VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O PREÇO DE UM MILAGRE - UMA HISTÓRIA VERDADEIRA

Tess era uma garotinha precoce de 8 anos, quando ouviu seu pai e sua mãe conversando sobre seu irmãozinho, Andrew.

Tudo que ela sabia era que este estava doente e que eles estavam completamente sem dinheiro. Eles se mudariam para um apartamento num subúrbio no próximo mês, porque o Papai não tinha recursos para pagar as contas do médico e o aluguel do apartamento.

Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvá-lo agora, e parecia que não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes o dinheiro. Ela ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado:
"Somente um milagre poderá salvá-lo agora."

Tess foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou-o cuidadosamente. Três vezes. O total tinha que estar exato. Não havia margem de erro. Colocando as moedas de volta no vidro com cuidado e fechando a tampa, ela saiu devagarinho pela porta do fundo e andou 5 quarteirões até a Farmácia Rexall, com seu símbolo do Chefe Pele Vermelha sobre a porta.

Ela esperou, pacientemente, que o farmacêutico a visse e lhe desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento. Tess esfregou os pés no chão para fazer barulho. Nada! Ela limpou a garganta com o som mais terrível que ela pôde fazer. Nem assim! Finalmente, ela pegou um níquel do vidro e bateu no vidro da porta. Finalmente!

"E o que você quer ?" perguntou o farmacêutico com voz aborrecida. "Estou conversando com meu irmão, que chegou de Chicago, e que não vejo há séculos", disse ele sem esperar resposta pela sua pergunta.
"Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão", Tess respondeu no mesmo tom aborrecido. "Ele está realmente doente... e eu quero comprar um milagre."

"Como?", balbuciou o farmacêutico atônito.
"Ele se chama Andrew e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e Papai diz que só um milagre poderá salvá-lo. Então, quanto custa um milagre ?"

"Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajudá-la", respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave.
"Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se não for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa."

O irmão do farmacêutico era um homem bem vestido. Ele deu um passo à frente e perguntou à garota. "Que tipo de milagre seu irmão precisa ?"
"Não sei", respondeu Tess, levantando os olhos para ele. "Só sei que ele está muito mal e Mamãe diz que ele precisa ser operado. Mas Papai não pode pagar, então quero usar meu dinheiro."
"Quanto você tem ?", perguntou o homem de Chicago.
"Um dólar e 11 centavos", Tess respondeu quase num sussurro. "É tudo o que eu tenho aqui... mas posso conseguir mais, se for preciso."

"Puxa, que coincidência", sorriu o homem. "Um dólar e 11 centavos - exatamente o preço de um milagre para irmãozinhos." Ele pegou o dinheiro com uma mão, e dando a outra mão à menina, disse: "Leve-me até onde você mora. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa."

Esse senhor bem vestido era o Dr. Carlton Armstrong, um cirurgião especializado em neurocirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custo algum, e meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado.

Mamãe e Papai comentavam alegremente sobre a seqüência de acontecimentos ocorridos. "A cirurgia", murmurou Mamãe, "foi um milagre real. Gostaria de saber quanto deve ter custado".
Tess sorriu. Ela sabia exatamente quanto custa um milagre... um dólar e onze centavos... mais a fé de uma garotinha.Um milagre não é a suspensão de uma lei natural, mas o resultado de uma lei maior.


(Fonte desconhecida)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

FICA A DICA: PAI NOSSO CONSCIENTIZADO

Será  inútil dizer: PAI NOSSO...
Se em minha vida não ajo como filho de Deus, fechando o meu coração ao amor;
Será inútil dizer: QUE ESTAIS NO CÉU...
Se os meus valores são representados unicamente pelos bens da terra;
Será inútil dizer: SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME...
Se penso  apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo:
Será  Inútil dizer: VENHA A NÓS O VOSSO REINO...
Se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades;
Será inútil dizer:  SEJA FEITA A VOSSA VONTADE...
Se no fundo a vontade mesmo é que todos os meus desejos se realizem;
Será inútil dizer: O PÃO NOSSO DE CADA DIA, NOS DAI HOJE...
Se prefiro acumular riquezas desprezando meus irmãos que passam por dificuldades;
Será inútil dizer: PERDOAI AS NOSSAS DÍVIDAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS AOS NOSSOS DEVEDORES;
Se não me importo em ferir, injustiçar, oprimir e magoar aos que compartilham da minha caminhada e não perdoá-los quando cometem alguma falta contra mim;
Será inútil dizer: NÃO NOS DEIXE CAIR EM TENTAÇÃO...
Se escolho sempre o caminho mais fácil que nem sempre é o caminho do Cristo;
Será inútil dizer: LIVRAI-NOS DO MAL...
Se por minha própria vontade procuro os prazeres materiais e tudo que é proibido me seduz;
Também será inútil dizer: ASSIM SEJA.
Pois, sabendo  que sou assim  nada faço para reformar-me intimamente. Sendo assim Jesus, auxilia-me na busca de minha modificação.

silute
Enviado por silute em 28/11/2012
Reeditado em 13/04/2013
Código do texto: T4008717
Classificação de conteúdo: seguro

PENSE NISTO: DEUS NUNCA ERRA!!!!!

Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus.
Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade.
Em todas situações dizia:
– Meu Rei, não desanime, porque Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele nunca erra.Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei.
O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita.
O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.O servo respondeu:- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem ! Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra !!!O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva.
Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.
Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício.
Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vitima, observou furioso:- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo.E o Rei foi libertado.Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença.
Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu?O servo sorriu e disse:- Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum.Portanto, lembre-se sempre: TUDO O QUE DEUS FAZ É PERFEITO. ELE NUNCA ERRA!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

REFLEXÃO: NUNCA HAJA COM A CABEÇA QUENTE!!!

Num belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro, chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa para ver o lindo caminhão que comprara depois de longos e árduos 20 anos de trabalho. Era o primeiro que conseguia comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada. A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de casa, encontra seu filhinho de seis anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão. Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer. Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados. Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados. Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:
“Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.”
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância. Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele
e que a lataria do caminhão não tinha estragado. Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
“Quer dizer que não está mais bravo comigo?”
É claro que não – respondeu o pai. Ao que o menino pergunta:
“Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?”
Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos. Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos seja irreversíveis. Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.
Pense nisto!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

CICATRIZES

Há alguns anos, em um dia quente de verão,
um pequeno menino decidiu ir nadar no lago
que havia atrás de sua casa.
Na pressa de mergulhar na água fresca,
foi correndo e deixando para trás os sapatos,
as meias e a camisa.
Voou para a água, não percebendo que
enquanto nadava para o meio do lago,
um jacaré estava deixando a margem e entrando na água.
Sua mãe, em casa, olhava pela janela
enquanto os dois estavam cada vez mais perto um do outro.
Com medo absoluto, correu para o lago,
gritando para seu filho o mais alto quanto conseguia.
Ouvindo sua voz, o pequeno se alarmou,
deu um giro e começou a nadar de volta ao encontro de sua mãe.
Mas era tarde.
Assim que a alcançou, o jacaré também o alcançou.
A mãe agarrou seu menino pelos braços
enquanto o jacaré agarrou seus pés.
Começou um cabo-de-guerra incrível, entre os dois.
O jacaré era muito mais forte do que a mãe,
mas a mãe era por demais apaixonada para deixá-lo ir.
Um fazendeiro que passava por perto,
ouviu os gritos, pegou uma arma e disparou no jacaré.
De forma impressionante, após semanas
e semanas no hospital, o pequeno menino sobreviveu.
Seus pés extremamente machucados pelo ataque do animal,
e, em seus braços, os riscos profundos
onde as unhas de sua mãe estiveram cravadas
no esforço sobre o filho que ela amava.
Um repórter de jornal que entrevistou o menino após o trauma,
perguntou-lhe se podia mostrar suas cicatrizes.
O menino levantou seus pés.
E então, com óbvio orgulho, disse ao repórter:
“Mas olhe em meus braços”.
“Eu tenho grandes cicatrizes em meus braços também”.
“Eu as tenho porque minha mãe não deixou eu ir”.
Você e eu podemos nos identificar com esse pequeno menino.
Nós também temos muitas cicatrizes.
Não a de um jacaré, ou qualquer coisa assim tão dramática.
Mas as cicatrizes de um passado doloroso.
Algumas daquelas cicatrizes são feias
e causam-nos profunda dor.
Mas, algumas feridas, meu amigo,
são porque DEUS se recusou a nos deixar ir.
E enquanto você se esforçava, Ele estava lhe segurando.
Se hoje o momento é difícil, talvez o que está te causando dor
seja Deus cravando-lhe suas unhas para não te deixar ir.
Lembre-se do jacaré e muito mais daquele que mesmo em meio
a tantas lutas nunca vai te abandonar.
Deus certamente vai fazer o que for necessário para não te perder,
ainda que para isso seja preciso deixar-lhe cicatrizes.
LEMBRE-SE SEMPRE QUE VOCÊ É ESPECIAL PARA DEUS.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Deus ainda fala com as pessoas?


Um jovem foi para o estudo da Bíblia numa noite de quarta-feira.
O pastor dividiu entre ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor.
O jovem não pode deixar de querer saber se “Deus ainda fala com as pessoas?”.
Após a pregação ele saiu para um café com os amigos e eles discutiram a mensagem.
De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes.
Era aproximadamente 10 horas quando o jovem começou a dirigir-se para casa.
Sentado no seu carro, ele começou a pedir – “Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo”.
Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: “pare e compre um galão de leite”. Ele balançou a cabeça e falou alto – “Deus é o Senhor?”. Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa.
Porém, novamente, surgiu o pensamento “compre um galão de leite”.
O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Eli.
“Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite”.
Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil. Ele poderia também usar o leite. O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.
Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido “vire naquela rua”. Isso é loucura, pensou e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua. Meio brincalhão, ele falou alto – “muito bem, Deus. Eu farei”. Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele Brecou e olhou em volta. Era uma área misto de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança.
Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.
Novamente, ele sentiu algo, “vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua”. O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. “Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?”.
Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.
Finalmente, ele abriu a porta, “muito bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui”.
Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir uma barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto:
“Quem está aí? O que você quer?”. A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta.
Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira.
“O que é?”. O jovem entregou-lhe o galão de leite. “Comprei isto para vocês”. O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.
Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem seguia-a segurando no braços uma criança que chorava.
Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando – “nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite”. Sua esposa gritou lá da cozinha – “pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco… Você é um anjo?
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem.
Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus ainda responde os pedidos.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Uma das Melhores Lições de Vida


Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si. Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar". E todos os noves competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos...

Talvez os atletas fossem deficientes mentais, mas com certeza, não eram deficientes espirituais... Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A FORÇA TRANSFORMADORA DO AMOR

A FORÇA TRANSFORMADORA DO AMOR
Um professor de Sociologia levou seus alunos universitários a uma favela para estudar a história de 200 crianças. Após a visita, pediu a seus alunos que redigissem uma avaliação sobre o futuro daqueles meninos e meninas.
Diante das condições de extrema pobreza e da falta de perspectiva sobre o futuro daquelas crianças, todos os estudantes escreveram em suas avaliações: “Eles não têm chance alguma.”
Vinte e cinco anos se passaram…
Outro professor de Sociologia deparou-se com o estudo anterior e resolveu retomar o projeto. Pediu aos seus alunos que visitassem aquela favela, para pesquisar o que havia acontecido com aquelas crianças.
Com exceção de 20 delas, que haviam se mudado ou falecido, os estudantes descobriram que 176 das 180 crianças da pesquisa anterior se tornaram adultos e alcançaram uma posição bem sucedida na sociedade. Tornaram-se advogados, médicos, empreendedores.
O professor ficou curioso e resolveu continuar a pesquisa pessoalmente.
Felizmente, as pessoas do estudo continuavam na mesma área. O professor foi a cada uma delas e perguntou: “A que você atribui o seu sucesso?” Em todos os casos, a resposta era unânime: “A uma professora”.
A professora ainda estava viva, portanto, ele a procurou.
Ao encontrá-la, notou que era uma senhora idosa, mas ainda bastante ativa. Então ele perguntou que fórmula mágica ela havia usado para resgatar essas crianças da favela para um mundo de conquistas bem sucedidas.
Os olhos da professora faiscaram e seus lábios se abriram num delicado sorriso.
– É realmente muito simples – disse ela – eu amava aquelas crianças.
(Autor desconhecido)

Aprendendo a dizer "Não"!

Quando Ângela tinha apenas dois ou três anos, seus pais a ensinaram a nunca dizer NÃO. Ela devia concordar com tudo o que eles falassem, pois, do contrário, era uma palmada e cama.
Assim, Ângela tornou-se uma criança dócil, obediente, que nunca se zangava. Repartia suas coisas com os outros, era responsável, não brigava, obedecia a todas as regras, e para ela os pais estavam sempre certos.
A maioria dos professores valorizava muito essas qualidades, porém os mais sensíveis se perguntavam como Ângela se sentia por dentro.
Ângela cresceu cercada de amigos que gostavam dela por causa de sua meiguice e de sua extrema prestatividade: mesmo que tivesse algum problema, ela nunca se recusava a ajudar os outros.
Aos trinta e três anos, Ângela estava casada com um advogado e vivia com sua família numa casa confortável. Tinha dois lindos filhos e, quando alguém lhe perguntava como se sentia, ela sempre respondia: “Está tudo bem.”
Mas, numa noite de inverno, perto do Natal, Ângela não conseguiu pegar no sono, a cabeça tomada por terríveis pensamentos. De repente, sem saber o motivo, ela se surpreendeu desejando com tal intensidade que sua vida acabasse, que chegou a pedir a Deus que a levasse.
Então ela ouviu, vinda do fundo do seu coração, uma voz serena que, baixinho, disse apenas uma palavra: NÃO.
Naquele momento, Ângela soube exatamente o que devia fazer. E eis o que ela passou a dizer àqueles a quem mais amava:
Não, não quero.
Não, não concordo.
Não, faça você.
Não, isso não serve pra mim.
Não, eu quero outra coisa.
Não, isso doeu muito.
Não, estou cansada.
Não, estou ocupada.
Não, prefiro outra coisa.
Sua família sofreu um impacto, seus amigos reagiram com surpresa. Ângela era outra pessoa, notava-se isso nos seus olhos, na sua postura, na forma serena mas afirmativa com que passou a expressar o seu desejo.
Levou tempo para que Ângela incorporasse o direito de dizer NÃO à sua vida. Mas a mudança que se operou nela contagiou sua família e seus amigos. O marido, a princípio chocado, foi descobrindo na sua mulher uma pessoa interessante, original, e não uma mera extensão dele mesmo. Os filhos passaram a aprender com a mãe o direito do próprio desejo. E os amigos que de fato amavam Ângela, embora muitas vezes desconcertados, se alegraram com a transformação.
À medida que Ângela foi se tornando mais capaz de dizer NÃO, as mudanças se ampliaram. Agora ela tem muito mais consciência de si mesma, dos seus sentimentos, talentos, necessidades e objetivos. Trabalha, administra seu próprio dinheiro, e nas eleições escolhe seus candidatos.
Muitas vezes ela fala com seus filhos: “Cada pessoa é diferente das outras e é bom a gente descobrir como cada um é. O importante é dizer o que você quer e ouvir o desejo do outro, dizer a sua opinião e ouvir o que o outro acha. Só assim podemos aprender e crescer. Só assim podemos ser felizes.”
Barbara K. Bassett Do livro: Histórias para aquecer o coração 2 Jack Canfield e Mark Victor Hansen Editora Sextante
Ps: Dizer "NÃO". Ao contrário que a maioria das pessoas pensam, é demonstração de Zelo, amor.
"QUEM AMA CUIDA"  E quem cuida diz: "NÃO"!!!!!!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Deixe A Lama Secar

“Esperei com paciência pelo Senhor, e ele se inclinou para
mim e ouviu o meu clamor” (Salmos 40:1).
Um jovem se sentiu profundamente insultado por outro,  na
aldeia e foi imediatamente falar com o ancião, que todos
costumavam consultar em situações semelhantes. Furioso, ele
disse ao ancião que iria exigir satisfações ao outro jovem.
O sábio ancião lhe disse: “Menino querido, aceite o conselho
de um homem velho que ama a paz”.
Um insulto é como lama; é
mais fácil limpar quando está seca. Espere um pouco para que
você e ele se acalmem. Será melhor. Ir agora só resultará em
uma disputa amarga”. Ele aceitou o conselho, planejando ir
no dia seguinte. O que insultou, porém, veio antes do tempo
planejado e implorou o seu perdão. Nem sempre acontece dessa
maneira, mas, não devemos esquecer o conselho do sábio
ancião: “Um insulto é como lama, é mais fácil limpá-la
quando está seca.”
Aproveitando a ilustração inicial, eu poderia falar de
perdão e amor, que são temas apropriados para um cristão,
filho de Deus, que ama ao Senhor e deseja ser uma bênção em
suas mãos. Mas, resolvi falar de paciência.
Muitas vezes nos mostramos inquietos, ansiosos, não
conseguindo compreender a vontade de Deus porque não somos
capazes de esperar com paciência para que Deus dirija a
situação segundo Seus planos. Ele não somente sabe o que é
melhor para nós como a melhor hora de todas as coisas acontecerem.
A nossa bênção não chegará antes da hora e nem nossos sonhos
se realizarão com atraso. Não alcançaremos a felicidade
almejada tentando acelerar o tempo do Senhor e nem buscando
Lhe dar uma ajuda para que o nosso tempo chegue mais rápido.
Saber esperar é uma arte e uma prova de sabedoria diante do
Senhor. A fé nos ajuda a esperar! A confiança no Senhor nos
permite descansar em paz! O nosso melhor momento é o que
Deus determinou para ser o nosso melhor momento. Ele sabe
todas as coisas… esperemos.
Deixe a lama de sua impaciência secar. O resultado será
muito bom para você!


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

AS 7 VERDADES DO BAMBU

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
 Vovô corre aqui! Explica-me como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva… este bambu é tão fraco e continua de pé?
 Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
 A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.

 Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.

 Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.

 A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.

 A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” (e não de eu’s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.

 A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.

SEJA COMO O BAMBU... Ele verga mais não quebra...

"JESUS É O CAMINHO" © 2008 Por *Templates para Você*