VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O Melhor Presente

Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente e diz com orgulho:
– É para minha mãe!
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente.
Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo.
Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo.
Entretanto, ficou indeciso: ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja.
Devia ou não fazer?
O coração dizia sim, a mente dizia não.
O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar.
Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.
O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante e continuava seu conflito mental.
Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor para sua mãe.
Lembrou de sua própria mãe.
Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe.
Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual.
O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos.
Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso.
Alguma coisa parecia estar errada.
Por que o homem não embrulhava logo o sabonete?
Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para o pagamento…
Por que a demora?
Qual o problema?
No campo da emoção, dois sentimentos se entreolhavam: a compaixão do lado do homem, a desconfiança por parte do garoto.
Impaciente, ele perguntou:
– Moço, está faltando alguma coisa?
– Não, _ respondeu o proprietário da loja.
“É que de repente me lembrei de minha mãe”.
Ela morreu quando eu ainda era muito jovem.
“Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada.”
Na espontaneidade de seus 12 anos, perguntou o menino:
-Nem um sabonete?
O homem se calou.
Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do garoto.
Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar.
Como é que nunca pensara em dar algo pequeno e simples para sua mãe?
Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente adquirido.
Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição.
Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: O gesto de amor!


A borboleta


Estava sentada em uma sala de um hotel, um lugar tranqüilo rodeado de flores.
E eu estava vendo uma desesperada luta entre a vida e a morte, acontecendo com uma borboleta que gastava as suas ultimas energias tentando voar para fora da sala: tentava inutilmente voar através do vidro da vidraça.
É triste contar a comovente história da estratégia da borboleta: ela insiste, mas não funciona, pois os seus desesperados esforços não oferecem nenhuma esperança para a sua sobrevivência.
Ironicamente, a luta é parte da armadilha.
É impossível para a borboleta, mesmo tentando arduamente, conseguir ter sucesso, ou seja, quebrar o vidro.
No entanto, esse pequeno inseto apostou sua vida para alcançar seu objetivo através da determinação de um esforço errado.
Esta borboleta está condenada.
Ela vai morrer lá no peitoril da janela.
Do outro lado da sala, há alguns metros a porta está aberta.
Dez segundos de tempo de voo e esta pequena criatura poderia alcançar o mundo exterior que tanto procura.
Com apenas um pequeno esforço, que agora está sendo desperdiçado, poderia estar livre desta armadilha que ela mesma criou.
A possibilidade da descoberta está lá.
Seria tão fácil.
Por que não tentar voar com uma outra abordagem, algo radicalmente diferente?
Como é que ela ficou tão obstinada com a ideia de que este específico trajeto lhe oferece a melhor oportunidade para o sucesso?
Que lógica há em continuar até a morte buscando uma solução para o meu problema?
Sem dúvida, esta abordagem faz sentido.
Mas, lamentavelmente, é uma ideia que vai matá-la.
Tentar a coisa mais difícil não é, necessariamente, a solução mais eficaz.
Esta visão não oferece qualquer promessa real de conseguir o que se quer da vida.
Às vezes, na verdade, é uma grande parte do problema.
Se você aposta todas as suas esperanças numa única alternativa, você pode matar as suas chances de sucesso.
Autor desconhecido


Criatividade faz a diferença

Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.
No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa.
Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
– Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde:
– Eu não vim aqui para espiar vocês.
Eu só vim alimentar os jacarés!
Conclusão:
A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.

Autor desconhecido


   

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