VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O verdadeiro ensinamento da vida

Uma mulher regava o jardim de sua casa e viu três velhos à sua frente.

Não os conhecia e disse:
– Não creio conhecê-los, mas devem ter fome. Por favor, entrem em minha casa e comam algo.
Eles perguntaram:
– O homem da casa está?
– Não, respondeu ela.
– Então, não podemos entrar.
Ao entardecer, quando o marido chegou, ela contou o sucedido.
– Ora, diga-lhes para que entrem!
A mulher saiu e convidou os três.
– Não podemos entrar os três juntos, explicaram os velhinhos.
– Por quê?
Um dos homens apontou um dos companheiros e explicou:
– Seu nome é riqueza.
Logo indicou o outro:
– Seu nome é êxito e eu me chamo amor.
Agora, entre e decida com seu marido qual dos três será convidado.
A mulher entrou e contou ao marido sobre o que ouvira.
O homem ficou feliz:
– Que bom! E já que o assunto é assim, convidemos a riqueza! Que entre e encha nossa casa.
A mulher não concordou:
– Querido, por que não convidamos êxito?
A filha que estava escutando veio correndo:
– Não seria melhor convidar amor? Nossa casa ficaria, então, feliz…
– Sigamos o conselho de nossa filha, disse o marido à sua mulher. Vá lá fora e convide o amor a ser nosso hóspede.
A mulher saiu e perguntou:
– Qual de vocês é amor? Por favor, venha. Você é nosso convidado.
O amor avançou para dentro da casa e os outros dois o seguiram.
Surpreendida, a mulher perguntou:
– Convidei amor, por que o seguem? Também vão entrar?
Os velhos responderam juntos:
– Se tivesse convidado a riqueza, ou o êxito, os outros dois ficariam de fora. Mas, como o amor foi convidado, onde ele vai nós o seguimos.

O aborto

A gravidez veio na hora indesejada, lembrava-se Laura. Veio na

hora errada e ainda trazia riscos de várias ordens. A saúde debilitada, problemas familiares, o desemprego…
Seu primeiro impulso foi o aborto. Tomou uns chás que, em vez de “resolver”, a debilitaram ainda mais.
Recuperada, buscou uma dessas pessoas que arrancam, ainda no ventre, o chamado problema das mães que não desejam levar adiante a gestação.
Naquele dia, a parteira havia adoecido e faltara.
Laura voltou para casa preocupada, mil situações lhe passavam
pela mente.
À noite, deitou-se e custou a adormecer, mas foi vencida pelo sono. No sonho viu um belo jovem  pedindo-lhe algo que, na manhã seguinte não soube definir.
Durante todo o dia não conseguiu tirar aquela imagem da mente, de sorte que esqueceu a gravidez.
Na noite seguinte voltou a sonhar com o mesmo jovem, só que acordou com a agradável sensação de tão doce quanto agradável
“OBRIGADO”.
Era como se ainda visse seus lábios pronunciando palavras de agradecimento, enquanto de seu coração irradiava uma paz indefinível.
Desistiu do aborto. Enfrentou tudo, superou todos os riscos e saiu vitoriosa…
Hoje, passados 23 anos do episódio, ouve consternada seu belo e jovem filho pronunciar, do púlpito da solenidade de sua formatura, ante uma extasiada multidão:
— E agradeço sobretudo à minha mãe, que me alimentou o corpo e o espírito, dando-me não só comida, mas carinho, companhia, amor e, principalmente, vida.
E, olhando-a nos olhos, o filho pronunciou, num tom inconfundível:
— Obrigado!
Ela não teve dúvidas. Foi o mesmo obrigado, doce e agradável de um sonho, há 23 anos…
A mulher que nega o ventre ao filho que Deus lhe confia, nega-se a si mesma a oportunidade de ouvir a cantiga alegre da criança indefesa a rogar-lhe carinho e proteção.
Perde a oportunidade de dar à luz um espírito sedento de evolução, rogando-lhe uma chance de reencarnar, para juntos superarem dificuldades e estreitarem laços de amizade e afeto.
Se você mulher, está passando pela mesma situação de Laura, mire-se no seu exemplo e permita-se ser mãe.
Permita-se sentir, daqui há alguns meses, o agradecimento no olhar do pequenino que lhe roga o calor do colo e uma chance de viver.
Conceda-se a alegria, de daqui há alguns anos ornamentar o pescoço com a joia mais valiosa da face da terra: os bracinhos frágeis da criança, num abraço carinhoso a lhe dizer: obrigado
mamãe, por ter me permitido nascer e crescer, e fazer parte desse mundo negado a tantos filhos de Deus.
Pense nisso!

A árvore e as quatro estações

Um homem morava no deserto e tinha quatro filhos. Querendo que seus filhos aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos, os enviou para uma terra um onde tinha muitas árvores. Mas ele os enviou em diferentes épocas do ano. O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono.
Quando o último deles voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto. O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo. O segundo filho discordou e disse que na verdade as árvores eram muito verdes e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro. O terceiro filho disse que eles estavam errados, porque elas estavam repletas de flores, com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa! Já o mais novo discordou de todos e disse que as árvores estavam tão cheias de frutos que até se curvava com o peso, passando a imagem de algo cheio de vida e substância.
Aquele pai então explicou aos seus filhos adolescentes que todos eles estavam certos. Na verdade eles viram as mesmas árvores em diferentes estações daquele mesmo ano. Ele disse que não se pode julgar uma árvore ou pessoas por apenas uma estação ou uma fase de sua vida. Ele explicou que a essência do que elas são, a alegria, o prazer, o amor, mas também as fases aparentemente ruins que vem daquela vida, só podem ser medidas no final da jornada quando todas as estações forem concluídas.
Se você desistir quando chegar o “inverno”, você vai perder as promessas da primavera, a beleza do verão e a plenitude do outono. Não permita que dor de apenas uma “estação” destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida por apenas uma fase. Persevere através dos caminhos dificultosos e épocas melhores virão com certeza!

Vencendo o desânimo

O grande carro de luxo parou diante do pequeno escritório à entrada do cemitério e o chofer, uniformizado, dirigiu-se ao vigia. – Você pode acompanhar-me, por favor? É que minha patroa está doente e não pode andar, explicou. Quer ter a bondade de vir falar com ela? Uma senhora de idade, cujos olhos fundos não podiam ocultar o profundo sofrimento, esperava no carro. – Sou a Sra. Adams, disse-lhe. – nestes últimos dois anos mandei-lhe cinco dólares por semana… _ Para as flores, lembrou o vigia. – Justamente. Para que fossem colocadas na sepultura de meu filho. – Vim aqui hoje, disse um tanto consternada, porque os médicos me avisaram que tenho pouco tempo de vida. Então quis vir até aqui para uma última visita e para lhe agradecer. O funcionário teve um momento de hesitação, mas depois falou com delicadeza: – Sabe, minha senhora, eu sempre lamentei que continuasse mandando o dinheiro para as flores… – Como assim? Perguntou a dama. – É que… A senhora sabe… As flores duram tão pouco tempo… – E afinal, aqui, ninguém vê… – O senhor sabe o que está dizendo? Retrucou à senhora Adams. – Sei, sim senhora. Pertenço a uma associação de serviço social, cujos membros visitam os hospitais e os asilos. – Lá, sim, é que as flores fazem muita falta… – Os internados podem vê-las e apreciar seu perfume. A senhora deixou-se ficar em silêncio por alguns segundos. Depois, sem dizer uma palavra, fez um sinal ao chofer para que partissem. Meses depois, o vigia foi surpreendido por outra visita. Duplamente surpreendido porque, desta vez, era a própria senhora que vinha guiando o carro. – Agora eu mesma levo as flores aos doentes, explicou-lhe, com um sorriso amável. – O senhor tem razão. Os enfermos ficam radiantes e fazem com que eu me sinta feliz. – Os médicos não sabem a razão da minha cura, mas eu sei. – É que reencontrei motivos para viver. Não esqueci meu filho, pelo contrário, dou as flores em seu nome e isso me dá forças. A Sra. Adams descobrira o que quase todos não ignoramos, mas muitas vezes esquecemos. Auxiliando os outros, conseguira auxiliar-se a si própria.

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