VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O Remédio

 João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior.

Era um homem bastante inteligente, mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do seu mundo material.

Um certo dia, ele estava fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo, iria morrer.

Muito nervoso, e após a insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para pegar o remédio.

Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio mesmo no escuro e entregando à criança que agradeceu e saiu dali as pressas.

Minutos depois percebeu que havia entregue o remédio errado para a criança e que se sua mãe o tomasse teria morte instantânea.

Desesperado tentou alcançar a criança mas não teve êxito.

Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus, que não o deixasse passar por assassino.

De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar-se deparou com a criança dizendo:

– Senhor, por favor não brigue comigo, mas é que cai e quebrei o vidro de remédio, dá para o senhor me dar outro?

Sabe, Ele está sempre nos ajudando, nós é que não percebemos isso…


Autor desconhecido

O verdadeiro culpado

Certo dia, uma senhora ligou desesperada para o Corpo de Bombeiros da sua cidade para apagar o fogo que irrompera abruptamente na sua casa.

Como a distância da sede do Corpo de Bombeiros até a sua casa era considerável, quando os Bombeiros chegaram já era tarde demais.

Só havia restado um amontoado de madeira queimada e muita fumaça.

Ela, no âmago do seu desespero e chorando muito, disse:

– Toda a minha vida estava nesta casa, meus sonhos e meus projetos.

Tudo virou pó!

– E não contente, descarregou toda a sua amargura.

– A culpa é desses bombeiros incompetentes e sem coração que demoraram uma vida para chegar até aqui.

Eles são os culpados por não ter sobrado nada da minha casa!

Então, um homem se aproximou daquela amargurada e triste senhora, dizendo:

– Eu sou o eletricista que fez a instalação da sua casa, lembra?

– Ela assentiu com a cabeça.

– A senhora lembra quando eu disse que os fios que nós estávamos empregando na obra eram de má qualidade?

– Outra vez ela concordou com o homem.

– E mesmo assim a senhora insistiu que deveriam ser aqueles fios, porque no final da instalação lhe trariam uma economia de 75 reais.

Pois é, a economia de 75 reais se tornou um prejuízo de 100 mil reais.

Moral da história:

Quando algo de ruim acontece com a gente, imediatamente, começamos a culpar todo mundo a nossa volta, mas, na grande maioria das vezes, os verdadeiros culpados pelos nossos infortúnios somos nós mesmos.

Autor: Cleiton Lourival Peixer

Lição de bondade

 Aquele moço seguia todos os dias pelo mesmo caminho.

Em suas viagens diárias do subúrbio, onde morava, ao centro da cidade, onde trabalhava, o trem sempre passava por um viaduto de onde se podia ver o interior de alguns apartamentos no prédio localizado em nível inferior.

Naquele lugar o trem diminuía a velocidade e por isso o rapaz podia observar através da janela de um dos apartamentos, uma senhora idosa deitada sobre a cama.

Ele via aquela cena há mais de um mês.

A senhora certamente convalescia de alguma enfermidade, era o que ele pensava.

O jovem teve pena dela e desejou vê-la restabelecida.

Num domingo, achando-se casualmente naquelas imediações, cedeu a um impulso sentimental e foi até o prédio onde a senhora morava.

Perguntou ao porteiro o nome da anciã e depois lhe enviou um cartão com votos de restabelecimento, assinando apenas:

“Um rapaz que passa diariamente de trem.”

Dali a uma semana mais ou menos, a caminho de casa no trem, o jovem olhou como sempre, para a janela.

No quarto não havia ninguém e a cama estava cuidadosamente arrumada.

No parapeito da janela, porém, estava afixado um pequeno cartaz escrito à mão e iluminado por uma lâmpada de cabeceira.

Mostrava apenas uma frase singela de gratidão, dizendo: “Deus o abençoe”

Aquele jovem do trem não tinha outra intenção a não ser ajudar anonimamente a uma pessoa desconhecida, atendendo a um apelo do seu coração generoso.

E é por essas e outras razões que vale a pena acreditar que ainda encontramos pessoas boas no mundo.

Um gesto de solidariedade não custa nada, não tem contra indicação e está ao alcance de todos.


Autor desconhecido

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