VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

A verdadeira riqueza

 Um homem muito rico parecia ter uma vida muito boa, a vida que qualquer pessoa pediria a Deus.
Ele tinha um filho pequeno, seu único filho, futuro herdeiro.
Ele queria incutir naquele menino desde pequeno o desejo pelo status, aquela valorização das coisas, do dinheiro, das terras, das casas, propriedades.
Enfim, sobre os bens realmente valiosos da vida.
E ele disse ao seu filho:
– Meu filho hoje nós vamos viajar para a fazenda de um primo meu que é muito rico, e naquela fazenda moram também pessoas muito pobres e nós vamos passar um final de semana diferente.
Vamos ficar hospedados na casa da família mais pobre da fazenda.
Eu quero que você veja o quê é riqueza e o que é pobreza e aprenda a valorizar as coisas.
E eles foram aquele homem muito rico e seu filho pequeno.
Quando chegaram à fazenda, foram recebidos na casa sede pelo primo milionário, que logo em seguido os levou para a casa mais pobre do lugar.
Era uma casa de barro batido feita com pau-a-pique, o telhado era feito de capim, o chão a terra bruta e o forno era a lenha.
O dono da casa morava ali com sua mulher, mais quatro filhos e quatro cachorros.
Foi naquele lugar muito humilde que eles passaram o fim de semana.
Não tiveram nenhuma facilidade, do mesmo modo que aquela família vivia o homem muito rico e seu filho também viveram.
Terminado o final de semana, o menino se despediu dos quatro amiguinhos, o pai milionário se despediu do pobre colono.
E eles voltaram para a vida na cidade.
Foi quando o pai perguntou para o filho:
– E então meu filho, o quê você achou da viajem?
E o menino disse:
 -Muito boa papai!
– Viu só meu filho!
Você viu a diferença entre viver na riqueza e viver na pobreza?
– Vi sim papai.
– E o quê foi que você aprendeu meu filho?
– Papai eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles têm quatro.
Nós temos uma piscina que alcança até o meio do jardim, e eles têm em frente de casa um riacho que não dá para ver o fim.
Papai eu vi que nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas, e eles têm as estrelas e a lua.
Papai o quintal da nossa casa vai até a rua, mas o deles é uma floresta inteira, que não tem fim.
E quando o menino disse isso o pai ficou olhando surpreso, e o menino concluiu:
– Obrigado papai, por me mostrar o quanto nós somos pobres!
Com a palavra daquele menino o homem rico parou para pensar.
E de fato, qual era a verdadeira riqueza e qual era a verdadeira pobreza?

Quem era mais feliz?

O colono que depois de um dia de trabalho, jantava satisfeito com muito apetite e dormia a noite toda, ou ele que chegava em casa e tomava whisky e calmante para dormir e mesmo assim acordava super cansado no dia seguinte.
Quem era mais feliz?
Os filhos daquele colono que podiam brincar no quintal, correr, nadar no riacho, ou seu filho que tinha horário pra tudo e uma vida tão difícil e controlada.
Quem era mais rico e quem era mais pobre?
Jesus Cristo disse o seguinte, e você confere no evangelho de Lucas cap. 12 verso 15:
“[…] Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui.”
Você não é rico por aquilo que possui!
Você não é rico por aquilo que têm!
Jesus até contou a parábola de um homem muito rico que ficou mais rico ainda.
O seu campo tinha produzido em abundância e ele arrazoada consigo mesmo perguntando: “Que farei?
Não tenho onde recolher os meus frutos.
Ah, já sei! Farei um celeiro muito maior, ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens, e direi a minha alma ‘Alma tens em depósitos muitos bens para muitos anos.
Descansa, come, bebe e folga’”, e o homem foi dormir todo satisfeito, porém, Jesus contou que naquela mesma noite Deus lhe disse: “Louco esta noite te pedirão a tua alma e o que tens preparado para quem será?”, e Jesus concluiu a parábola dizendo: “Assim é aquele que pra si ajunta tesouros e não é rico para com Deus”.
Espiritualmente falando a verdadeira riqueza é daquele que têm Jesus no coração, que coloca o reino de Deus em primeiro lugar em sua vida.
A verdadeira riqueza não é material, e sim, espiritual. Reavalie o seus valores, revise todos os seus conceitos.
A vida de qualquer pessoa disse Jesus, não consiste na abundância do que possui.
E sim, em possuir o dono de todas as coisas!

Fonte: autoria Juanribe Pagliarin

A criança na correnteza

Numa aldeia havia uma comunidade de pessoas com muitas crianças.
Os homens saiam para caçar, as mulheres se dedicavam aos afazeres de casa e as crianças brincavam.
Havia também um rio turbulento muito perigoso e traiçoeiro que cortava aquela aldeia.
Certo dia, enquanto as mulheres estavam em seus afazeres, se ouviu um grito.
Um grito de socorro, a voz de uma criança gritou:
– Socorro! – e logo muitos começaram a gritar:
– Criança no rio!
Criança no rio!
Acudam!
E as crianças que estavam na margem gritavam desesperadas:
– Acudam.
Criança no rio!
As mulheres saíram desesperadas de suas casas e correram para o rio, todas pensavam, “será que é o meu filho?”.
Ao chegarem à margem, avistaram uma criança sendo levada pelas águas turbulentas.
Um homem, que naquele dia não tinha ido trabalhar, veio correndo com uma corda amarrou-a na cintura, e sem olhar para trás, disse:
– Segurem a ponta! – e foi entrando no rio e nadando o mais rápido que conseguia.
Na margem todos ansiosos, será que o homem conseguiria salvar aquela vida.
E o homem foi nadando, e as águas turbulentas arrastando a criança.
Até que finalmente com seus braços ele conseguiu agarrar a criança, que já estava quase morrendo afogada.
E ele gritou para as pessoas na margem:
– Puxem a corda!
E ninguém fazia nada.
E ele gritava:
– Puxem a corda!
Puxem a corda!
Eu agarrei a criança, puxem!
E um olhava para o outro, “Puxar que corda?”.
Para desespero de todos, ninguém se lembrou de segurar a outra ponta da corda, na hora do nervoso todo mundo só olhava para o rio e pra criança que se afogava e se esqueceram da corda.
Triste final.
Se o homem antes de pular no rio tivesse amarrado a corda em uma rocha, ele não iria depender de ninguém.
Mas, confiando nas pessoas, achando que os outros fariam também sua parte, ele desesperado viu que não devia ter confiado em ninguém.
A Palavra de Deus diz: “Maldito o homem, que confia no homem”.
Você entendeu esta ilustração.
O rio turbulento representa o mundo e seus perigos.
A criança morrendo afogada representa o homem, a mulher; que na hora em que menos esperam são envolvidos pela turbulência da vida e começam a perecer.
O nadador representa o homem que confia nas armas matérias, nas defesas materiais ou em seus próprios recursos ou mesmo em outros homens para se salvar se esquecendo de Deus.
As pessoas na margem que não fizeram nada, são aquelas que ficam desesperadas de ver tanto horror no mundo, mas, não fazem a sua parte para melhorar este planeta.
Representa também, aquelas pessoas que dizem, “Ah, eu não vou fazer, porque o outro vai fazer”, sempre deixa pro outro, não cumpre a sua parte.
A rocha é Deus.
No livro de Isaías 17.10a está escrito assim: “Porque te esqueceste do Deus da tua salvação, e não te lembraste da rocha da tua fortaleza”.
Não coloque a sua esperança, nem a sua confiança no socorro do homem, nem de qualquer pessoa, nem de espíritos, nem de entidades, nem de pastor, nem de ninguém.
Mas, coloque a sua esperança,
Naquele que está firme.
E quem estiver sobre a Rocha não será abalado.
A sua Rocha e a sua Fortaleza é o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Autoria: Juanribe Pagliarin

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