VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: – Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele. Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar: – O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola. O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: – Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: – Filho como está se sentindo agora? – Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa. O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: – Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente: – Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos. Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras; Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações; Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos; Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter; Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.

Fika a Dika!!

Impressionada como lemos a Biblia tantas vezes, um versículo mais de 100 vezes e não atentamos para seu verdadeiro significado, uma pequena palavra muda todo o contexto.
Quantas vezes ministrei na vida das pessoas que se buscar primeiramente o Reino de Deus, todas as coisas serão acrescentadas e ainda frizava que era TODAS e não ALGUMAS.
Ontém assistindo a Ministração do Pastor Juliano Son( Livres para Adorar), foi que tive o verdadeiro entendimento e descobri  que sempre me passou despercebido uma pequena Palavra ESSAS, o versículo diz:    “Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”. (Mateus 6:33).
Aqui o Senhor estava falando de Provisão, de vestimentos, alimentação e não de riquezas, casas, carros... ele nos promete o sustento, o necessário... e andam pregando como estava fazendo a Prosperidade Material, Financeira e com isso hoje vemos as igrejas lotadas em busca de coisas e não do Senhor, e o pior é que quando essa Prosperidade não vem são inconformados com sua situação.
REFLITA: Você é Feliz e Agradecido com o que o Senhor tem te dado?, sabe viver dignamente com o que tens? ou vive sobrecarregado pela má administração dos seus bens e causando prejuízo a sí próprio e aos outros pela ganância de sempre querer mais?
Ass. Bárbara Levita
Ps: Sem querer encontrei um Blog com esta postagem e me confirmou meu entendimento.

TODAS AS COISAS NOS SERÃO ACRESCENTADAS?
      “Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”. (Mateus 6:33).
   Passei boa parte da minha vida entendendo este texto de maneira bem diferente do que realmente Jesus quis nos ensinar.
   É impressionante como, por alguma razão que eu mesma desconheço, fazemos por tantas vezes uma leitura tão descuidada da Palavra de Deus. E tantas outras que costumamos omitir ou acrescentar  por descuido, negligência. ou quem sabe até, por orgulho.
  Quantas vezes já ouvi mensagens, canções ou até mesmo palavras individuais com uma interpretação quase que unânime deste texto da seguinte maneira: “buscai primeiro o reino de Deus e todas as coisas vos serão acrescentadas”... Mas não é isso que o texto nos diz.
   Lendo cuidadosamente o contexto, vemos Jesus falando claramente de alimentos, vestes e do cuidado que Deus dispensa a todas as coisas criadas. Sua maravilhosa provisão vai desde os pardais, lírios do campo, até a coroa da sua criação: os homens.
    Daí a ordem: Busquem em primeiro e creio, em único lugar o seu Reino e todas essas coisas nos serão acrescentadas. Percebi como uma só palavra faz toda a diferença. Jesus não nos fala "todas as coisas", mas todas "essas coisas". A que coisas Jesus se refere? Obviamente ao que vinha falando anteriormente: vestes, alimento, enfim, sua maravilhosa provisão.
    Jesus nunca nos prometeu coisas do tipo carro, casa, casamento... Jesus nos prometeu cuidar de nós, e dar-nos aquilo que é necessário para sobrevivermos. Paulo estava absolutamente cônscio disso quando escreveu a Timóteo: “tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes” (1ª Timóteo 6:8).
   É lamentável a barganha que se faz hoje com base nesse versículo tão simples e maravilhoso. Vemos uma espécie de “conselho” a descrentes e até aos novos na fé: "busquem o reino de Deus e todas as coisas serão acrescentadas" e é óbvio que quem assim  fala, pensa nesta barganha: "faça isto e ganharás aquilo ..."
   Hoje compreendo que tal mensagem é inaceitável por fugir da essência divina. Não é do caráter de Deus barganhar com o homem. Ele nunca nos prometeu nada daquilo que realmente precisamos: comer, vestir...
   Busquemos o reino de Deus, jamais pensando em obter algo em troca. Penso que nossa função é: cuidar das coisas do Reino, e Ele certamente cuidará de nós.
por Silvana Sales

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A Menina das maçãs - Agosto de 1942, Piotrkow, Polônia.

O céu estava cinzento naquela manhã em que esperávamos ansiosamente.
Todos os homens, mulheres e crianças do gueto judaico de Piotrkow tinham sido levados até uma praça. Fora espalhado o boato de que seríamos transferidos. Meu pai tinha morrido de tifo alguns dias antes, e a notícia se espalhara pelo gueto apinhado. Meu maior temor era que nossa família fosse separada. “”De maneira alguma,” sussurrou-me Isidore, meu irmão mais velho, “conte a eles a sua idade. Diga que tem dezesseis anos.” Eu era alto para um menino de onze, portanto poderia afirmar isto.
Dessa maneira eu poderia ser considerado útil como trabalhador. Um homem da SS aproximou-se de mim, as botas ressoando nas pedras. Olhou-me de alto a baixo, então perguntou minha idade. “Dezesseis,” eu disse. Ele encaminhou-me para a esquerda, onde meus três irmãos e outros jovens saudáveis já estavam.
Minha mãe foi levada para a direita com as outras mulheres, crianças, doentes e pessoas idosas. Cochichei para Isidore: “Por quê?” Ele não respondeu. Corri para o lado de mamãe e disse que queria ficar com ela. “Não,” disse ela firmemente. “Saia daqui. Não me aborreça. Vá com seus irmãos.” Ela jamais me falara tão duramente antes, mas eu entendi: mamãe estava me protegendo. Ela me amava tanto que, apenas por esta vez, ela fingiu não fazê-lo. Foi a última vez que a vi.
Meus irmãos e eu fomos transportados num vagão de gado até a Alemanha. Chegamos ao campo de concentração de Buchenwald numa noite várias semanas depois, e fomos levados até um barracão lotado. No dia seguinte, recebemos uniformes e números de identificação. “Não me chamem mais de Herman,” eu disse aos meus irmãos. “Chamem-me de 94983.” Fui designado para trabalhar no crematório do campo, colocando os mortos num elevador operado à manivela. Eu, também, me sentia morto. Endurecido, tinha me tornado um número. Em pouco tempo, meus irmãos e eu fomos enviados a Schlieben, um dos sub-campos de Buchenwald perto de Berlim.
Certa manhã, pensei ter ouvido a voz de minha mãe. “Filho,” dizia ela suave mas claramente, “estou enviando um anjo para você.” Então acordei. Fora apenas um sonho. Um lindo sonho. Porém num lugar daqueles não poderia haver anjos. Apenas trabalho, fome, e medo. Alguns dias depois, eu estava trabalhando no campo por trás dos barracões, perto da cerca de arame farpado onde os guardas não podiam ver com facilidade. Eu estava sozinho. No outro lado da cerca, divisei alguém, uma garota com cachos claros, quase luminosos. Estava meio escondida por trás de uma bétula. Olhei ao redor para me certificar que ninguém podia me ver, Chamei-a baixinho em alemão. “Você tem alguma coisa para comer?” Ela não entendeu. Aproximei-me mais da cerca e repeti a pergunta em polonês.
Ela deu um passo à frente. Eu era magro e macilento, com trapos ao redor dos pés, porém a menina não parecia assustada. Em seus olhos, eu via vida. Ela tirou uma maçã da sua jaqueta de lã e atirou-a por cima da cerca. Agarrei a fruta e, quando comecei a me afastar correndo, ouvi-a dizer baixinho: “Eu te vejo amanhã.”
Eu voltava ao mesmo ponto da cerca todos os dias à mesma hora. Ela estava sempre lá, com alguma coisa para eu comer; um pedaço de pão, ou melhor ainda, uma maçã. Não ousávamos conversar ou demorar ali. Ser apanhado significava a morte para nós dois. Eu não sabia nada sobre ela, “apenas uma garota da fazenda”, exceto que ela entendia polonês.
Qual era seu nome? Por que arriscava a vida por mim? A esperança era um artigo tão raro, e esta menina do outro lado da cerca me dava alguma, algo para me nutrir como faziam as maçãs e o pão.
Quase sete meses depois, meus irmãos e eu fomos colocados num carro de carvão e enviados para o campo Theresienstadt na Checoslováquia. “Não volte,” disse eu à garota aquele dia. “Estamos partindo.” Voltei-me em direção às barracas e não olhei para trás, nem sequer disse adeus à menina cujo nome eu jamais soube, a garota com as maçãs.
Ficamos em Theresientadt por três meses. A guerra estava diminuindo e as Forças Aliadas estavam se aproximando, porém meu destino parecia selado. Em 10 de maio de 1945, eu estava agendado para morrer na câmara de gás às 10 da manhã. No silêncio da madrugada, eu tentava me preparar. Tantas vezes a morte parecera me chamar, mas de alguma forma eu tinha sobrevivido. Agora, tudo estava acabado. Pensei nos meus pais. Pelo menos, estaríamos reunidos. Às 8 da manhã, houve uma comoção. Ouvi gritos, e vi pessoas correndo para todo lado através do campo. Consegui reunir-me aos meus irmãos.
As tropas russas tinham libertado o campo! Os portões foram abertos. Todos estavam correndo, portanto fiz o mesmo.
Surpreendentemente, todos os meus irmãos tinham sobrevivido; não sei como. Porém eu sabia que a garota com as maçãs tinha sido a chave da minha sobrevivência. Num lugar onde o mal parecia triunfar, a bondade de uma pessoa tinha salvado a minha vida, tinha me dado esperança onde não havia nenhuma. Minha mãe tinha prometido me enviar um anjo, e o anjo tinha vindo.
Com o tempo, consegui chegar à Inglaterra onde fui ajudado por uma instituição de caridade judaica, colocado num abrigo com outros meninos que tinham sobrevivido ao Holocausto e treinado em eletrônica. Então cheguei aos Estados Unidos, onde meu irmão Sam já estava morando. Alistei-me no exército americano durante a Guerra da Coréia e ao ser desembarcado na Itália, me apaixonei. Porém meus irmãos disseram: “Você partiu solteiro, volte para casa solteiro.” Por algum motivo, escutei-os e voltei à cidade de Nova York após dois anos, sozinho.
Em agosto de 1957 abri minha loja de consertos eletrônicos. Eu estava começando a me estabelecer. Um dia, meu amigo Sid, que eu conhecia desde a Inglaterra, telefonou-me. “Tenho um amigo que conhece uma moça da Polônia. Acho que você deveria encontrá-la.”
Um encontro às cegas? Não, aquilo não era para mim. Porém Sid ficava insistindo, e alguns dias depois fomos ao Brooklyn para encontrar Roma (Rivca). Tive de admitir, para um encontro às cegas até que não foi tão mau. Roma era enfermeira num hospital do Bronx. Era simpática, inteligente e cheia de vida.
Fomos de carro até Coney Island. Ela era uma pessoa agradável para conversar, uma boa companhia. Também estava cansada de encontros às cegas! Nós dois estávamos apenas fazendo um favor para amigos. Demos um passeio pelo calçadão na praia, apreciando a brisa do Atlântico, e depois jantamos ali perto. Achei a noite muito divertida. Voltamos ao carro de Sid, Roma e eu no banco traseiro. Como judeus europeus que tinham sobrevivido à guerra, sabíamos que havia muita coisa que ainda não fora dita entre nós. Ela aventou o assunto: “Onde você estava durante a guerra?”
“Nos campos,” eu disse, as terríveis lembranças ainda vívidas, a perda irreparável. Eu tinha tentado esquecer. Mas jamais se pode esquecer.
Ela assentiu. “Minha família estava escondida numa fazenda na Alemanha, não muito longe de Berlim. Meu pai conhecia um padre, e ele nos conseguiu documentos arianos.”
Imaginei como ela deveria ter sofrido também, tendo o medo como companheiro constante. E apesar de tudo ali estávamos nós, ambos sobreviventes, num novo mundo. “Havia um campo perto da fazenda,” continuou Roma. “Eu via um garoto ali e lhe jogava maçãs todos os dias.”
Que coincidência estranha ela ter ajudado algum outro menino. “Como era ele?” perguntei.
“Era alto. Magro. Faminto. Devo tê-lo visto todos os dias durante seis meses.” Meu coração estava pulando, eu não podia acreditar! Isso não era possível.
“Ele disse a você certo dia para não voltar porque ele estava deixando Schlieben?”
Roma olhou-me surpresa. “Sim.”
“Era eu!” Eu estava prestes a explodir de alegria e reverência, inundado pela emoção. Não podia acreditar. Meu anjo.
“Não vou deixá-la ir,” eu disse a Roma.
E na traseira do carro naquele encontro às cegas, eu a pedi em casamento. Não queria esperar.
“Você está louco!” disse ela. Porém convidou-me para conhecer seus pais no jantar do Shabat, na semana seguinte.
Havia tantas coisas que eu queria saber sobre Roma, porém as mais importantes eu já sabia; sua firmeza de caráter, sua bondade. Durante muitos meses, na pior das circunstâncias, ela tinha ido até a cerca e me dado esperança. Agora que eu a encontrara de novo, não a deixaria ir. Naquele dia, ela disse sim. E eu mantive minha palavra. Após quase 50 anos de casamento, dois filhos e três netos, eu jamais deixei-a ir.

o carvalho e os juncos

Um enorme carvalho, ao ser puxado do chão pela força de forte ventania, rio abaixo é levado pela correnteza. Arrastado pelas águas, ele cruza com alguns Juncos, e em tom de pranto exclama:
Gostaria de ser como vocês, que de tão delicados e esguios, não são de modo algum afetados por estes fortes ventos.
E Eles responderam:
Você competiu e lutou com o vento, por isso mesmo foi destruído. Nós ao contrário, nos curvamos, mesmo diante do mais leve sopro da brisa, e por esta razão permanecemos inteiros e a salvo.
Autor: Esopo
Moral da História: Para vencer os mais fortes, não devemos usar a força, mas antes disso, inteligência e humildade.

terça-feira, 21 de junho de 2016

A piscina e a cruz

Muitos de nós, as vezes, pensamos que nunca tivemos experiências dignas de serem testemunhadas.
As vezes ouvimos falar de um milagre, ou de uma benção que uma pessoa recebeu e pensamos:
“-será que nunca vai acontecer comigo?”
Mas no dia-a-dia, acontecem inúmeros “pequenos milagres”, coisas que ao nossos olhos são tão pequenas que praticamente passam desapercebidas.
Mas, que em uma reflexão mais cuidadosa, revela-se um “pequeno milagre”.
A vida está cheia desses acontecimentos… pequenos tropeços que te fazem parar e ver, que, por pouco você se machucaria, ou seria atropelado.
Uma sombra, que chama sua atenção e dá asas a sua imaginação…
Um amigo ia toda quinta-feira a noite a uma piscina coberta.
Sempre via ali um homem que lhe chamava atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador.
Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água. Um dia tomou coragem e perguntou a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu:
– Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar de trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui a piscina para nadar um pouco.
Sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube. Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente.
Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnifica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem.
O professor de natação continuou:
– Nesse momento, pensei na cruz de Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram a mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue… Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água.
Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso… na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido…
Após uma longa pausa, ele continuou:
– Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se tivesse saltado, seria o meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.
Fiquei tão agradecido a Deus, que em Sua graça me permitiu continuar vivo, que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência de que não somente a minha vida, mas minha alma também precisava ser salva.
Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para nos salvar.
Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele.
Naquela noite fui salvo duas vezes. Agora tenho um corpo sadio porém, o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreenda porque molho o dedão antes de saltar na água…
> > > As vezes, os milagres acontecem em nossas vidas, mas, não como nós esperávamos.
Deus tem uma forma maravilhosa de agir, Ele não faz barulho, não chama a atenção! Mas nem por isso torna-se ineficiente.
Abramos nosso olhos e estejamos bem acordados, testemunhemos do amor de nosso Salvador, com fervor e alegria, pois as pequenas coisas que o mundo ocultou, serão as grandes maravilhas que Deus revelará!!!
I Coríntios 1:18 “De fato, a mensagem da morte de Cristo na cruz é loucura para os que estão se perdendo; mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus.”
Hebreus 12:2 “Conservemos os nossos olhos fixos em Jesus, pois é pôr meio dele que a nossa fé começa, e é ele quem a aperfeiçoa. Ele não deixou que a cruz fizesse com que ele desistisse.
Pelo contrário, pôr causa da alegria que lhe foi prometida, ele não se importou com a humilhação de morrer na cruz e agora está sentado do lado direito do trono de Deus.”
Um grande abraço e que Deus o abençoe

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Software para sua vida

 “Cliente: Alô… É do Setor de “Atendimento ao Cliente”???
Atendente: Boa tarde Senhora. Em que lhe posso ser útil?
Cliente: Comprei o seu programa AMOR, mas até agora não consegui instalar. Eu não sou técnica no assunto, mas acho que posso instalar com a sua ajuda. O que eu devo fazer primeiro?
Atendente: O primeiro passo é abrir o seu CORAÇÃO. A senhora encontrou seu CORAÇÃO?
Cliente: Sim, encontrei. Mas há diversos programas funcionando agora. Tem algum problema em instalar o AMOR enquanto outros programas estão funcionando?
Atendente: Que programas estão funcionando, senhora?
Cliente: Deixe-me ver… Eu tenho BAIXA ESTIMA.EXE, RESSENTIMENTO.COM, ODIO.EXE e RANCOR.EXE funcionando agora.
Atendente: Nenhum problema. O AMOR apagará automaticamente RANCOR.EXE de seu sistema operacional atual. Pode ficar em sua memória permanente, mas não vai causar problemas por muito tempo para outros programas. O AMOR vai reescrever BAIXA ESTIMA.EXE em uma versão melhor, chamada AUTO ESTIMA.EXE. Entretanto, a senhora tem que desligar completamente o ODIO.EXE e RESSENTIMENTO.COM. A senhora pode desligar-los?
Cliente: Eu não sei como desligá-los. Você pode me dizer como?
Atendente: Com prazer! Vá ao menu e clique em PERDAO.EXE. Faça isso quantas vezes forem necessárias, até o ODIO.EXE e RESSENTIMENTO.COM serem apagados completamente.
Cliente: Eu não sei como desligá-los. Você pode me dizer como?
Atendente: Com prazer! Vá ao menu e clique em PERDAO.EXE. Faça isso quantas vezes forem necessárias, até o ODIO.EXE e RESSENTIMENTO.COM serem apagados completamente.
Cliente: Ok! Terminei! O AMOR começou a instalar-se automaticamente. Isso é normal?
Atendente: Sim, é normal. A senhora deverá receber uma mensagem dizendo que reinstalará a vida de seu coração. A senhora tem essa mensagem?
Cliente: Sim, eu tenho. Está completamente instalado?
Atendente: Sim. Mas lembre-se: a senhora só tem o programa de modelo básico. A senhora precisa começar a se conectar com outros CORAÇÕES a fim de obter melhoramentos.
Cliente: Oh! Meu Deus! Eu já tenho uma mensagem de erro. Que devo fazer?
Atendente: O que diz a mensagem?
Cliente: Diz: “ERRO 412 – O PROGRAMA NÃO FUNCIONA EM COMPONENTES INTERNOS”. O que isso significa?
Atendente: Não se preocupe, senhora. Este é um problema comum. Significa que o programa do AMOR está ajustado para funcionar em CORAÇÕES externos, mas ainda não está funcionando em seu CORAÇÃO. É uma daquelas complicadas coisas de programação, mas em termos não-técnicos, significa que a senhora tem que “AMAR” sua própria máquina antes que possa amar outra.
Cliente: Então, o que devo fazer?
Atendente: A senhora pode achar o diretório chamado “AUTO ACEITAÇÃO”?
Cliente: Sim, encontrei.
Atendente: Excelente! A senhora está ficando ótima nisso!
Cliente: Obrigada!
Atendente: De nada. Faça o seguinte: clique nos arquivos BONDADE.DOC, AUTO ESTIMA.TXT, VALORIZE-SE.TXT, PERDÃO.DOC e copie-os para o diretório “MEU CORAÇÃO”. O sistema irá reescrever todos os arquivos em conflito e começará a consertar a programação defeituosa. Também a senhora precisa apagar AUTO CRITICA.EXE de todos os diretórios e depois esvazie a sua lixeira para certificar-se de que nunca voltem.
Cliente: Consegui! Meu CORAÇÃO está cheio de arquivos realmente puros! Eu tenho no meu monitor, agora, o SORRISO. MPG e está mostrando que PAZ.EXE, CONTENTAMENTO.COM e BONDADE.COM foram instalados automaticamente no meu CORAÇÃO.
Atendente: Então, terminamos! O AMOR está instalado e funcionando, Ah! Mais uma coisa antes de eu ir.
Cliente: Sim?
Atendente: O AMOR é um programa grátis.
 Faça o possível para distribuir uma cópia de seus vários modelos a quem a senhora encontrar e, dessa forma, a senhora receberá de volta dessas pessoas novos modelos verdadeiramente puros.
O dono, inventor, criador desse Software se chama… Jesus!!!
O preço foi devidamente pago por Ele na cruz do calvário, por ti e por mim.
Tudo que você teve que fazer para receber, foi  abrir o teu coração!!
Cliente: OBRIGADA PELA SUA AJUDA!
Tenha Uma Semana Abençoada e Iluminada por Deus !!!

Paciência

 “Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados…
Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara  hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma “lady solta palavrões e berros que lembram as antigas “trabalhadoras do cais”, e o bem comportado executivo…
“ O cavalheiro” se transforma numa “besta selvagem”no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar!
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma “mala sem alça”.
Aquela velha amiga uma “alça sem mala”, o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando para dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça inconformado.
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso do Jabor e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém que você saiba que é “ansioso demais”, onde ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para que?
Por quem?
Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire… Acalme-se…
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar “NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL…
O seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência.
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA…
(Theilard Chardin)
Existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.

Onde Deus Quer que Eu Esteja

 “Eu ouvi a história de um trabalhador que nunca conhecerei, mas sei que Deus queria que eu soubesse dessa história!
Ele era chefe de segurança de uma empresa, a qual convidou os remanescentes de outra, que tinha sido dizimada pelo ataque às torres gêmeas, para dividir espaço em seu escritório.
Com sua voz cheia de admiração, ele contou histórias que explicavam porque essas pessoas estavam vivas, enquanto seus colegas estavam mortos.
Todas as histórias tratavam de pequenos detalhes…
Talvez você saiba do diretor de empresa que chegou tarde porque aquele dia era o primeiro de seu filho no jardim de infância.
Outro  colega estava vivo porque era o seu dia de trazer rosquinhas.
A história que mais me chamou atenção foi a do homem que estava estreando um par de sapatos naquela manhã.
No caminho para o trabalho, formou-se uma bolha em seu pé. Ele parou em uma farmácia para comprar um Band-Aid.                
É por isso que ele está vivo.
Agora, quando estou preso no trânsito, perco o elevador, volto para atender o telefone….
Todas essas pequenas coisas que me irritam…
Eu penso comigo: ali é o exato lugar onde Deus quer que eu esteja naquele exato momento.
Que Deus continue a abençoar-te com esses pequenos aborrecimentos.
 Você já esteve alguma vez parado, acomodado em algum lugar, e de repente  veio uma vontade de fazer algo de bom por alguém de quem você gosta…
 É DEUS… Ele fala com você através do Espírito Santo.
 Você já esteve pensando em alguém que não via há tempo, e em seguida o(a) encontra, ou recebe dele(a) um telefonema ou uma carta…
 É DEUS… “coincidências” não existem.
Alguma vez você já  recebeu algo de maravilhoso que nem pediu, como uma dívida que misteriosamente foi sanada, ou um vale de loja onde você acabou de ver algo que queria, mas não podia comprar…
É DEUS…
Ele conhece os desejos do seu coração…
Você já não esteve em uma situação em que nem tinha uma pista de como iria melhorar, e que agora está superada…
É DEUS… Ele nos ajuda a  passar pelas tribulações para que  vejamos dias mais brilhantes…
Eu estava pensando em Você!
  Em tudo o que fazemos,devemos agradecer a ELE de todo o coração, e nossas bênçãos continuarão a se multiplicar.

A estrelinha

Haviam milhões de estrelas no céu.
Estrelas de todas as cores:
brancas, prateadas, verdes, douradas, vermelhas e azuis.
Um dia, elas procuraram Deus e lhe disseram:
Senhor Deus, gostaríamos de viver na Terra entre os homens.
– Assim será feito, respondeu o Senhor. Conservarei todas vocês pequeninas como são vistas e podem descer para a Terra.
Conta-se que, naquela noite, houve uma linda chuva de estrelas. Algumas se aninharam nas torres das igrejas, outras foram brincar de correr com os vaga-lumes nos campos; outras misturaram-se aos brinquedos das crianças e a Terra ficou maravilhosamente iluminada.
Porém, passando o tempo, as estrelas resolveram abandonar os homens e voltar para o céu, deixando a Terra escura e triste.
– Por que voltaram? Perguntou Deus, a medida que elas chegavam ao céu.
-Senhor, não nos foi possível permanecer na Terra.
Lá existe muita miséria e violência, muita maldade, muita injustiça..
E o Senhor lhes disse:
Claro! O lugar de vocês é aqui no céu. A Terra é o lugar do transitório, daquilo que passa, daquele que cai, daquele que erra, daquele que morre, nada é perfeito. O céu é lugar da perfeição, do imutável, do eterno, onde nada perece.
Depois que chegaram todas as estrelas e conferindo o seu número, Deus falou de novo:
Mas está faltando uma estrela. Perdeu-se no caminho?
Um anjo que estava perto retrucou:
Não Senhor, uma estrela resolveu ficar entre os homens. Ela descobriu que seu lugar é exatamente onde existe a imperfeição, onde há limite, onde as coisas não vão bem, onde há luta e dor.
Mas que estrela é essa? – voltou Deus a perguntar.
É a Esperança, Senhor. A estrela verde. A única estrela dessa cor.
E quando olharam para a Terra, a estrela não estava só. A Terra estava novamente iluminada porque havia uma estrela verde no coração de cada pessoa.
Porque o único sentimento que o homem tem e Deus não tem é a Esperança.
Deus já conhece o futuro, e a Esperança é própria da pessoa humana, própria daquele que erra, daquele que não é perfeito, daquele que não sabe como será o futuro.
RECEBA NESTE MOMENTO ESTA ESTRELINHA EM SEU CORAÇÃO
 A ESPERANÇA A SUA ESTRELA VERDE.NÃO DEIXE QUE ELA FUJA, E NEM SE APAGUE. TENHA CERTEZA QUE ELA ILUMINARÁ O SEU CAMINHO.

Sonhei que tinha marcado uma entrevista com DEUS.

– Falou DEUS. Então, você gostaria de me entrevistar?
-Se tiver um tempinho, disse eu.
DEUS sorriu e falou:
-Meu tempo é eterno, suficiente para fazer todas as coisas; Que perguntas você tem em mente?
O que mais o surpreende na humanidade ?
Perguntei…
DEUS respondeu:
Que se aborreçam de ser crianças e queiram logo crescer e aí, desejam ser crianças outra vez.
Que desperdicem a saúde para fazer dinheiro e aí percam dinheiro para restaurar a saúde.
Que pensem ansiosamente sobre o futuro, esqueçam o presente e, dessa forma não vivam nem o presente, nem o futuro.
Que vivam como se nunca fossem morrer e que morram como se nunca tivessem vivido.
Em seguida, a mão de DEUS segurou a minha e por um instante ficamos silenciosos…
Então eu perguntei:
– PAI, quais são as lições de vida que deseja que seus filhos aprendam?
Com um sorriso DEUS respondeu:
Que aprendam que não podem fazer com que alguém os ame. O certo é  se deixar amar.
Que aprendam que o mais valioso não é o que se tem na vida, mas QUEM se tem na vida.
Que aprendam que não é bom se compararem uns com os outros.Por que todos serão julgados individualmente sobre seus próprios méritos.
Que aprendam que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas a que precisa menos.
Que aprendam que só é preciso alguns segundos para abrir profundas feridas nas pessoas amadas e que é necessário muitos anos para curá-las..
Que aprendam a perdoar, praticando o perdão.
Que aprendam que há pessoas que os amam muito, mas que simplesmente não sabem como expressar ou demonstrar seus sentimentos
Que aprendam que dinheiro pode comprar tudo, exceto felicidade.
Que aprendam que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-las de forma totalmente diferente.
Que aprendam que um amigo verdadeiro é  alguém que sabe tudo sobre você e gosta de  você do jeito que é.
Que aprendam que não é suficiente que sejam perdoados, mas que  perdoem a si mesmos.
Por um tempo, permaneci sentado, desfrutando aquele momento.
Agradeci a Deus pelo seu tempo e por todas as coisas que tem feito por mim.        
ELE respondeu:
Estarei aqui sempre que alguém precisar de ajuda.Tudo que precisam fazer é chamar por mim.
Que todos podem esquecer o que EU disse ,podem esquecer o que EU fiz,mas  jamais EU esquecerei de cada um de vocês.
Então, em gratidão a DEUS ao tempo que Ele nos dedica, será que você consegue arranjar um tempinho para mandar essa mensagem para as pessoas que você gosta???
EU ARRANJEI!!!
E estou mandando a você que é especial para mim,faça o mesmo.

As Cinco Lições

A primeira: Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário.                                            
Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era: “Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?”
Sinceramente, isso parecia uma piada.
Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?
  Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
“É claro!”, respondeu o professor. “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas.
Todas têm seu grau de importância.
 Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples “alô”.”
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
Segunda: Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal.
O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam.
Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la.
O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela.
Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo.
Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.
Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia: “Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite.                          
A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito.
Aí, você apareceu.                                
 Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse.
Deus o abençoe por ter me ajudado! Sinceramente,  Mrs. Nat King Cole”
Terceira:  Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
“Quanto custa um Sundae?” -ele perguntou.
“50 centavos” – respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
“Bem, quanto custa o sorvete simples?”perguntou o garoto.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência…
“35 centavos” – respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse:                                      
– “Eu vou querer, então, o sorvete simples”.
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu.
O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou,  começou a chorar a medida que ia limpando  a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas…                                                      
 – ou seja, o menino não pediu o Sundae porque  queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
Quarta: Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.
Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:”Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.
Quinta: Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz, que sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco, mas, depois de uma profunda respiração ele disse: – “Tá certo, eu topo…  Se é para salvá-la…”
À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e o garotinho empalideceu…                          
Olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula: “Eu vou começar a morrer logo?”
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico,  e pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!
Compreensão e atitude
“Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado e dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando”

O idiota e a moeda – Arnaldo Jabor

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
– Eu sei, respondeu o tolo. “Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam… é problema deles.

Carta de um bebe para sua mãe

Oi, mamãe, tudo bom? Eu estou bem, graças a Deus.
Faz apenas alguns dias que você me concebeu em sua barriguinha.
Na verdade, não posso explicar como estou feliz em saber que você será minha mamãe.
Outra coisa que me enche de orgulho é ver o amor com que fui concebido.
Tudo parece indicar que eu serei a criança mais feliz do mundo!
Mamãe, já se passou um mês desde que fui concebido e já começo a ver como o meu corpinho começou a se formar, quer dizer, não estou tão lindo como você, mas me dê uma oportunidade! Estou muito feliz! Mas tem algo que me deixa preocupado…
Ultimamente me dei conta de que há algo na sua cabeça que não me deixa dormir, mas tudo bem, isso vai passar, não se desespere.
Mamãe, já se passaram dois meses e meio, estou muito feliz com minhas novas mãos e tenho vontade de   usá-las para brincar.
Mamãezinha, me diga o que foi? Por que você chora tanto todas as noites???
Por que quando você e o papai se encontram, gritam tanto um com o outro?
Vocês não me querem mais ou o quê? Vou fazer o possível para que me queiram…
Já se passaram 3 meses, mamãe, e noto você muito deprimida, não entendo o que está acontecendo, estou muito confuso.
Hoje de manhã fomos ao médico e ele marcou uma visita para amanhã…
Não entendo, eu me sinto muito bem…
Por acaso você se sente mal, mamãe?
Mamãe, já é dia, aonde vamos? O que está acontecendo, mamãe?
Mamãe, não se deite, ainda são 2 horas da tarde, não tenho sono, quero continuar brincando com minhas mãozinhas.
Êi!!! O que esse tubinho está fazendo na minha casinha?!
É um brinquedo novo? Olha!!!
Ei, por que estão sugando minha casinha?!
Moço, por que a arrancou?! Não vê que me machuca?!
Não vê que ainda sou muito pequeno para me defender sozinho?
Mamãe!!! Espere, essa é minha mãozinha!!!
Mãe, a minha perninha, estão arrancando!!!
Mamãe, me defenda!!!
Mamãe, me ajude!!!
Diga para eles pararem, juro a você que vou me comportar e que não vou mais lhe chutar.
Como é possível que um ser humano possa fazer isso comigo?
Ele vai ver só quando eu for grande e forte…
Ai mamãe, já não consigo mais…
 ai… mamãe, mamãe, ajude-me…
Mamãe, já se passaram 17 anos desde aquele dia, e eu, daqui de cima, observo como ainda machuca você ter tomado aquela decisão.
Por favor, não chore. Lembre-se que a amo e que estarei aqui lhe esperando com muitos abraços e beijos.
Amo muito você!!!
Seu bebê.

As Três Peneiras

Olavo foi transferido de projeto, logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
– Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele…
Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou:
– Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
– Peneiras? Que peneiras, chefe?
– A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
– Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram.
Mas eu acho que…
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
– Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
– Claro que não! Deus me livre, chefe – diz Olavo, assustado.
– Então, – continua o chefe – sua historia vazou a segunda peneira.
– Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passa-lo adiante?
– Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar – fala Olavo, surpreendido.
– Pois é, Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? diz o chefe e continua:
– Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo destas três peneiras: VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passa-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS, PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS, PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.
Autor Desconhecido

Deus está presente

Tudo ao nosso redor, indica a presença de Deus.
É possível vê-lo no sorriso de uma criança, é possível vê-lo na incrível variedade dos animais, é possível vê-lo na simplicidade de uma flor, é possível vê-lo na profundidade do mar e na imensidão do universo.
Através de um gesto de amor entre as pessoas, vemos a ação de Deus…
Ele está presente em cada detalhe da existência.
É só observarmos a vida, para percebermos a sabedoria e criatividade do criador.
ELE é realmente grande e em tudo vemos a sua assinatura.
Feliz a pessoa que tem essa sensibilidade, essa percepção da grandiosa presença de Deus em sua criação.
São infinitamente mais felizes do que aqueles que vivem fechados dentro de si a tal ponto que não percebem a beleza e o colorido da vida ao seu redor.
Possamos do amanhecer ao anoitecer, desfrutar de todas as dádivas, que gratuitamente é dada a cada um de nós, cada dia.
Pr. Edilson Ramos

sexta-feira, 17 de junho de 2016

O Julgamento

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco…
Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:
– Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo ?
O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo. Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu, e disseram:
– Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça.
O velho disse:
– Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este e apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir ?
As pessoas riram do velho. Elas sempre souberam que ele era um pouco louco. Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
– Velho, você estava certo. Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma benção.
O velho disse:
– Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de volta… quem sabe se e uma benção ou não? Este e apenas um fragmento. Você lê uma única palavra de uma sentença – como pode julgar todo o livro?
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente sabiam que ele estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo…
O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram. Elas disseram:
– Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único amparo. Agora você está mais pobre do que nunca. O velho disse:
– Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o pais entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar.
Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria.
Eles vieram até o velho e disseram:
– Você tinha razão, velho – aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre. O velho disse:
– Vocês continuam julgando. Ninguém sabe ! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará um com a totalidade. Você ficará obcecado com fragmentos, pulará para as conclusões a partir de coisas pequenas.
Quando você julga você deixa de crescer. Julgamento significa um estado mental estagnado. E a mente deseja julgar, por estar em um processo que é sempre arriscado e desconfortável. Na verdade, a jornada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outro começa: uma porta se fecha, outra se abre. Você atinge um pico, sempre existirá um pico mais alto. Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e de nele crescer… somente eles são capazes de caminhar com Deus.
Na próxima vez que você for tirar alguma conclusão apressada sobre um assunto ou sobre uma pessoa, lembre-se desta mensagem.

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