"Conta uma
lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de
substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes
possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na
própria boca. O sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu. Entraram em uma sala
idêntica à primeira: havia um caldeirão igual ao primeiro. As pessoas em
volta com as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam
saciados. Não havia fome, nem sofrimento. "Eu não compreendo", disse
o homem a Deus, "por que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra
sala morrem de aflição, se é tudo igual?"
Deus sorriu e respondeu:
" Você não percebeu? Aqui eles aprenderam a dar comida uns aos
outros."
VERSÍCULOS DO DIA!!!
quinta-feira, 25 de junho de 2015
COLHERES DE CABO COMPRIDO autor desconhecido
Postado por Bárbara HelenaNUNCA SE ABANDONE (autor desconhecido)
Postado por Bárbara Helena
"Quando depositamos, excessivamente, confiança ou
expectativas em uma pessoa, o risco de nos decepcionarmos se torna muito
grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas
expectativas e vontades, assim como não estamos aqui para satisfazer as delas.
Nós, na verdade, podemos até beber do mesmo vinho, mas nunca na
mesma taça.
Temos que procurar nos bastar e reconhecer essa verdade...
Simplesmente nos bastar... E, quando procurarmos estar com alguém devemos fazer
isso cientes de que estamos juntos porque amamos, gostamos, queremos e nos
sentimos bem e, nunca por achar que precisamos dela, a ponto de não
conseguirmos viver sem ela e, jamais permitir que a outra pessoa desenvolva tal
sentimento por nós.
Somos individuais querendo ou não. Devemos viver por nós, sempre
buscando o propósito da nossa existência.
Aprendamos com as cordas do violão que são independentes; cada uma
fazendo a sua parte, mas, juntas constroem as mais belas melodias.
As pessoas se completam não por serem metades, mas por serem
pessoas inteiras dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e, vida!
Por isso, nunca se abandone".
LEI DO CAMINHÃO DO LIXO (autor desconhecido)
Postado por Bárbara Helena
"Um dia
peguei um taxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa, quando de
repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.
O taxista pisou
no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do
outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente.
Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de
positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável.
Indignado lhe
perguntei: Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e
nos manda para o hospital! Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu
agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo”.
Ele explicou que
muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de
lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e de
desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam
de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não
tome isso pessoalmente. Isto não é problema seu!
Apenas
sorria, acene, deseje-lhes o bem, e vá em frente. Não pegue o
lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM
CASA, ou nas ruas. Fique tranqüilo... Respire e deixe O LIXEIRO PASSAR.
O princípio
disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragar o
seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo. Limpe os sentimentos
ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações.
Ame as pessoas
que lhe tratam bem. E trate bem as que não o fazem.
A vida é dez por
cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a
recebe!
Tenha um bom dia
livre de lixo"!
O MENINO, O ANEL E O PROFESSOR (autor desconhecido)
Postado por Bárbara Helena
"Num vilarejo vivia um
velho e experiente professor que, de tão sábio, era sempre consultado pelas
pessoas da região para a solução de problemas.
Uma manhã, um rapaz que fora
seu aluno, vai até a casa desse sábio homem para conversar, desabafar e
aconselhar-se.
_ Venho aqui, professor,
porque me sinto tão pouca coisa que não tenho forças para fazer nada. Dizem que
não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota.
_ Como posso melhorar? O que
posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo,
disse:
_ Sinto muito meu jovem, mas
não posso ajudá-lo. Devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez
depois.
E, fazendo uma pausa, falou:
_ Se você me ajudasse,
poderia resolver o meu problema com maior rapidez e depois, talvez, posso
ajudá-lo.
_ Ca... Claro, professor, o
jovem gaguejando, respondeu.
Mas, mesmo sentindo-se outra
vez desvalorizado não hesitou em ajudar o seu antigo professor. Este tirou um anel
que usava no dedo pequeno, deu ao rapaz e disse:
_ Monte no cavalo e vá até o
mercado. Devo vender este anel porque tenho que pagar uma dívida.
E continuou dizendo:
_ É preciso que obtenha,
pelo anel, a melhor avaliação possível, mas não aceite menos que uma moeda de
ouro. Vá e volte com o anel o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e
partiu.
Mal chegou ao mercado,
começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse até
quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava
uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas
só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito
valiosa para comprar um anel.
Tentando ajudar o jovem
chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem
seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as
ofertas.
Depois de oferecer a jóia a
todos que estavam no mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e
voltou.
O jovem desejou ter uma
moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando assim o seu
professor das preocupações. Dessa forma, ele poderia receber a ajuda e os
conselhos de que tanto precisava.
Chegando, entrou na casa e
disse:
_ Professor... Sinto muito,
mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou
três moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor
do anel.
O professor contestou
sorridente.
_ Devemos saber primeiro o
verdadeiro valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro.
_ Quem melhor para saber o
valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele lhe dará
por ele.
_ Mas não importa o quanto
ele lhe ofereça, não venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro
e deu-lhe o anel para avaliá-lo.
O joalheiro examinou o anel
com uma lupa, pesou o mesmo e disse:
_ Diga ao seu professor que,
se ele quer vender agora, não posso dar mais que cinqüenta e sete moedas de
ouro pelo anel.
_ CINQUENTA E SETE MOEDAS DE
OURO! Exclamou o jovem.
_ Sim, replicou o joalheiro.
Eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de setenta moedas, mas se a
venda é urgente...
O jovem correu, emocionado,
para a casa do professor para contar o que ocorreu.
_ Sente-se, disse o
professor.
Depois de ouvir tudo o que o
jovem lhe contou, falou:
_ Pensava que qualquer um
podia descobrir o seu verdadeiro valor?
E, dizendo isso, voltou a
colocar o anel no dedo e completou:
_ Todos nós somos como esta
joia: valiosos e únicos. No entanto, andamos por todos os mercados da vida
pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem. Você deve acreditar em si
mesmo, sempre".
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