VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

COLHERES DE CABO COMPRIDO autor desconhecido

         "Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu. Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia um  caldeirão igual ao primeiro. As pessoas em volta com as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados. Não havia fome, nem sofrimento. "Eu não compreendo", disse o homem a Deus, "por que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?"
Deus sorriu e respondeu:
" Você não percebeu? Aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros."

NUNCA SE ABANDONE (autor desconhecido)

"Quando depositamos, excessivamente, confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de nos decepcionarmos se torna muito grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas e vontades, assim como não estamos aqui para satisfazer as delas.
Nós, na verdade, podemos até beber do mesmo vinho, mas nunca na mesma taça.
Temos que procurar nos bastar e reconhecer essa verdade... Simplesmente nos bastar... E, quando procurarmos estar com alguém devemos fazer isso cientes de que estamos juntos porque amamos, gostamos, queremos e nos sentimos bem e, nunca por achar que precisamos dela, a ponto de não conseguirmos viver sem ela e, jamais permitir que a outra pessoa desenvolva tal sentimento por nós.
Somos individuais querendo ou não. Devemos viver por nós, sempre buscando o propósito da nossa existência.
Aprendamos com as cordas do violão que são independentes; cada uma fazendo a sua parte, mas, juntas constroem as mais belas melodias.
As pessoas se completam não por serem metades, mas por serem pessoas inteiras dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e, vida!
Por isso, nunca se abandone".

LEI DO CAMINHÃO DO LIXO (autor desconhecido)

 "Um dia peguei um taxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa, quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.
 O taxista pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz! 
 O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós  nervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo  um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável.  
 Indignado lhe perguntei: Porque você fez isto? Este cara quase arruína o  seu carro e nos manda para o hospital! Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo”. 
 Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai  carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e de  desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de  um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome  isso pessoalmente. Isto não é problema seu!
   Apenas sorria, acene, deseje-lhes o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo  de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA,  ou nas ruas. Fique tranqüilo... Respire e deixe O LIXEIRO PASSAR.  
 O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo  estragar o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo. Limpe os  sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e  frustrações.
 Ame as pessoas que lhe tratam bem. E trate bem as que não o fazem. 
 A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a  maneira  como você a recebe!


 Tenha um bom dia livre de lixo"!

O MENINO, O ANEL E O PROFESSOR (autor desconhecido)

"Num vilarejo vivia um velho e experiente professor que, de tão sábio, era sempre consultado pelas pessoas da região para a solução de problemas. 
Uma manhã, um rapaz que fora seu aluno, vai até a casa desse sábio homem para conversar, desabafar e aconselhar-se. 
_ Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. 
_ Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais? 
O professor, sem olhá-lo, disse: 
_ Sinto muito meu jovem, mas não posso ajudá-lo. Devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. 
E, fazendo uma pausa, falou: 
_ Se você me ajudasse, poderia resolver o meu problema com maior rapidez e depois, talvez, posso ajudá-lo. 
_ Ca... Claro, professor, o jovem gaguejando, respondeu. 
Mas, mesmo sentindo-se outra vez desvalorizado não hesitou em ajudar o seu antigo professor. Este tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao rapaz e disse: 
_ Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. 
E continuou dizendo: 
_ É preciso que obtenha, pelo anel, a melhor avaliação possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com o anel o mais rápido possível. 
O jovem pegou o anel e partiu.
 Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.
 Tentando ajudar o jovem chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas. 
Depois de oferecer a jóia a todos que estavam no mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. 
O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando assim o seu professor das preocupações. Dessa forma, ele poderia receber a ajuda e os conselhos de que tanto precisava.
 Chegando, entrou na casa e disse: 
_ Professor... Sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel. 
O professor contestou sorridente. 
_ Devemos saber primeiro o verdadeiro valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. 
_ Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele lhe dará por ele. 
_ Mas não importa o quanto ele lhe ofereça, não venda. Volte aqui com meu anel. 
O jovem foi até o joalheiro e deu-lhe o anel para avaliá-lo. 
O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o mesmo e disse: 
_ Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que cinqüenta e sete moedas de ouro pelo anel. 
_ CINQUENTA E SETE MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem. 
_ Sim, replicou o joalheiro. Eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de setenta moedas, mas se a venda é urgente... 
O jovem correu, emocionado, para a casa do professor para contar o que ocorreu. 
_ Sente-se, disse o professor. 
Depois de ouvir tudo o que o jovem lhe contou, falou: 
_ Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor? 
E, dizendo isso, voltou a colocar o anel no dedo e completou: 
_ Todos nós somos como esta joia: valiosos e únicos. No entanto, andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem. Você deve acreditar em si mesmo, sempre".


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