nós. Quem se permite ser dirigido por Deus provará o quanto Seu amor é real. Essa é a solução para todos os nossos males.
Em Cristo, com amor,
R. R. Soares

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