VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

quinta-feira, 9 de março de 2017

O VALOR DA BIBLIA!!!

Há muitos anos, em uma véspera de natal, um homem muito rico que não tinha mulher, filhos, nem qualquer outro familiar, decidiu presentear todos os empregados de sua mansão. Na hora do jantar, ele chamou os funcionários e pediu para que eles se assentassem à mesa. À frente de cada um havia uma Bíblia e uma pequena quantidade em dinheiro. Depois que todos se acomodaram, o homem perguntou:
O que vocês preferem receber de presente de natal: esta Bíblia ou este valor em dinheiro? Não fiquem tímidos, vocês podem escolher o que quiserem.
O primeiro empregado a se manifestar foi o zelador:
Senhor, eu gostaria muito de receber a Bíblia, mas como não aprendi a ler, o dinheiro será mais útil para mim.
O jardineiro foi o segundo a falar:
Senhor, minha esposa está muito doente, e por esta razão eu tenho mais necessidade do dinheiro. Caso contrário, escolheria a Bíblia, com certeza!
A terceira foi a cozinheira:
Senhor, eu sei ler. Para falar a verdade, é uma das coisas que mais gosto de fazer. Porém, eu trabalho tanto que nunca consigo arranjar tempo nem para folhear uma revista, quanto mais ler a Bíblia. Por isso, vou aceitar o dinheiro.
Por fim, chegou a vez do menino que cuidava dos animais da mansão. Como o senhor sabia que a família do garoto era muito pobre, ele se adiantou:
É claro que você vai pegar o dinheiro, não é mesmo, rapaz!? Você pode comprar alimentos para fazer uma boa ceia de natal em sua casa, além de comprar uns sapatos novos.
O menino, então, surpreendeu a todos com a sua resposta:
Não seria nada mal comprar um peru e outras comidas saborosas para dividir com meus pais e meus irmãos neste natal. Eu também preciso de um par de sapatos novos, já que os meus estão muito velhos. Mas, mesmo assim, vou escolher a Bíblia. Sempre quis ter uma. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus vale mais do que o ouro e é mais saborosa que um favo de mel.
Ao receber a Bíblia, o menino imediatamente a folheou e encontrou dentro dela dois envelopes. No primeiro, havia um cheque com valor 10 vezes maior do que o dinheiro deixado pelo senhor em cima da mesa. Já no segundo, havia um documento que fazia daquele que escolheu a Bíblia, o herdeiro de toda a fortuna do homem rico!
Diante da emoção do garoto e do espanto dos outros empregados, o senhor abriu uma das Bíblias e leu em voz alta para que todos ouvissem:
"A lei do Senhor é perfeita, e revigora a alma. Os testemunhos do Senhor são dignos de confiança, e tornam sábios os inexperientes. Os preceitos do Senhor são justos, e dão alegria ao coração. Os mandamentos do Senhor são límpidos, e trazem luz aos olhos. O temor do Senhor é puro, e dura para sempre. As ordenanças do Senhor são verdadeiras, são todas elas justas. São mais desejáveis do que o ouro, do que muito ouro puro; são mais doces do que o mel, do que as gotas do favo" (Salmos 19: 7-10).

O BOTÃO DE ROSA!!!

Era o Dia dos Namorados. Um rapaz muito bem vestido entrou numa floricultura e pediu à florista:
Senhora, por favor, me dê um buquê de flores. Quero o mais caro que você tiver!
A florista, então, perguntou ao moço:
_ E que tipo de flor você deseja?
_ Qualquer uma, dona. Só quero algo caro e que impressione muito uma mulher. Respondeu o rapaz, fazendo pouco caso das flores.
_ Que tal um buquê de rosas? Sugeriu a florista.
Tanto faz, pode ser. Disse ele.
A mulher insistiu:
Você pode vir até aqui para escolher quais rosas vão no seu buquê?
Não precisa, escolhe você mesmo. Você tem mais experiência do que eu! Comentou.
Assim que montou o buquê e o envolveu em uma bela fita vermelha, a florista se dirigiu a ele:
_ Moço, o seu buquê está pronto! Quer levar um cartãozinho para entregar junto com as rosas?
Não, não precisa. Vou entregar as flores pessoalmente. Respondeu o jovem, sem muita paciência.
A atendente comentou:
Você é quem manda. Só estou sugerindo, porque toda mulher gosta de receber um cartãozinho junto com as flores.
Por fim, já com a paciência esgotada, o rapaz pagou pelo buquê e colocou um ponto final na conversa:
Sabe o que é, minha senhora? Tenho muita coisa para fazer e não tenho cabeça para escrever nada! Estou com muita pressa. Ainda tenho que levar o meu carro pra lavar. Por favor, me entregue logo esse buquê. Pode ficar com o troco! 
E foi embora.
Logo depois, outro rapaz aparece. Ele deixa sua bicicleta em frente à calçada e entra na floricultura. Ele olha aqui, olha ali, compara os preços... Vendo seu semblante indeciso, a florista se aproxima:
Olá, moço! Posso te ajudar a escolher uma flor?
Por favor, quero comprar algo bonito e especial para uma moça ainda mais bonita e especial! Só que eu não tenho muito dinheiro. Você tem alguma sugestão? Disse o rapaz.
A florista respondeu:
Claro! Dê a ela um botão de rosa. Eu prometo fazer uma linda embalagem. Tenho certeza que a moça vai adorar o presente!
Ótima ideia!!! Posso escolher a rosa? Disse o rapaz.
Claro que pode! Me acompanhe, por favor.
Quer levar um cartãozinho também? Elas adoram! Disse a florista.
O jovem, então, coçou a cabeça, mexeu no bolso, contou algumas moedas e disse:
Não sei se o meu dinheiro dá pra tudo isso, dona...
Ela sorriu e, em seguida, o tranquilizou:
Não se preocupe, daremos um jeito nisso. E piscou para ele:
Essa moça é a sua namorada?
Não, ainda não. Mas eu creio em Deus que um dia ela será! Falou o jovem com um sorriso bem largo no rosto.
A florista entregou o botão de rosa e o cartãozinho ao rapaz, que subiu em sua bicicleta e foi embora. Assim que o jovem se foi, a mulher ficou pensando na diferença entre os dois clientes:
Ah, se eu tivesse uma filha, gostaria que ela encontrasse alguém como esse segundo rapaz. Que sujeito bom!
Dias depois, o primeiro jovem volta à floricultura:
Olá, senhora. Se lembra de mim?
Claro que me lembro! Mais flores para a sua namorada? Perguntou a florista.
Ele respondeu:
Pra aquela menina ingrata? Não, não é não! É pra uma outra aí...
Desculpe me intrometer, mas o que houve com aquela moça?
Vixi, a senhora nem imagina. Ela deu uma olhada no buquê que comprei aqui com a senhora e me devolveu em seguida. Fiquei tão nervoso na hora que acabei jogando as rosas no lixo da casa dela! Contou ele.
Mas o que houve, rapaz? Insistiu a florista.
Sei lá... A única coisa que ela me falou foi que não poderia aceitar minhas flores porque estava apaixonada por um botão de rosa e um cartãozinho. Dá para acreditar nessa bobagem? É coisa de mulher mesmo!
A florista, então, se lembrou daquele outro rapaz, suspirou e disse:
É... É coisa de mulher mesmo...
Sabe amigos, às vezes nós procuramos no mundo, tudo o que sempre tivemos: amor, carinho, compreensão, amizade e respeito. Até que um dia nos damos conta de que tudo o buscamos a vida inteira, sempre tivemos ali, bem do nosso lado. É neste momento que percebemos que não demos o devido valor. Então, se você está namorando, se pretende namorar alguém ou já assumiu a aliança do casamento, valorize cada segundo que Deus te der ao lado dessa pessoa, pois, com certeza, é o que Ele tem de melhor para você! Pense nisso...
A Bíblia diz: "O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1 Coríntios 13:4-7).

COMO ENXERGAMOS O MUNDO!!!

Um senhor, beirando os 80 anos de idade, descansava no banco da praça de uma cidadezinha do interior, quando foi abordado por um homem que havia estacionado o carro à sombra de uma árvore:
Bom dia, senhor. Como vai?
Bom dia, meu amigo. Respondeu o idoso.
O senhor mora por aqui? Perguntou o motorista.
Sim, desde que nasci. Disse o senhor com tom de satisfação.
Ao que o visitante explicou:
É o seguinte: eu e minha família estamos de mudança para cá no final deste mês e eu gostaria muito de saber como é o povo daqui. O senhor pode me ajudar?
O idoso, então, perguntou ao homem:
Antes eu quero te perguntar uma coisa: como são as pessoas da antiga cidade que o senhor vivia?
Sem constrangimento, o futuro morador falou:
Ah... De onde eu venho, as pessoas são muito boas, um povo hospitaleiro, amigo. Todos se dão muito bem. Eu amava aquele povo! Só estou saindo de lá porque a empresa que eu trabalho abriu uma filial aqui e me colocou como diretor.
Satisfeito com a resposta, o idoso comentou:
O senhor é uma pessoa de sorte! Esta cidade é exatamente como a sua. Tenho certeza que sua família vai gostar muito da nossa gente. Somos muito 'gente boa'. Para falar a verdade, você acabou de ganhar um novo amigo! Meu nome é José, muito prazer!
Aquele homem agradeceu o idoso pela hospitalidade, voltou para o seu carro e foi embora.
Horas mais tarde, outro homem também chegou à praça da cidadezinha e fez a mesma pergunta ao idoso, que continuava desfrutando daquele belo dia de sol.
Senhor, boa tarde. Estou pensando em me mudar para cá e gostaria de saber como é o povo dessa cidade.
O idoso perguntou:
E como era o povo da sua cidade, meu amigo?
Meio sem entender, aquele homem respondeu:
Vixi, era um povo muito sem educação. Um bando de gente orgulhosa, preconceituosa, arrogante e mesquinha. Só para você ter ideia, eu morei mais de 15 anos lá e não fiz um amigo sequer!
Com uma voz calma, o senhor de cabelos brancos disse ao homem:
Sinto muito, filho. Infelizmente você vai encontrar exatamente o mesmo tipo de pessoa na nossa cidade. As pessoas aqui não são amigas de ninguém, são orgulhosas e vivem com uma cara fechada. Te aconselho a procurar outra cidade para morar, pois o povo daqui vai te decepcionar muito!
O pipoqueiro da praça, que assistiu toda a conversa daquele senhor com os dois homens, não se conteve e perguntou:
Seu José, o senhor me desculpe, mas eu não pude deixar de ouvir as conversas que você teve com aqueles dois homens. Como o senhor pôde responder a mesma pergunta com duas respostas tão diferentes?
O Sr. José riu da curiosidade do pipoqueiro, e respondeu:
Ah, meu bom amigo... Nós sempre vemos e julgamos o mundo à partir da nossa visão, a partir de quem nós somos. Uma pessoa preconceituosa, por exemplo, vai enxergar todas as pessoas preconceituosas da cidade; uma pessoa briguenta só verá as pessoas complicadas do lugar.
_ Como assim, seu José? Não entendi o que o senhor quis dizer. Falou o pipoqueiro.
O idoso, então, explicou:
Aquele homem que veio aqui de manhã vai enxergar as pessoas boas e amigas de nossa cidade; já o segundo, que acabou de ir embora, só enxergará os orgulhosos, preconceituosos e arrogantes. Entenda uma coisa, rapaz: o mundo depende da visão que temos. O exterior sempre refletirá o que temos guardado no nosso interior.
Jesus disse: "Os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo será cheio de luz. Mas se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que está dentro de você são trevas, que tremendas trevas são!" (Mateus 6:22,23).

A OBEDIÊNCIA A DEUS!!!

Um homem andava por uma estrada desanimado por achar que não tinha mais forças para vencer, quando de repente uma luz muito forte surgiu no horizonte. Ao se aproximar daquele brilho intenso, ele ouviu uma voz grave. Percebendo que o homem estava assustado, a voz se apresentou:
Meu filho, Eu sou o seu Deus e tenho uma missão especial para você!
Uma missão especial? Mas que missão seria essa, Senhor? 
Sabe aquela rocha que fica ao lado da sua casa?
Claro que sim, Deus. É uma rocha enorme, quase do tamanho da minha casa.
_ Então... A missão que eu quero que você cumpra é essa: faça chuva ou faça sol, empurre aquela rocha todos os dias. Você aceita?
_ Sim, Senhor, eu aceito. Vou cumprir o que o Senhor me pede.
Então aquele homem, ainda sem entender, foi para casa e, quando chegou, fez do jeito que Deus havia lhe pedido. Empurrou a rocha com todo o esforço e, assim que suas forças se esgotaram, entrou para descansar. No dia seguinte fez a mesma coisa, e no outro também. Fazia sol, chovia, seu corpo ficava dolorido, mas ele nunca parou de empurrar aquela rocha com toda a força. Depois de algum tempo, o homem começou a ficar chateado, afinal, todo aquele esforço parecia não ter dado resultado nenhum; a rocha não se moveu um milímetro sequer. Ele não entendia o motivo de Deus ter lhe passado aquela missão.
Enquanto questionava os planos do Senhor, Satanás se aproveitou da situação para colocar seus planos malignos em prática. O diabo queria desencorajar e desanimar aquele homem para que ele abandonasse a missão que Deus tinha lhe confiado. Certo dia, enquanto colocava toda a sua força naquela rocha, Satanás soprou em seus ouvidos:
Ei rapaz, já faz um tempão que Deus mandou você empurrar essa rocha e ela continua no mesmo lugar, não é mesmo?  Ele diz que é o seu Senhor, mas não está nem aí pra você. Você é muito bobo de continuar fazendo esse trabalho. Pare com isso e vá viver a sua vida!
Desanimado, o homem deu ouvido às palavras do diabo e logo outros pensamentos negativos tomaram conta de sua mente. Então ele começou a refletir:
Poxa, por que eu preciso ficar me matando ao empurrar essa rocha? Eu nunca vou conseguir movê-la! Deus me enganou quando me deu essa missão. À partir de agora, não vou mais empurrar essa rocha com toda a força, como Ele mandou. Vou me esforçar menos e não vou ficar aqui tanto tempo fazendo isso. E mais: quando eu não quiser, nem virei aqui para empurrá-la. Cansei de empurrar essa pedra estúpida e não ver nada acontecer! Mas, ao mesmo tempo, ele pensava:
Mas será que Deus não vai ficar triste comigo?
Angustiado, o homem resolveu orar a Deus, pois seu coração estava dividido entre aqueles pensamentos ruins e a vontade do Senhor:
Deus, faz muito tempo que eu tenho empurrado essa rocha com toda a minha força e ela nunca se mexeu! Confesso que isso tem me desanimado muito! Onde eu errei? Por que as coisas não aconteceram como eu achei que iriam acontecer? Por que não vejo os frutos do meu esforço? Por que o Senhor me deixou sozinho nessa missão?
Então Deus respondeu àquele homem:
Meu filho, quando eu conversei com você na estrada sobre a missão, Eu disse que você tinha que empurrar a rocha com toda a sua força, não foi? Eu nunca disse que você precisava mover a rocha!
O homem, então, respondeu meio envergonhado:
É verdade, Senhor!
Deus continuou:
Você veio até mim dizendo que falhou porque não conseguiu mover a rocha, mas isso é mentira de Satanás. Ele te contagiou com as mentiras dele! Você realmente acha que falhou em sua missão?
Claro que sim, Senhor, pois sei que não fiz um bom trabalho!
E Deus, com muita paciência e amor, lhe disse:
Meu filho, você não falhou! Olhe para os seus braços. Veja como estão muito mais fortes depois que você começou a empurrar a rocha! Veja as suas pernas, suas mãos, suas costas! Hoje você é um homem muito mais capacitado do que antes, porque me obedeceu. Você escolheu cumprir a missão ao empurrar a rocha com toda força. Eu sabia o quanto você estava se sentindo fraco e o meu propósito era te fortalecer e não fazer com que você tirasse aquela pedra do lugar. Quando Eu precisar mover uma rocha, Eu mesmo a moverei!
Meus irmãos, quando Deus nos dá uma missão, devemos obedecê-Lo e fazer aquilo que Ele nos confiou da melhor maneira possível, por mais que não consigamos enxergar nenhuma mudança. Precisamos perseverar e não deixar que o diabo use suas armadilhas para nos desanimar, pois, com o tempo, Deus nos revelará quais são os Seus propósitos em nossa missão. Então, continue movendo a rocha!
"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão." (1Coríntios 15.58)

O VESTIDO AZUL!!!

Em um povoado muito pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita, mas sua mãe parecia não ter muito cuidado e a criança quase sempre andava suja. Além disso, suas roupas eram velhas e maltratadas. A garotinha estudava na primeira série da escola local e certo dia, seu professor ficou sensibilizado com a sua situação. Ele pensou:
Como é que uma criança tão bonita quanto essa pode vir tão desarrumada para a escola?
No final daquele mês, assim que recebeu o seu salário, o professor tomou uma decisão: foi até uma loja, comprou um vestido azul e deu de presente à menina. E ela ficou ainda mais linda naquele vestido! Ao ver a filha vestida daquele jeito, a mãe percebeu o quanto era ruim mandar a garota para a escola tão suja e despenteada. Assim, passou a dar banho nela todos os dias, pentear seus cabelos, cortar as unhas, escovar os dentes... Naquele mesmo final de semana, o pai da menina disse à esposa:
Querida, você não acha vergonhoso que a nossa filhinha, sendo tão bela e arrumada, more em uma casa como esta, toda suja e caindo aos pedaços? Vamos combinar uma coisa: você cuida da faxina e eu, nas horas vagas, vou pintar as paredes, arrumar a cerca e dar um jeito no jardim.
Passado algumas semanas, a casa da família da garotinha do vestido azul se destacava na vila! As flores que enchiam o jardim e a limpeza do quintal eram uma atração para todos que passavam ali. Diante disso, os vizinhos da menina ficaram constrangidos por morar em casas mal acabadas e feias e decidiram também pintar as fachadas, plantar árvores e flores...
Em pouco tempo, toda a vila estava transformada; nem parecia a mesma de meses atrás. Então, um senhor muito influente na região percebeu a dedicação daquela comunidade e achou que ela merecia um auxílio das autoridades locais. Foi até o prefeito e contou a ele tudo o que estava acontecendo. O senhor saiu da prefeitura com uma autorização para formar uma comissão para avaliar quais eram as melhorias que aquela vila precisava. No final do mesmo ano, o chão de terra foi substituído por asfalto, o esgoto a céu aberto foi canalizado, as ruas receberam iluminação pública e até uma bela praça foi construída em frente à igreja.
Vendo aquela vila tão bem cuidada e tão bela, quem poderia pensar que tudo aquilo começou com um vestido azul? O professor tinha apenas a intenção de ajudar a garotinha, mas acabou fazendo um bem muito maior: transformou a vida de uma população inteira!
Quando nós fazemos o bem às pessoas, muitas vezes não percebemos a mudança que causamos. Você já ouviu falar da teoria "Efeito Borboleta"? No ano de 1963, um cientista chamado Edward L. analisou uma teoria que ficou conhecida como "Efeito Borboleta". Segundo ela, o bater das asas de uma simples borboleta poderia mudar o curso natural das coisas e talvez, até provocar um furacão do outro lado do mundo! Já imaginou isso? Por isso reflita: se até o movimento das asas de um inseto tão pequeno, pode, teoricamente, causar tamanhas consequências, será que conseguimos medir o que uma simples atitude nossa, pode influenciar na vida de uma pessoa?
alvez uma oração, uma palavra amiga, um telefonema, um sorriso, um aperto de mãos, uma lágrima nos olhos etc. Não importa o gesto. Devemos sempre acreditar que pequenas atitudes podem causar grandes transformações! A cada dia Deus nos dá novas chances de fazermos o bem para os outros. A Bíblia diz que "somos cooperadores de Deus" (1 Co 3:9). Ou seja, Ele quer nos usar para realizar Sua obra aqui na Terra. Deus não fará nada que esteja ao nosso alcance, mas Ele nos capacitará para fazermos a diferença neste mundo tão carente de amor!

A ÁRVORE QUE CHORAVA!!!

Todos os dias um grupo de anjos deixa o céu e sai pelo mundo com o objetivo de ajudar os filhos de Deus. Certo dia, logo nas primeiras horas da manhã, um desses anjos, ao passear pela terra, escutou um choro angustiado vindo de um campo. Então ele resolveu descer, acreditando se tratar de algum ser humano em apuros. No entanto, ele se surpreendeu ao ver que quem chorava, na verdade, era uma árvore. Preocupado, o anjo perguntou a ela:
Por que você está chorando desse jeito, dona árvore?
Ao que a árvore respondeu:
Estou chorando porque, junto com esse dia que começa agora, começa também o meu sofrimento.
O anjo continuou com o interrogatório:
Sofrimento? E o que te fazer sofrer? É o calor do sol que te incomoda?
Não, anjo. O sol me faz muito bem. Respondeu a árvore.
Então o que é? Insistiu o anjo, tentando entender aquele sofrimento.
A árvore, então, abriu o seu coração e foi sincera:
O que tem me causado tanta dor são as pessoas, desde as crianças até as mais velhas. Elas atiram pedras em mim o tempo todo. Confesso que não consigo entender o porquê de tanta agressividade, já que eu faço tudo que posso para agradá-las.
E continuou lamentando:
Só Deus sabe o tamanho do esforço que faço para produzir frutos deliciosos para essa gente, mas, ainda assim, sou apedrejada. Elas não gostam de mim, então não tem porque eu viver. Quem dera um raio caísse em cima de mim e acabasse de vez com toda essa dor!
O anjo do Senhor, então, sorriu aliviado. Em seguida, disse à árvore:
Ah... Então é isso!? Você está enganada em relação ao sentimento das pessoas por você. A verdade é que elas gostam muito de você e dos seus frutos, por isso atiram as pedras: para pegar os seus frutos!
Será, anjo? Perguntou a árvore bastante surpresa.
É claro que sim, minha amiga. Você tem abençoado a vida delas. Existe uma frase muito antiga criada pelos homens que fala exatamente sobre o que você está vivendo. Sabe como é?
Não, não sei.
Eles dizem: "Ninguém joga pedra em árvore que não dá fruto". Então, se alegre minha amiga, porque se você está sendo apedrejada, é porque você está produzindo algo muito bom!
Quantas vezes nós sofremos e choramos quando somos "apedrejados" pelas pessoas, não é mesmo? Isso nos entristece e nos leva a pensar se realmente temos valor. No entanto, assim como essa árvore, precisamos entender que as pedras atiradas em nós, revelam que estamos no caminho certo, produzindo bons frutos. E o melhor de tudo: Deus está vendo a intenção do nosso coração e Ele promete nos abençoar cada vez mais se formos obedientes à Sua Palavra. A Bíblia diz: "O justo é como árvore plantada à beira de águas correntes: Dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham. Tudo o que ele faz prospera!" (Salmos 1:3)

A CADEIRA VAZIA

O pai de uma jovem da igreja estava muito doente, por isso, a moça pediu para que seu pastor fosse visitá-lo no hospital. Quando entrou no quarto do enfermo, o pastor se deparou com o idoso deitado na cama, com a cabeça apoiada em dois travesseiros. Ao seu lado direito, havia uma cadeira vazia. Ao ver aquela cadeira vazia ao lado da cama, o pastor pensou que o homem estava esperando a sua chegada. Então ele disse:
Acredito que o senhor estava me esperando...
Mas o idoso respondeu:
Na verdade, não. Eu nem sei quem é o senhor. Quem é você?
Disse o pastor:
Meu nome é Gilmar e eu sou o pastor da sua filha. Foi ela quem pediu para que eu viesse aqui orar pelo senhor e quando me deparei com a cadeira vazia, pensei que soubesse que receberia a minha visita.
Com a voz enfraquecida, o pai da jovem começou a falar:
Ah, essa cadeira? Ela tem uma história...
Então me conte, meu amigo! Interrompeu o pastor.
O senhor prosseguiu:
Eu nunca soube orar em toda a minha vida. Na verdade, eu nunca quis aprender, pois sempre achei que Deus estava muito longe de mim, resolvendo coisas mais importantes.  Até que um dia um amigo cristão me falou: "Orar é conversar com Jesus. Quando você quiser falar com Ele, sente-se em uma cadeira e coloque a outra na sua frente. Pense que Jesus está sentado nessa cadeira e, então, comece a conversar".
Antes que o pastor pudesse falar algo, o senhor continuou:
Eu gostei muito daquela ideia e, desde então, converso com Jesus durante duas ou três horas por dia. Eu sempre tomo cuidado para ninguém ver, principalmente a minha filha, porque é perigoso ela me internar em um hospício. Brincou ele...
O pastor se simpatizou com aquele homem e eles ficaram conversando por horas. Por fim, oraram juntos e o pastor Gilmar voltou para casa. Três dias depois, a filha do homem doente comunicou a igreja que seu pai havia falecido naquela tarde. O pastor, então, lhe perguntou:
Ele morreu em paz?
A jovem, com os olhos cheios de lágrimas, respondeu:
Creio que sim, pastor. Creio que ele morreu em paz. Pouco antes de partir, ele me deu um beijo e disse que me amava. Tive que sair do quarto por alguns minutos e, quando voltei, ele já havia falecido. Só uma coisa me deixou intrigada, pastor...
O que foi, minha filha? Perguntou.
O senhor se lembra daquela cadeira que ele insistia em deixar ao lado de sua cama? Então... Ele arrastou para bem perto da cama e morreu com a cabeça encostada nela.
O pastor não conteve o sorriso e disse àquela moça:
Louve a Deus por isso, menina!
Por que, pastor?
Por que ele morreu no colo de Jesus!
"Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 8:38-39).

A ROSA E O CACTO!!!

Por causa de uma crise em seu casamento, um homem decidiu que procuraria uma amante para ter um relacionamento amoroso melhor e mais tranquilo do que tinha com a esposa. Mas antes, ele foi até a igreja onde a esposa e os filhos congregavam. Lá, ele se encontrou com o zelador do templo, um senhor cristão, de uns 80 anos de idade, muito conhecido por aconselhar pessoas, e perguntou:

_ Senhor, eu vim aqui porque preciso de sua ajuda, pois estou muito confuso.

_ Por que, meu filho? O que aconteceu?

O marido, então, resolveu abrir o coração:

_ É que tenho enfrentado muitos problemas no meu casamento e já não sei mais se sinto alguma coisa pela minha esposa. Para ser sincero, estou com o desejo de procurar outra mulher para ver se encontro a verdadeira felicidade. Pode ser que uma amante consiga me oferecer o que a minha mulher não me oferece há anos.

Com o semblante sereno, o zelador conselheiro fez um convite àquele homem:

_ Imagino o quanto seja difícil, mas, antes que eu fale qualquer coisa, venha até o jardim comigo.

O idoso, então, apanhou duas plantas em suas mãos: uma rosa e um cacto. Em seguida, perguntou ao marido insatisfeito:

_ Se você tivesse que escolher uma dessas duas plantas, qual das duas você escolheria?

_ A rosa, é lógico!

_ Por quê? Perguntou o zelador.

Sem pensar duas vezes, o homem respondeu:

_ Porque a rosa é bem mais bonita, cheirosa e agradável de se ver, do que esse cacto cheio de espinhos e sem graça.

Com a mesma calma do início da conversa, o zelador prosseguiu:

_ Você tem toda a razão! A rosa é realmente muito mais bonita e seu perfume não se compara ao de um cacto. Mas quero que você aprenda uma coisa importante: muitas vezes, os homens agem com pouca sabedoria. Eles preferem aquilo que tem alguma beleza externa ou o que parece chamar mais a atenção. Essa rosa realmente é mais bonita que o cacto. Deus quis assim... No entanto, ela morre em pouco tempo e perde toda a sua beleza. Se o clima estiver desfavorável, a flor morre ainda mais rápido, seca e fica feia.

E o idoso continuou:

_ Já o cacto, foi criado por Deus para resistir a todos os climas ruins. Faça frio ou calor, chuva ou sol, ele permanece sempre verde e com os seus espinhos. Deus foi tão cuidadoso em sua criação que, nos tempos certos, surge nesse cacto uma das mais belas flores que se tem conhecimento em toda a natureza.

E antes que o rapaz pudesse argumentar, aquele sábio homem falou:

_ Sua mulher não é perfeita, assim como você não é! Ela conhece seus erros, suas fraquezas, seus defeitos. Com ela, você pode desabafar em seus dias ruins, ela cuida de você e de seus filhos, está sempre de prontidão para te ajudar da melhor forma que ela pode. Deus confiou a vida dela a você! Já uma amante pode se mostrar tão bela quanto uma rosa. Porém, ela deseja apenas o seu dinheiro, a sua felicidade, o seu sorriso, o seu corpo, as suas fantasias. Mas, na primeira dificuldade, ela vai te trocar por outro homem que ofereça a ela mais do que você pode oferecer.

Enquanto colocava as duas plantas em seus devidos lugares, o zelador da igreja concluiu:

_ Agora me diga, rapaz. Com quem você quer ficar? Com a rosa ou com o cacto?

Com lágrimas nos olhos e sem muitas palavras a dizer, o marido apertou a mão do zelador, lhe deu um caloroso abraço e foi para sua casa. No caminho de volta, passou em uma floricultura, comprou um buquê com uma dúzia de rosas para a esposa e escreveu em um cartão:

_ Nem mesmo a beleza e o perfume de todas as rosas do mundo podem ser comparados a você! Te amo minha linda!

A Bíblia diz: "Quem encontra uma esposa encontra algo excelente; recebeu uma bênção do Senhor" (Provérbios 18:22).

O SÍMBOLO MAIS VALIOSO!!!

Certa vez, um rei temente a Deus e muito amado pelo seu povo, percebendo que estava envelhecendo, resolveu decidir qual dos seus três filhos iria herdar o seu trono. A tarefa não era nada fácil, pois todos tinham bom coração e eram dignos de receber a coroa. Depois de muito pensar em uma forma de não ser injusto com seus filhos, o rei teve uma grande ideia. Em seguida, mandou chamar os três e lhes disse:
Meus filhos amados, eu já estou velho e não tenho mais forças para governar. Deus me deu três filhos maravilhosos e sei que qualquer um de vocês será um ótimo rei. Porém, eu não posso coroar os três, por isso, o melhor jeito que encontrei para escolher um de vocês é lançá-los um desafio. E explicou qual seria a missão:
Saiam agora e procurem aquilo que vocês acreditam ser o melhor símbolo do nosso reino. Vocês podem procurar onde quiserem, desde que me tragam o símbolo escolhido até a hora do jantar. E para que não haja dúvidas sobre a minha decisão, chamarei os nobres do reino para me ajudarem.
Os príncipes, então, saíram em busca do melhor símbolo do reino...
Um deles decidiu procurar dentro do próprio castelo, no museu e no cofre onde ficavam guardadas as maiores riquezas do reino.
O segundo, por sua vez, foi até a vila dos sábios do reino e passou o dia todo discutindo o assunto com eles.
Já o terceiro resolveu caminhar pelo reino. Ele visitou o seu povo, conversou com as pessoas humildes e conheceu um pouco da vida dura que elas levavam. Durante suas andanças, o príncipe encontrou um menino que chorava enquanto arava a terra de uma plantação. Sensibilizado, ele perguntou:
_ Por que você está chorando, garoto? 
_ Meu pai morreu na semana passada e minha mãe está muito doente. Eu preciso arar este campo até o fim da tarde se quiser receber um pouco de pão para levar para casa. Só que eu não consigo fazer isso sozinho. Queria terminar logo para poder dar o que comer à minha mãe.
O príncipe pensou no desafio do pai e na possibilidade de se tornar o novo rei. Ele sabia que não podia perder tempo, porém, decidiu ajudar o pobre menino - nem que fosse um pouco. Como ele era muito gentil e educado, passou horas e horas arando o campo com o menino. Assim que terminaram o serviço, ele foi visitar a mãe do garoto, que muito agradeceu a sua ajuda (a mãe e o filho não sabiam que ele era filho do rei).
Na hora do jantar, o filho que havia ficado no castelo apresentou ao pai e aos nobres um antigo cofre de ouro maciço cravejado com diamantes e rubis. Era, sem dúvida, um importante símbolo da família real. Ele explicou:
Meu pai e senhores nobres, esse cofre simboliza a estabilidade e o poder do nosso reino. Garanto-lhes que não há outro objeto que simbolize tão bem a nossa história!
O segundo filho, aquele que foi procurar os sábios, apresentou uma antiga espada que pertencia ao seu pai, nos tempos em que ele ainda era príncipe. Assim como o cofre, a espada também tinha um grande significado de coragem e valentia. O filho disse:
Meu rei, essa espada simboliza os tempos difíceis em que o senhor arriscou a própria vida para que a força e a grandeza no nosso reino fossem estabelecidas. Este é, com certeza, o maior símbolo do nosso reino!
Satisfeito com as duas primeiras apresentações, o rei perguntou ao último filho:
E você, meu filho, o que trouxe para nós?
Sem jeito e meio desapontado (pois sabia que não seria o escolhido), o rapaz falou ao pai sobre como foi o seu dia:
Não trouxe nada, meu pai. Deixei o castelo para visitar o nosso povo e me dei de frente com um órfão de pai que, em meio a lágrimas, buscava no arado da terra um pouco de pão para alimentar a mãe. A história do menino mexeu tanto comigo que parei minha busca para ajudá-lo. Depois fui visitar a senhora doente. Como não estou acostumado ao trabalho braçal, fiquei muito cansado e não tive forças para voltar ao seu desafio. Me perdoe, por favor.
O rei, então, chamou o filho:
Venha aqui, meu filho. Me deixe ver as suas mãos!
Ao notar que as mãos do rapaz estava cheia de bolhas, o rei ergueu o braço do príncipe e disse a todos os nobres:
Senhores, este é o meu escolhido! Ele herdará a minha coroa! Este rapaz não trouxe apenas um símbolo do nosso reino, mas vários:
Em primeiro lugar: ele foi até o povo. Um rei de verdade nunca pode deixar de estar com o seu povo. Segundo: ele foi capaz de escutar uma criança. Terceiro: ele foi sensível ao sofrimento do menino e de sua mãe. Quarto: ele demonstrou que é capaz de colocar os interesses dos necessitados acima dos seus interesses.
O rei continuou:
Os símbolos trazidos ao nosso reino por ele foram: amor, bondade, compaixão e atitude! Esse meu filho possui todas as qualidade que um rei temente a Deus deve ter. Os que concordam comigo, digam: Viva o rei! E todos os que estavam no salão gritaram “viva o rei”, inclusive os seus irmãos.
"E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé" (Gálatas 6:9,10).

UM ATO DE AMOR!!!

Na década de 1960, no auge da Guerra do Vietnã, um orfanato situado em uma aldeia administrada por missionários foi atingido por um bombardeio. Dezenas de crianças morreram na hora e muitas outras ficaram feridas. Entre elas estava uma menina de oito anos, em estado muito grave. Essa criança precisava de sangue com urgência, mas rapidamente os médicos missionários descobriram que ninguém da equipe era compatível com aquele tipo sanguíneo.

Então, eles se reuniram com os moradores da aldeia e com a ajuda de um intérprete, explicaram a situação da menina. Contudo, a maioria dos moradores não podia doar sangue, devido ao seu estado de saúde. Depois de testarem o tipo sanguíneo dos poucos candidatos, a equipe médica chegou à conclusão de que somente um menino tinha condições de ajudar a criança.
Após realizarem os procedimentos necessários, deitaram o garoto em uma cama ao lado da menina e inseriram uma agulha em sua veia. Enquanto o sangue era coletado, ele continuava quietinho, com os olhos fixos no teto. Depois de alguns minutos, o menino deu um pequeno soluço e com a mão que estava livre, tapou o rosto tentando esconder as lágrimas. O médico, então, pediu para o intérprete perguntar ao menino se ele estava sentindo dor. Ele respondeu:
Não, moço. Pode continuar.
Porém, não demorou muito para que o soluço e as lágrimas voltassem. Preocupado, o missionário pediu para ao intérprete para descobrir o que estava fazendo aquele garotinho chorar. O enfermeiro conversou tranquilamente com ele e, em seguida, explicou ao médico o porquê do choro:
Ele achou que ia morrer. Ele não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer.
Espantado, o médico missionário se aproximou da criança e, com ajuda do intérprete, perguntou:
Se você achava que iria morrer, por que se ofereceu para doar seu sangue?
Com o coração cheio de amor, o menino respondeu:
Porque ela é minha amiga e eu preferia morrer no lugar dela.
Esse menino foi àquele lugar determinado a salvar a vida da amiga, mesmo achando que para isso, teria que morrer. Do mesmo modo, Jesus veio à terra para salvar as nossas vidas. Ele sabia que teria que derramar o Seu sangue numa cruz, mas mesmo assim não pensou duas vezes em fazê-lo. O Seu amor pela humanidade e o desejo de nos salvar foi muito maior do que o medo da morte.
"Dificilmente haverá alguém que morra por um justo; pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. Como agora fomos justificados por seu sangue, muito mais ainda seremos salvos da ira de Deus por meio dele!" (Romanos 5:7-9)
"Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos" (1 João 3:16).


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