Um garoto chega da escola temendo
ter de encarar o dever de casa.
E repete: “Meu dever de casa vai
ser difícil.
Não vou conseguir
fazer.”
A mãe
pergunta: “Como você pode saber se ainda nem começou?”
O menino
explica que quando a professora passou o dever, ela alertou a turma:
“Não esperem para fazer
o dever de casa no domingo.
Façam no sábado.
É uma tarefa difícil e a
última turma não se saiu muito bem.
Então se planejem para
dedicar um bom tempo e trabalhar duro, pois será necessário.”
A mãe do
garoto imediatamente compreendeu que a professora havia influenciado seu filho
de uma forma negativa, levando-o a esperar ter dificuldades para realizar o
dever de casa.
Ela também
compreendeu que provavelmente o dever não era tão difícil quanto o filho
imaginava e que poderia facilmente influenciá-lo a mudar suas expectativas e
torná-las mais positivas.
Ela disse ao menino:
“Para mim você vai
resolver essa tarefa com muita facilidade.
Você é bom em assimilar
novas informações e em lembrar o que aprendeu.
Meu palpite é que logo,
logo você vai ter terminado o dever e vai aparecer aqui dizendo que foi
facílimo.”
É claro que
o garoto abriu o maior sorriso e foi começar o dever de casa.
Pouco tempo depois,
voltou radiante.
“Puxa”, disse ele “você
tinha razão, mãe.
Da próxima vez que
alguém tentar me convencer que não posso fazer algo, vou lembrar-me do que você
disse sobre a minha capacidade de assimilar novas informações e vou dizer a mim
mesmo que você tinha razão.”
Autor
desconhecido
