Um homem morreu, e ao se dar conta, viu que Deus se aproximava e tinha uma maleta com Ele.
E Deus disse:
- Bem, filho, hora de irmos.
O homem assombrado perguntou:
- Já? Tão rápido? Eu tinha muitos planos..
- Sinto muito, mas é o momento de sua partida.
- O que tem na maleta? Perguntou o homem.
E Deus respondeu:
- Os seus pertences!!!
- Meus pertences? Minhas coisas, minha roupa, meu dinheiro?
Deus respondeu:
- Esses nunca foram seus, eram da terra.
- Então são as minhas recordações?
- Elas nunca foram suas, elas eram do tempo.
- Meus talentos?
- Esses não pertenciam a você, eram das circunstâncias.
- Então são meus amigos, meus familiares?
- Sinto muito, eles nunca pertenceram a você, eles eram do caminho.
- Minha mulher e meus filhos?
- Eles nunca lhe pertenceram, eram de seu coração.
- É o meu corpo.
- Nunca foi seu, ele era do pó.
- Então é a minha alma.
- Não! Essa é minha.
Então, o homem cheio de medo, tomou a maleta de Deus e ao abri-la se deu conta de que estava vazia... Com uma lágrima de desamparo brotando em seus olhos, o homem disse:
- Nunca tive nada?
- É assim, cada um dos momentos que você viveu foram seus. A vida é só um momento... Um momento só seu!
Por isso, enquanto estiver no tempo, desfrute-o em sua totalidade. Que nada do que você acredita que lhe pertence
o detenha... Viva o agora! Viva sua vida!
E não se esqueça de SER FELIZ, é o único que realmente vale a pena!
As coisas materiais e todo o resto pelo que você luta fica aqui.
VOCÊ NÃO LEVARÁ NADA!
Valorize àqueles que valorizam você, não perca tempo com alguém que não tem tempo para você.
(desconheço autoria)
VERSÍCULOS DO DIA!!!
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
A MALETA
Postado por Bárbara HelenaAPENAS EMPURRE
Postado por Bárbara HelenaUma noite, um homem estava dormindo em sua cabana quando de repente Seu quarto ficou cheio de luz e Deus lhe apareceu. O Senhor disse ao homem o trabalho que ele deveria fazer para Ele e mostrou-lhe uma grande rocha na frente de sua cabana.
O Senhor explicou que o homem deveria empurrar (PUSH) a rocha com toda a sua força. O homem então o fez, dia após dia. Por muitos anos ele pelejou de sol a sol; com seus ombros escorados na fria e maciça superfície da rocha imóvel, empurrando-a com toda a sua força.
A cada noite o homem retornava à sua cabana aborrecido e sem roupa, sentindo que havia gasto todo o seu dia em vão. Desde que o homem mostrou-se desencorajado, o adversário (Satanás) decidiu entrar em cena colocando pensamentos em sua mente desgastada.
- Você tem empurrado essa rocha por tanto tempo, e ela ainda nem sequer se moveu.
Isso dava ao homem a impressão de que sua tarefa era impossível e que ele era um fracasso. Esses pensamentos desencorajavam e desanimavam o homem.
- Por que eu vou me matar tentando fazer isso? Ele pensou. Eu farei apenas o possível, colocando o mínimo esforço e isso será suficiente.
E era o que ele planejava fazer, até que um dia ele decidiu fazer disso um alvo de oração e levar os seus pensamentos atribulados ao Senhor.
- Senhor, ele disse, eu tenho trabalhado duro e por muito tempo em Teu serviço, colocando toda a minha força pra fazer aquilo que o Senhor me mandou.
Entretanto, após todo esse tempo eu não consegui mover essa rocha por nem um milímetro. O que está errado? Por que eu tenho falhado?. O Senhor respondeu com compaixão:
- Meu filho, quando eu lhe disse para me servir e você aceitou, eu disse que tua tarefa seria empurrar a rocha com toda a tua força, e é o que você tem feito. Eu nunca sequer mencionei que eu esperava que você a movesse. Tua tarefa era empurrá-la. E agora você vem a mim após todo o teu esforço, pensando que você falhou. Mas será isso realmente verdade? Olhe para si mesmo. Teus braços estão fortes e musculosos, tuas costas estão enrijecidas e bronzeadas, tuas mãos estão calejadas pela pressão constante, tuas pernas se tornaram musculosas e firmes. Pela oposição você cresceu muito e agora tuas habilidades superam o que você era antes. Ainda assim, você não moveu a rocha, mas teu chamado foi para ser obediente e empurrar, exercitando tua fé e confiança na minha sabedoria. E isso foi o que você fez. Agora, meu amigo, Eu mesmo moverei a rocha.
Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, nós tendemos a usar nosso próprio intelecto pra decifrar o que Ele quer, quando na verdade o que Ele deseja é apenas nossa obediência e fé Nele. Em todos os sentidos, exercite a fé que remove montanhas, mas saiba que continua sendo
Deus quem as move.
Quando tudo parecer estar errado, apenas empurre (P.U.S.H.)!
Quando o trabalho te deixar pra baixo, apenas P.U.S.H.!
Quando as pessoas não agirem da maneira que deveriam, apenas P.U.S.H.!
Quando o seu dinheiro parecer ir embora e as contas ficarem, apenas P.U.S.H.!
Quando as pessoas não compreenderem você... Apenas P.U.S.H.!
P. = Pray (ore)
U. = Until (até)
S. = Something (alguma coisa)
H. = Happens (acontecer)
QUE DEUS O ABENÇOE SEMPRE! APENAS PUSH, NÃO QUEIRA FAZER NADA MAIS DO QUE DEUS MANDAR.
O Jumento
Postado por Bárbara HelenaUm jumentinho, voltando para sua casa, todo contente, fala para sua mãe:
- Fui a uma cidade, e quando lá cheguei, fui aplaudido, a multidão gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão...
Todos, estavam contentes com minha presença.
Sua mãe questionou se ele estava só...
E o burrinho disse: Não, estava levando um homem com o nome de Jesus.
Então, sua mãe falou:
-Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.
Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele, fizeram o
inverso, maltratavam, xingavam e até mesmo batiam nele.
Voltando para sua casa, disse para sua mãe:
- Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem
honra... Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me
reconheceram, mamãe...
Indignado o burrinho disse a sua mãe:
- Porque isso aconteceu comigo?
Sua mãe respondeu:
- Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumento.
LEMBRE-SE SEMPRE DISSO!
O Estranho
Postado por Bárbara HelenaAlguns anos depois que nasci, o meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, o meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e, em seguida, , convidou-o a viver com a nossa família.
O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre o seu lugar na minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Os meus pais eram instrutores complementares:
A minha mãe ensinou-me o que era bom e o que era mau e meu pai ensinou-me a obedecer.
Mas o estranho era o nosso narrador.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou a minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e fazia-me chorar.
O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, a minha mãe levantava-se cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora).
O meu pai dirigia o nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.
As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, o nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas a sua linguagem inapropriada que às vezes queimava os meus ouvidos e que fazia o meu pai retorcer-se e minha mãe ruborizar-se.
O meu pai nunca nos deu permissão para beber álcool. Mas o estranho animou-nos a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. O seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que os meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante a minha adolescência pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores dos meus pais, mesmo assim, permaneceu no nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio.
Não obstante, se hoje vocês pudessem entrar na guarida dos meus pais, ainda o encontrariam sentado no seu canto, esperando que alguém quisesse escutar as suas conversas ou dedicar o seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
O seu nome?
Nós chamamos-lhe ... Televisor...
Nota:
Pede-se que este artigo seja lido em cada lar.
Agora ele tem uma esposa que se chama Computador e um filho que se chama Telemóvel !
