VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

domingo, 22 de novembro de 2015

Vaso quebrado



Era uma vez, num depósito de vasos quebrados… Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais eram respeitados pelos outros. Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio deles, mas, por ser diferente dos demais, ele foi rejeitado. Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito. Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, tentou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo, mas, também foi repelido. Tentou uma 3ª vez… Mas também não adiantou. Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para isso. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho. E foi isso mesmo que ele fez e assim conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados. Mas a felicidade não durou muito porque logo ele começou a se incomodar com outra necessidade: A de ser respeitado pelos demais vasos quebrados. Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó. E assim deixou de ser vaso! É muito comum as pessoas serem influenciadas por outras… Tanto que perdem sua própria identidade. Você mesmo provavelmente tomou alguma decisão influenciado por outras pessoas. E quantas vezes não se arrependeu? Portanto pense… E valorize “o vaso que é”… Seja como for!

Deus tem uma Resposta

Você diz: "Isso é impossível" 
Deus diz: "Tudo é possível" (Lucas 18:27) 

Você diz: "Eu já estou cansado" 
Deus diz: "Eu te darei o repouso" (Mateus 11:28-30) 

Você diz: "Ninguém me ama de verdade" 
Deus diz: "Eu te amo" (João 3:16 & João 13:34) 

Você diz: "Não tenho condições" 
Deus diz: "Minha graça é suficiente" (II. Corintos 12:9) 

Você diz: "Não vejo saída" 
Deus diz: "Eu guiarei teus passos" (Provérbios 3:5-6) 

Você diz: "Eu não posso fazer" 
Deus diz: "Você pode fazer tudo" (Filipenses 4:13) 

Você diz: "Estou angustiado" 
Deus diz: "Eu te livrarei da angustia" (Salmos 90:15) 

Você diz: "Não vale a pena" 
Deus diz: "Tudo vale a pena" (Romanos 8:28) 

Você diz: "Eu não mereço perdão" 
Deus diz: "Eu te perdôo" (I Epistola de São João 1:9 & Romanos 8:1) 

Você diz: "Não vou conseguir" 
Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades" (Filipenses 4:19) 

Você diz: "Estou com medo" 
Deus diz: "Eu não te dei um espírito de medo" (II. Timóteo 1:7) 

Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado" 
Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações" (I Pedro 5:7) 

Você diz: "Eu não tenho talento suficiente" 
Deus diz: "Eu te dou sabedoria" (I Corintos 1:30) 

Você diz: "Não tenho fé" 
Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé" (Romanos 12:3) 

Você diz: "Eu me sinto só e desamparado" 
Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei"


sábado, 21 de novembro de 2015

A primeira rúpia

Nas distantes terras do Paquistão, há muitos anos, vivia um honrado mercador, chamado Krivá, viúvo e que tinha apenas um filho de nome Samuya.

Krivá, um homem trabalhador, gozava de alto prestígio na comunidade, enquanto seu filho, o jovem Samuya, era leviano, preguiçoso e de péssimo comportamento.
Rara era a semana em que este não praticava uma desordem que agitava todo o vilarejo, desgostando o coração de seu bondoso pai.
Um dia, ao cair da tarde, Samuya foi chamado pelo pai para uma conversa.
Deitado no leito, Krivá recebeu o filho e disse-lhe ter pleno conhecimento de seus vícios e equívocos. Afirmou que, por essa razão, decidira deserdá-lo, uma vez que a fortuna que possuía seria, por certo, dilapidada em festas e orgias quando caíssem nas mãos de Samuya.
Diante do espanto que invadiu o filho, Krivá acrescentou que lhe oferecia uma última e única oportunidade para continuar sendo seu herdeiro. Seu filho teria que conseguir, com o seu próprio trabalho, no prazo de três dias, uma rúpia, a moeda corrente.
Se assim agisse, seria o único herdeiro da fortuna de seu pai, mas se falhasse, depois da morte deste, seria atirado à miséria e à indigência. Certo de que seu pai, homem de palavra como era, cumpriria sua promessa, Samuya ficou apreensivo.
Na presença dos amigos equivocados, porém, foi seduzido pela ideia de iludir o pai, uma vez que lhe emprestaram uma rúpia e sugeriram-lhe que mentisse.
No dia seguinte, ao cair da tarde, Samuya apresentou-se diante do pai e entregou-lhe a rúpia que lhe haviam emprestado, dizendo que a ganhara trabalhando.
Após segurá-la por alguns instantes, Krivá disse que aquela moeda não havia sido ganha com o seu trabalho, jogando-a ao fogo.
Esmagado pela verdade, Samuya retirou-se em silêncio.
No dia seguinte, novamente orientado pelos companheiros de vícios, Samuya apresentou-se diante do pai, sujo e mal vestido, fingindo ter trabalhado o dia todo e trazendo nas mãos outra rúpia que lhe havia sido emprestada pelos amigos.
Outra vez Krivá disse que aquela moeda não havia sido fruto do trabalho do filho, atirando-a ao fogo.
Samuya não protestou e, humilhado, retirou-se.
Na manhã seguinte, consciente de que havia errado por duas vezes consecutivas, fugiu da companhia dos amigos e decidiu procurar por trabalho.
Abandonando à costumeira preguiça passou o dia auxiliando todos aqueles que encontrava. Trabalhou no período da manhã na colheita da juta e amassando barro para um oleiro.
À tarde conseguiu trabalhar no mercado, vendendo ervas aromáticas e, depois, junto ao rio, auxiliou no transporte de pessoas, remando por várias horas.
Ao final do dia, quando se apresentou perante o pai, muito cansado, tinha em suas mãos a primeira rúpia que conseguira trabalhando duramente. Mais importante, porém, do que a moeda que trazia nas mãos, era o bem-estar que sentia no íntimo, satisfeito com seu próprio esforço e com a mudança de conduta que percebia em si mesmo.
Ao entregar a moeda ao pai, porém, este disse que ela não era fruto de seu trabalho e ia atirá-la ao fogo, o que gerou um incontido protesto de Samuya.
Krivá, então, sorriu e disse que isso era a prova de que a moeda era fruto do trabalho do rapaz Pois nas outras vezes Samuya nada havia dito e desta vez protestara, porque aprendera que o dinheiro ganho com o trabalho não deve ser atirado, como palha sem valor, ao fogo do desperdício.
Apenas o trabalho honrado abilita o homem.
Somente pelo trabalho o homem pode servir à família, aos
amigos e à sociedade.

FIKA A DIKA- Só Imagine

Você já imaginou se a partir de hoje, tudo que você reclamar seja tirado da sua vida? Só imagine….

Ai, não aguento minha mãe! Pronto, morreu.
Meu cabelo é horrível! Pronto, careca.
Não dá para engolir meu emprego! Ok, desempregado.
Meu marido é uma praga! Tudo bem, viúva agora.
Não suporto mais esse calor! A partir de hoje só neve e chuva.
Minha casa não é boa! Então, viva na rua a partir de agora.
Assustador? Agora olhe ao seu redor… O que te diferencia das demais pessoas? O sol nasce para justos e injustos, o que nos diferencia dos demais, são nossas atitudes frente às diversas situações. Então, dê graças à Deus e seja alegre com o que tem, seja grato de coração.

E o que depender de você para mudar, mude! Quando você muda tudo em sua volta muda.

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