VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

sexta-feira, 19 de junho de 2015

A história do lápis

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
“Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade”.
“Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas lhe farão ser uma pessoa melhor”.
“Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça”.
“Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você”.
“Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação”.





SEMENTES

 "Um homem trabalhava numa fábrica, distante cinquenta minutos de ônibus de sua casa.

Num ponto seguinte ao seu, entrava uma senhora idosa que sempre se sentava junto à janela. Ela abria a bolsa, tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora.
A cena sempre se repetia e um dia, curioso, o homem lhe perguntou o que jogava pela janela.
_ Jogo sementes, respondeu ela.
_ Sementes? Sementes de que?
_ De flores. É que eu olho para fora e a estrada é tão vazia. Gostaria de viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom.
_ Mas as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos... a senhora acha mesmo que estas sementes vão germinar na beira da estrada?
_ Acho meu filho. Mesmo que muitas se percam, algumas acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.
_ Mesmo assim, demoram crescer... Precisam de água...
_ Ah, eu faço a minha parte. Sempre há dias de chuva e se alguém jogar as sementes, as flores nascerão.
Dizendo isso, virou-se para a janela aberta e recomeçou seu trabalho.
O homem desceu logo adiante achando que a senhora já estava senil.
Algum tempo depois...
Um dia, no mesmo ônibus, o homem ao olhar para fora percebeu flores na beira da estrada... Muitas flores. A paisagem era colorida, perfumada e linda.
Lembrou-se, então, daquela senhora. Procurou-a em vão. Perguntou ao cobrador que conhecia todos os usuários do percurso.
_ A velhinha das sementes? Pois é... Morreu há quase um mês.
O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando, pela janela, a paisagem florida.
Quem diria, as flores brotaram mesmo, pensou!
Mas, de que adiantou o trabalho dela? Morreu e não pode ver esta beleza toda!
Nesse instante, ouviu risos de uma criança. No banco à frente, uma garotinha apontava pela janela, entusiasmada:
_ Olha, que lindo! Quantas pela estrada... Como se chamam aquelas flores?
O homem, então entendeu o que aquela senhora havia feito. Mesmo não estando ali para ver, fez a sua parte, deixou a sua marca, a beleza para a contemplação e a felicidade das pessoas.
No dia seguinte o homem entrou no ônibus, sentou-se junto à janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso. E assim, deu continuidade à vida... Semeando o amor, a amizade, o entusiasmo e a alegria".

A Ilha dos sentimentos

Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.
Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:
- Riqueza, leve-me com você.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.
Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.
- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.
Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.
- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.
Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:
- Vem Amor, eu levo você!
Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.
- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?
A Sabedoria respondeu:
- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."
Autor: Reinilson Câmara

O Pacote dos Biscoitos

 Uma jovem moça estava em viagem, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como deveria esperar algumas horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou também um pacote de biscoitos.
Sentou-se numa poltrona, na sala de espera do aeroporto, para descansar um pouco e começou a ler tranquilamente.
Ao seu lado sentou-se um homem que abriu uma revista e começou também a ler.
Instintivamente a jovem retirou o primeiro biscoito do pacote ao seu lado e o homem também pegou um. 
Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou:
- Mas que cara de pau! Se eu estivesse com outra disposição dava-lhe um soco no olho para que ele nunca mais se esquecesse desse atrevimento!
Seguidamente, de cada vez que a jovem retirava um biscoito o homem também pegava um. Aquilo deixouo-a indignada mas não conseguia reagir.
Quando restava apenas um biscoito, ela pensou:
-Deixa ver o que esse atrevido vai fazer agora...
Então, o homem dividiu o último biscoito ao meio e retirou metade, deixando a outra metade para ela.
Aquilo era demais! Ela estava fula de raiva! Furiosamente fechou livro, pegou as suas coisas e dirigiu-se para o local de embarque.
Quando finalmente se sentou confortavelmente numa poltrona, já no interior do avião, olhou para dentro da bolsa para pegar os seus óculos e, com grande surpresa, viu o seu pacote de biscoitos lá dentro, ainda intacto!
Percebeu então que a errada era ela... e sentiu uma imensa vergonha. Ela tinha-se esquecido que os seus biscoitos estavam guardados na bolsa e o homem dividira os biscoitos dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado... e já não havia forma de se explicar e pedir desculpas...
Moral da história, existem quatro coisas que não se podem recuperar:
-A pedra, depois de atirada!
-A palavra, depois de proferida!
-A oportunidade, depois de perdida!
-O tempo, depois de passado!



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