VERSÍCULOS DO DIA!!!

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Cicatrizes De Amor


Num dia caloroso de verão no sul da Florida, um garoto decidiu ir nadar no lago atrás de sua casa.
Saiu correndo pela porta traseira, se jogou na água e ficou nadando feliz.
Sua mãe desde a casa olhava pela janela, e viu com horror o que estava acontecendo.
Em seguida correu atrás de seu filho gritando o mais forte que podia.
Ouvindo a mãe, o menino se tocou, olhou e foi nadando ate ela. Porém era tarde, muito tarde.
A mãe conseguiu agarrar o menino pelos braços justo quando o animal agarrava suas pernas. A mulher lutava determinada, com toda a força do seu coração.
O crocodilo era mais forte, mas a mãe era muito mais apaixonada e seu amor não a abandonava.
Um senhor que escutou os gritos correu para o lugar com uma pistola e matou o crocodilo.
O menino sobreviveu e, ainda que suas pernas tenham sofrido bastante, ele pôde voltar a caminhar.
Quando saiu do trauma, um enfermeiro lhe perguntou se ele queria mostrar as cicatrizes das suas pernas.
O menino levantou o lençol e mostrou ao rapaz.
Então, com grande orgulho e arregaçando as mangas ele disse: "Mas as que você deve ver são estas".
Eram as marcas das unhas da sua mãe que haviam pressionado com força sua pele.
"As tenho porque mamãe não me soltou e salvou minha vida".
Moral da Historia: Nós também temos cicatrizes de um passado doloroso.
Algumas foram causadas por nossos pecados, por pequenas ou grandes falhas, por desobediência, porem algumas foram das unhas de Deus que nos segurou com força para que não caíssemos nas garras do mal.
Mas lembra que se alguma vez doeu tua alma, foi porque Deus te agarrou bem forte para que não caísses.
Lembra que se tiveres vergonha de Deus, ele também terá vergonha de ti...

A Mula

Uma mula, sempre folgada, por não trabalhar e ainda assim ganhar generosas quantidades de milho como ração, vivia orgulhosa dentro do curral. Era toda vaidosa, e comportava-se como se fosse o mais importante animal do grupo. E confiante, falava consigo mesma: 

Meu pai com certeza foi um grande e Belo Raça Pura. Fico orgulhosa por ter herdado todo seu espírito, graciosidade, resistência e beleza. 

Pouco tempo depois, ao ser levada a uma longa marcha, como um simples animal de carga, cansada de tanto caminhar, exclama desconsolada: 

Talvez tenha cometido um erro de avaliação. Meu pai, pode Ter sido apenas um simples Burro de carga. 

Moral da História: Ao desejar ser aquilo que não somos, estamos plantando dentro de nós a semente da frustração

O Fazendeiro e seus Filhos

Um rico e já idoso fazendeiro, que sabia não ter mais tantos de anos de vida pela frente, chamou seus filhos à beira da cama e lhes disse:

"Meus filhos, escutem com atenção o que tenho para lhes dizer. Não façam partilha da fazenda que por muitas gerações tem pertencido a nossa família. Em algum lugar dela, no campo, enterrado, há um valioso tesouro escondido. Não sei o ponto exato, mas ele está lá, e com certeza o encontrarão. Se esforcem, e em sua busca, não deixem nenhum ponto daquele vasto terreno intocado." 

Dito isso o velho homem morreu, e tão logo ele foi enterrado, seus filhos começaram seu trabalho de busca. Cavaram com vontade e força, revirando cada pedaço de terra da fazenda com suas pás e seus fortes braços. 

E continuaram por muitos dias, removendo e revirando tudo que encontravam pela frente. E depois de feito todo trabalho, o fizeram outra vez, e mais outra, duas, três vezes.

Nenhum tesouro foi encontrado. Mas, ao final da colheita, quando eles se sentaram para conferir seus ganhos, descobriram que haviam lucrado mais que todos seus vizinhos. Isso ocorreu porque ao revirarem a terra, o terreno se tornara mais fértil, mais favorável ao plantio, e consequentemente, a generosa safra.

Só então eles compreenderam que a fortuna da qual seu pai lhes falara, era a abundante colheita, e que, com seus méritos e esforços haviam encontrado o verdadeiro tesouro. 

Moral da História: O Trabalho diligente é em si um tesouro.

Pensando no bem comum...

Sr. Raul, homem probo, que sempre lutara contra uma enfermidade incurável, estava no quintal da sua casa em cidade litorânea, fazendo um buraco no solo a fim de plantar uma muda de mangueira, quando uma vizinha que o observava por cima do muro perguntou:

Sr. Raul, o senhor já está em idade avançada e não ignora que a enfermidade pode levá-lo a qualquer momento.

Assim sendo, sabe que não comerá mangas dessa mangueira. Por que tanto esforço em plantá-la?

Aquele homem simples pensou um instante, olhou para a vizinha e respondeu com sabedoria:

Até hoje como mangas que nunca plantei.

A resposta curta traz em si mesma grande conteúdo que vale a pena ser meditado.

Se todos agíssemos como o Sr. Raul, certamente o mundo teria outra feição em pouquíssimo tempo.

Quantas coisas nos beneficiam sem que tenhamos tomado parte nelas.

Quantas frutas saborosas temos comido sem que tenhamos plantado as árvores que as produzem.

Quanta sombra temos aproveitado de árvores frondosas que jamais plantamos.

Quantos acidentes são evitados porque alguém passa, percebe o buraco na estrada, e trata de sinalizá-lo para os que virão em seguida.

Quantos medicamentos aliviam nossas dores sem que sequer saibamos quem os elaborou.

Quantas atitudes louváveis de criaturas que pensam mais nos outros que em si mesmas.

Ghandi sabia que não desfrutaria de uma Índia livre do jugo da Inglaterra, mas lutou por libertá-la pensando nos seus irmãos.

Martin Luther King Junior sabia que seu sonho estava distante da realização, mas deu a vida para que suas ideias pudessem beneficiar brancos e negros.

Albert Schweitzer não pensou em si mesmo quando abandonou a vida de conforto e opulência para se embrenhar na selva africana e ajudar os nativos, desinteressadamente.

Madre Teresa de Calcutá não hesitou em abandonar a vida confortável do convento para auxiliar seus irmãos a sorver as gotas de sofrimento, em nome do amor.

Marie Curie foi vítima da radioatividade, mas contribuiu grandemente com a Humanidade nas pesquisas que empreendeu sobre o elemento rádio.

Em momento algum essas criaturas pensaram em si mesmas, mas tão somente no benefício que seu esforço poderia trazer para os demais.

Como Madame Curie, outros tantos cientistas passam anos enclausurados em seus laboratórios em busca de novas fórmulas para aliviar as dores da Humanidade inteira.

Agir dessa forma é agir com altruísmo. É não ser egoísta. É pensar no bem comum ao invés de pensar somente em si.

Quando todos nós pensarmos assim, estaremos preparados para contemplar um mundo melhor. Um mundo construído por todos e para todos, como verdadeiros irmãos.

A Justiça Divina conduz aos nossos lábios a taça que nós próprios envenenamos e igualmente leva aos nossos olhos as maravilhas que houvermos semeado em nossa estrada evolutiva.

Na esteira do progresso e através da reencarnação receberemos de conformidade com as nossas obras.

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