VERSÍCULOS DO DIA!!!

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terça-feira, 4 de agosto de 2015

A carga

 Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra em uma das mãos e um tijolo na outra.

Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas.

Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:

– Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?

– É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.

Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.

Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou:

– Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?

– Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.

Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas desnecessárias cargas.

E ele foi abandonando uma a uma.

Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.

Qual era na verdade o problema dele?

A pedra e a abóbora?

Não! Era a falta de consciência da existência delas.

Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.

Esse é o problema de muitas pessoas.

Elas estão carregando cargas sem perceber.

Não é de se estranhar que estejam tão cansadas.

Temos que prestar atenção às cargas que roubam nossas forças e energia: pensamentos negativos, culpa, falta de perdão, mágoa, ciúmes, sentimentos de ódio, vingança, autopiedade…


Autor desconhecido

Os cincos sinos

Era uma vez um hotel chamado Estrela de Prata.

O hoteleiro não conseguia fazer a receita cobrir as despesas, embora se esforçasse ao máximo para atrair hóspedes oferecendo um hotel confortável, um serviço cordial e preços razoáveis.

Por isto, desesperado, foi consultar um sábio.

– É muito simples.

Você deve mudar o nome do hotel.

– Impossível, – retrucou o hoteleiro.

– Há gerações ele é Estrela de Prata, assim é conhecido em todo o país.

– Não, – disse o sábio com firmeza.

– Agora você deve chamá-lo de Cinco Sinos e, na entrada, colocar uma fileira de seis sinos.

– Seis sinos? Isso é absurdo!

De que adiantaria?

– Experimente e verá, – recomendou o sábio com um sorriso.

Então, o hoteleiro experimentou, e eis o que viu: cada viajante que passava pelo hotel fazia questão de entrar para apontar o erro, acreditando que ninguém o notara.

Uma vez lá dentro, impressionava-se com a cordialidade dos serviços e ficava para repousar, propiciando ao hoteleiro, desse modo, rendimentos que ele não conseguira por tanto tempo.

Às vezes, o esforço, a persistência e a insistência não são suficientes para levar-nos ao objetivo almejado.

É preciso mudar.

Mudar conceitos, a forma de pensar, a forma de agir.

Mudar o caminho traçado.


Autor desconhecido

Para Refletimos

Estava eu com minha família, em férias, num acampamento isolado e com carro enguiçado.

Isso aconteceu há 5 anos, mas lembro-me como se fosse ontem.

Tentei dar a partida no carro.

Nada…

Caminhei para fora do acampamento e felizmente meus palavrões foram abafados pelo barulho do riacho.

Minha mulher e eu concluímos que éramos vítimas de uma bateria arriada.

Sem alternativa, decidi voltar a pé até a vila mais próxima e procurar ajuda.

Depois de uma hora e um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina.

Ao me aproximar do posto, lembrei que era domingo e é claro, o lugar estava fechado…

Por sorte havia um telefone público e uma lista telefônica já com as folhas em frangalhos.

Consegui ligar para a única companhia de auto-socorro que encontrei na lista, localizada a cerca de 30km dali….

– Não tem problema, disse a pessoa do outro lado da linha, normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora.

Fiquei aliviado, mas ao mesmo tempo consciente das implicações financeiras que essa oferta de ajuda me causaria.

Logo seguíamos, eu e o Zé, no seu reluzente caminhão-guincho em direção ao acampamento.

Quando saí do caminhão, observei com espanto o Zé descer com aparelhos na perna e a ajuda de muletas para se locomover.

Santo Deus !

Ele era paraplégico !!!

Enquanto se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental em calcular o preço da sua ajuda.

– É só uma bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão seguir viagem, disse-me ele.

O homem era impressionante, enquanto a bateria carregava, distraiu meu filho com truques de mágica, e chegou a tirar uma moeda da orelha, presenteando-a ao garoto.

Enquanto colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia.

– Oh! nada – respondeu, para minha surpresa.

– Tenho que lhe pagar alguma coisa, insisti.

– Não, reiterou ele.

Há muitos anos atrás, alguém me ajudou a sair de uma situação muito pior, em um grave acidente, quando perdi as minhas pernas, e o sujeito que me socorreu, simplesmente me disse :

– Quando tiver uma oportunidade, “Passe isso adiante”.

Eis minha chance…

Você não me deve nada !

Apenas lembre-se : Quando tiver uma oportunidade semelhante, faça o mesmo…

“Somos todos anjos de uma asa só, mas, como somos imperfeitos, precisamos nos abraçar para alçar vôo”

Se Você gostou dessa história, por favor, não agradeça, apenas “passe adiante”….. !!!


Autor desconhecido

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