VERSÍCULOS DO DIA!!!
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
O verdadeiro ensinamento da vida
Postado por Bárbara HelenaO aborto
Postado por Bárbara HelenaA gravidez veio na hora indesejada, lembrava-se Laura. Veio na
pela mente.
“OBRIGADO”.
mamãe, por ter me permitido nascer e crescer, e fazer parte desse mundo negado a tantos filhos de Deus.
A árvore e as quatro estações
Postado por Bárbara HelenaUm homem morava no deserto e tinha quatro filhos. Querendo que seus filhos aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos, os enviou para uma terra um onde tinha muitas árvores. Mas ele os enviou em diferentes épocas do ano. O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono.
Quando o último deles voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto. O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo. O segundo filho discordou e disse que na verdade as árvores eram muito verdes e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro. O terceiro filho disse que eles estavam errados, porque elas estavam repletas de flores, com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa! Já o mais novo discordou de todos e disse que as árvores estavam tão cheias de frutos que até se curvava com o peso, passando a imagem de algo cheio de vida e substância.
Aquele pai então explicou aos seus filhos adolescentes que todos eles estavam certos. Na verdade eles viram as mesmas árvores em diferentes estações daquele mesmo ano. Ele disse que não se pode julgar uma árvore ou pessoas por apenas uma estação ou uma fase de sua vida. Ele explicou que a essência do que elas são, a alegria, o prazer, o amor, mas também as fases aparentemente ruins que vem daquela vida, só podem ser medidas no final da jornada quando todas as estações forem concluídas.
Se você desistir quando chegar o “inverno”, você vai perder as promessas da primavera, a beleza do verão e a plenitude do outono. Não permita que dor de apenas uma “estação” destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida por apenas uma fase. Persevere através dos caminhos dificultosos e épocas melhores virão com certeza!
Vencendo o desânimo
Postado por Bárbara HelenaO grande carro de luxo parou diante do pequeno escritório à entrada do cemitério e o chofer, uniformizado, dirigiu-se ao vigia. – Você pode acompanhar-me, por favor? É que minha patroa está doente e não pode andar, explicou. Quer ter a bondade de vir falar com ela? Uma senhora de idade, cujos olhos fundos não podiam ocultar o profundo sofrimento, esperava no carro. – Sou a Sra. Adams, disse-lhe. – nestes últimos dois anos mandei-lhe cinco dólares por semana… _ Para as flores, lembrou o vigia. – Justamente. Para que fossem colocadas na sepultura de meu filho. – Vim aqui hoje, disse um tanto consternada, porque os médicos me avisaram que tenho pouco tempo de vida. Então quis vir até aqui para uma última visita e para lhe agradecer. O funcionário teve um momento de hesitação, mas depois falou com delicadeza: – Sabe, minha senhora, eu sempre lamentei que continuasse mandando o dinheiro para as flores… – Como assim? Perguntou a dama. – É que… A senhora sabe… As flores duram tão pouco tempo… – E afinal, aqui, ninguém vê… – O senhor sabe o que está dizendo? Retrucou à senhora Adams. – Sei, sim senhora. Pertenço a uma associação de serviço social, cujos membros visitam os hospitais e os asilos. – Lá, sim, é que as flores fazem muita falta… – Os internados podem vê-las e apreciar seu perfume. A senhora deixou-se ficar em silêncio por alguns segundos. Depois, sem dizer uma palavra, fez um sinal ao chofer para que partissem. Meses depois, o vigia foi surpreendido por outra visita. Duplamente surpreendido porque, desta vez, era a própria senhora que vinha guiando o carro. – Agora eu mesma levo as flores aos doentes, explicou-lhe, com um sorriso amável. – O senhor tem razão. Os enfermos ficam radiantes e fazem com que eu me sinta feliz. – Os médicos não sabem a razão da minha cura, mas eu sei. – É que reencontrei motivos para viver. Não esqueci meu filho, pelo contrário, dou as flores em seu nome e isso me dá forças. A Sra. Adams descobrira o que quase todos não ignoramos, mas muitas vezes esquecemos. Auxiliando os outros, conseguira auxiliar-se a si própria.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
A Vida é Muito para Ser Insignificante
Postado por Bárbara HelenaJá perdoei erros quase imperdoáveis, Tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também já decepcionei alguém. Já abracei pra proteger, Já dei risada quando não podia, Já fiz amigos eternos, Já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, Já fui amado e não soube amar. Já gritei e pulei de tanta felicidade, Já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes! Já chorei ouvindo música e vendo fotos, Já liguei só pra escutar uma voz, Já me apaixonei por um sorriso, Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e... tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo). Mas sobrevivi! E ainda vivo! Não passo pela vida... e você também não deveria passar. Viva! Bom mesmo é ir a luta com determinação, Abraçar a vida e viver com paixão, Perder com classe e vencer com ousadia, Porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante. (Charles Chaplin)
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
O Agricultor
Postado por Bárbara HelenaHavia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados uns dos outros.
Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições. Todos que viviam ali trabalhavam na roça do senhor João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando muito pouco por isso. Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé alegria.
Era um jovem agricultor em busca de trabalho.
Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.
O jovem, vendo aquela casa suja e abandonada, resolveu dar-lhe vida nova.
Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos.
Aquela casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam.
Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé alegria.
Os outros trabalhadores lhe perguntavam:
como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?
O jovem olhou para os amigos e disse: bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho.
Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele.
Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condições.
Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando.
Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer.
Os outros, que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentavam entre si: como ele pode pensar assim?
O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo à distância.
Um dia o sr. João pensou: alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda.
Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda. Num final de tarde, foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda. O rapaz aceitou prontamente. Seus amigos agricultores novamente foram lhe perguntar:
O que faz algumas pessoas serem bem sucedidas e outras não?
A resposta do jovem veio logo:
Em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que: não somos vítimas do destino.
Existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um.
Pense nisso!
Vidro ou Diamante
Postado por Bárbara HelenaUm homem esperava para atravessar uma avenida quando um brilho na grama em que pisava chamou sua atenção.
Deu uma olhada sem se abaixar e pensou ” Deve ser um caco de vidro” e foi embora.
Mais tarde outro homem na mesma situação percebeu o brilho, abaixou-se, pegou a pedra meio suja e viu que era talhada como um lindo diamante.
Parecia mesmo um diamante enviando raios luminosos com as cores do arco-íris quando colocado ao sol. O homem pensou ” Puxa, será um diamante? Desse tamanho? Perdido aqui? Como veio parar aqui?
Talvez eu devesse levar a um joalheiro pra ver ser é mesmo.” Olhava e olhava e de repente disse a si mesmo
” Que idiota eu sou, imagina se isso é um diamante, só pode ser um vidro talhado em forma de diamante que caiu de algum anel de bijuteria.
Porque um cara como eu iria achar um diamante?
E se eu levar a um joalheiro ainda vou ter que aguentar a gozação do homem por eu ter achado que podia ser um diamante…
Ha…logo eu ia achar um diamante assim…
perdido numa grama…logo eu…”
E assim pensando jogou de novo a pedra na grama e atravessou a avenida até meio triste pela sua pouca sorte.
No dia seguinte outro homem passando pelo mesmo lugar viu a pedra, atraído pelo seu brilho.
” Que beleza de pedra” ele pensou!
“Parece um diamante, talvez até seja um diamante, mas também pode ser apenas um pedaço de vidro imitando um diamante…
o melhor que tenho a fazer é leva-la a um joalheiro e pedir uma avaliação.” E colocou a pedra no bolso.
Tendo levado-a para avaliação mais tarde descobriu ser um verdadeiro diamante, de muitos quilates e com uma lapidação especial.
Era uma pedra muito valiosa! Realmente especial e o homem ficou muito feliz com a sua boa sorte!
Na nossa vida as vezes encontramos pessoas que são como esse diamante…valiosas!
Pena que nem sempre nos damos o tempo para avalia-las confiando na nossa primeira, e muitas vezes errônea, impressão,
ou simplesmente achando que nunca tivemos sorte, então, porque aquela pessoa apareceria justamente pra nós?
Pense nisso!
Dê-se uma chance!
McMillian Gold
A Pedra Eureka
Postado por Bárbara HelenaEm uma fazenda na África do Sul, Erasmus Jacobs, de 15 anos, viu uma pedra reluzir ao sol, em 1867. Certo momento, um vizinho que sabia sobre a existência da pedra reluzente quis comprá-la da família. Por não saber o valor da pedra, a mãe de Erasmus disse ao vizinho: “Pode ficar com a pedra se quiser”.
Finalmente, um mineralogista declarou que a pedra era um diamante de 25 quilates que valia uma grande quantia. Ficou conhecido como o “Diamante Eureka” (A palavra grega eureka significa “Encontrei!”). Logo, os valores dos campos próximos à fazenda da família Jacobs elevaram-se. Sob a terra estava um dos mais abastados depósitos de diamante jamais descoberto.
Jesus disse que o valor de fazer parte do reino de Deus é como um tesouro: “O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo” (Mateus 13:44).
Quando colocamos nossa fé em Cristo, um “momento eureka” espiritual acontece. Deus nos dá perdão em Seu Filho. É o maior tesouro que poderia ser encontrado. A partir desse momento, o ponto central de nossas vidas pode girar em torno de nos tornarmos valorosos membros de Seu reino eterno. A nossa alegria é compartilhar essa valiosa descoberta com os outros.
FONTE:
H. Dennis Fischer
O Bosque
Postado por Bárbara HelenaTempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo “hobby” era plantar árvores no enorme quintal de sua casa.
Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias.
O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava.
Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer.
Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava.
Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria.
Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima.
Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo.
Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries.
Disse-me ainda, que freqüentemente dava uma palmadinha nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas.
Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho.
Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei.
Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência.
Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes.
Meu antigo vizinho, havia realizado seu sonho!
O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno.
Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda.
Que efeito curioso, pensei eu…
As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.
Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos.
Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido.
Freqüentemente, oro por eles.
Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis:
“Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo”…
Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações.
Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos.
Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais.
Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar.
Portanto, pretendo mudar minhas orações.
Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida é não é muito fácil.
Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos.
Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, ao invés de sermos subjugados e varridos para longe.
O Taxista…
Postado por Bárbara HelenaHá vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.
Nenhuma tocou-me mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite.
Era agosto.
Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolinhos de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade.
Quando eu cheguei às 02.30 horas da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo.
Assim fui até a porta e bati. “Um minuto”, respondeu uma voz débil e idosa.
Uma octogenária pequenina apareceu. Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon.
Toda sua mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis.
Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, ela ficou agradecendo minha ajuda.
Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:
– O Sr poderia ir pelo centro da cidade?
– Não é o trajeto mais curto – alertei-a prontamente.
– Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos. Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
– Eu não tenho mais família – continuou – O médico diz que tenho pouco tempo.
Eu disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei:
– Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?
Nas duas horas seguintes circulamos pela cidade.
Ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista.
Nós passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém casados em outros tempos, hoje um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela frequentara quando mocinha.
De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina – ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente:
– Eu estou cansada. Vamos agora!
Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado.
Chegamos a uma casa de repouso. Dois atendentes caminharam até o taxi, assim que ele parou.
Eu abri a mala do carro e levei a pequena valise para a porta.
A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas.
– Quanto lhe devo? – ela perguntou, pegando a bolsa.
– Nada – respondi.
– Você tem que ganhar a vida, meu jovem.
– Há outros passageiros – respondi.
Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente.
– Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria.
– Obrigado.
Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada. Atrás de mim uma porta foi fechada.
Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida.
Nós estamos condicionados a pensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos.
Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.
“AS PESSOAS PODEM NÃO SE LEMBRAR EXATAMENTE O QUE VOCÊ FEZ, OU O QUE VOCÊ DISSE MAS ELAS SEMPRE LEMBRARÃO DE COMO VOCÊ AS FEZ SENTIR”
AGINDO DEUS…QUEM IMPEDIRÁ?…
Postado por Bárbara HelenaMas, assim diz o Senhor que te criou… ó Jacó; e que te formou… ó Israel: – Não temas, por que eu te remi… chamei-te pelo teu nome…tu és meu…
Quando passares pelas águas, estarei contigo…quando passares pelos rios…eles não te submergirão… Quando passares pelo fogo, não te queimarás…nem a chama arderá em ti…
Pois eu sou o Senhor Teu Deus, o Santo de Israel, o Teu Salvador…Visto que és precioso e honrado aos meus olhos… … e porque te amo…darei os homens por ti e os povos pela tua vida…
…Eu Sou o Senhor… e fora de mim não há Salvador… Ninguém há que possa escapar das minhas mãos… …Agindo Eu…quem impedirá?…
Isaías 43
Não se preocupe, Deus está no controle da tua vida… Ele é fiel e cuida de tudo..até das mínimas coisas… Portanto, espere… que Ele está agindo neste processo…é só uma fase…para aumentar a sua fé…Deus vai na frente abrindo o caminho… quebrando as correntes… tirando os espinhos, Ordena aos anjos prá contigo lutar … Ele abre as portas prá ninguém mais fechar…
Ele trabalha pra o que Nele confia, caminha contigo de noite e de dia… Levante as mãos… sua bênção chegou… começe a cantar …com muito louvor… Cassiane
Essa é a minha oração neste dia: Que toda barreira, todo impedimento, tudo aquilo que tem prendido a tua bênção, Sejam desfeitas neste dia, em nome de Jesus!. Que as forças contrárias batam em retirada… em nome de Jesus!.
Agindo Deus, quem impedirá? … Ninguém pode impedir o agir de Deus… Ele é Soberano…
No amor do Senhor.
Fogo Controlado
Postado por Bárbara HelenaDe Jonathan Polk traduzido por Ricardo Gomes
Eles começaram a se espalhar pelas laterais da área da floresta, ao longo das trilhas e da estrada. Observavam o fogo se espalhar por toda a área. Não era um fogo comum. Era uma queimada, iniciada por alguém. Para manter o fogo sob controle, eles tinham que mantê-lo dentro
das fronteiras que eles haviam estabelecido antes de começarem o fogo.
O fogo se espalhava rapidamente algumas vezes e em outras muito lentamente. Ele era controlado basicamente pelo vento, mas outros pequenos fatores também influíam no modo como ele se espalhava. Enquanto as pessoas seguiam suas instruções e tomavam certas precauções, o fogo continuava sob controle.
Mas se alguém da equipe se distraísse eles poderiam perder o controle. E quando isto acontecia, o fogo saia da área de segurança e logo se espalhava. Todos tinham que usar toda a sua energia e forca para colocar novamente o fogo sob controle. Eles aprenderam rapidamente que era mais fácil manter os olhos atentos no fogo controlado do que colocar o fogo novamente sob controle.
Havia sempre uma pessoa que sabia controlar o fogo, o Chefe do Fogo. Se algum membro da equipe tivesse perguntas, dúvidas ou incertezas de como agir, ele podia contar com o Chefe do Fogo para dar as instruções e as respostas. Ele não sabia somente como controlar o fogo, mas como colocá-lo novamente sob controle quando saia do perímetro de segurança. Ele transmitia às pessoas calma nas situações difíceis, somente pelo fato de elas saberem que poderiam ir até ele em qualquer momento e que ele estaria lá pronto para ajudá-las.
Quanto tempo faz que você não fala com o Chefe do Fogo?
A Lâmpada Queimada
Postado por Bárbara HelenaEra véspera de Natal.
Em todas as casas havia intensa alegria.
Nas ruas, era grande o movimento.
Pessoas transitavam com pacotes, entrando e saindo de lojas cheias de compradores e vendedores ansiosos.
O homem e a mulher se aproximaram de um restaurante.
A mulher trazia nos olhos o brilho dos que sabem compartilhar alegrias e se sentem felizes com pequenas coisas.
O homem se apresentava carrancudo.
O rosto marcado por rugas de preocupação.
No coração, um tanto de revolta.
Sentaram-se à mesa e, enquanto ela olhava o cardápio, procurando algo simples e gostoso para o lanche, ele começou a reclamar.
Reclamou que as coisas não estavam dando certo.
Ele tinha investido em um determinado produto em sua loja, contando que as vendas fossem excelentes, mas não foram.
O produto não era tão atraente assim.
Ou talvez fosse o preço.
Enfim, o comerciante reclamava e reclamava.
De repente, ele parou de falar.
Observou que sua esposa parecia não estar ouvindo o que ele dizia.
Em verdade, ela estava mesmo era em outra esfera.
Olhava fixamente para uma árvore de natal que enfeitava o balcão do pequeno restaurante.
Sim, ela não estava interessada na sua conversa.
Ele também olhou na mesma direção e, de forma mecânica, comentou :
a árvore está bem enfeitada, mas tem uma lâmpada queimada no meio das luzes.É verdade, respondeu a mulher.
Há uma lâmpada queimada.
E você conseguiu vê-la porque está pessimista, meu amor.
Não conseguiu perceber a beleza das dezenas de outras luzes coloridas que acendem e apagam, lançando reflexos no ambiente.
Assim também acontece com a nossa vida.
Você está reclamando da venda do produto que não deu certo e se mostra triste.
Mas está esquecido das dezenas de bênçãos que brilharam durante todo o ano para nós.
Você está fixando seu olhar na única lâmpada que não iluminou nada.
Não há dúvida de que acharemos, no balanço das nossas vidas, diversas ocorrências que nos infelicitam.
Podemos chegar a sentir como se o mundo ruísse sob os nossos pés.
Porém, a maior tristeza que pode se abater sobre a criatura, multiplicando dificuldades para o espírito, é o mau aproveitamento das oportunidades que Deus lhe concede, para evoluir e brilhar.
Meditemos sobre isso e descubramos as centenas de lâmpadas que brilham em nossos caminhos.
Ao lado das dores e problemas que nos atingem as vidas, numerosas são as bênçãos que nos oferece a divindade.
Apliquemo-nos no dom de ver e ouvir o que é bom, belo e positivo.
Contemplemos a noite que se estende sobre a terra e sem nos determos no seu manto escuro, descubramos no brilho das estrelas as
milhares de lâmpadas que Deus posicionou no espaço para encher de luz os nossos olhos.
Acostumemo-nos a observar e a ver o bem em toda a parte a fim de que a felicidade nos alcance e possamos sentir a presença do criador,
Que é amor na sua expressão mais sustentando-nos as vidas.
As Paredes dos Vagões
Postado por Bárbara HelenaCerto dia, tomei café da manhã com um homem que vendeu jornais e engraxava sapatos, a 60 anos atrás, nas ruas de uma cidade de Idaho, nos Estados Unidos. Ele me contou sobre a sua vida naqueles dias, e como as coisas haviam mudado.
Eu lhe perguntei: “O que mais mudou desde então?” Ele disse: “As pessoas, elas não se importam mais umas com as outras.”
Como exemplo, ele contou-me sobre a sua mãe, que muitas vezes deu comida a homens que vinham à sua casa. Cada dia, ela preparava comida para a sua família e então fazia diversas refeições a mais porque sabia que viajantes sem nenhum lar iriam aparecer na hora das refeições. Ela tinha uma profunda compaixão por aqueles em necessidade. Certa vez, ela perguntou a um homem como ele encontrou o caminho até a sua porta. Ele disse-lhe: “O seu endereço está escrito em todas as paredes dos vagões de trem.”
Eu quisera que esse tipo de elogio pudesse ser dito de todos nós. Alimentando as multidões, Jesus nos deu um exemplo do que significa importar-se com as necessidades físicas e espirituais dos outros (Bíblia, livro de Marcos, capítulo 8 versos 1 a 9).
Seria maravilhoso se os nossos lares fosses conhecidos como lugares onde as pessoas famintas pudessem encontrar pão. Mas, mais do que isto, precisamos pedir a Deus para que os nossos lares sejam conhecidos como lugares onde homens, mulheres e crianças espiritualmente famintos sejam amados, ouvidos, e recebam o Pão da Vida.
Texto Bíblico Utilizado: Marcos 8:1-9.
Um homem sem sorte
Postado por Bárbara HelenaVivia perto de uma aldeia um homem, um homem que era completamente sem sorte. Nada do que ele fazia dava certo. Muitas vezes ele plantava sementes e o vento vinha e as levava, outras vezes, era a chuva, que vinha tão violenta e carregava as sementes. Outras vezes ainda, as sementes permaneciam sob a terra, mas o sol, era tão quente, que as cozinhava. E ele se queixava com as pessoas e as pessoas escutavam suas queixas, da primeira vez com simpatia, depois com um certo desconforto e enfim quando o viam mudavam de caminho, ou entravam para dentro de suas casas fechando portas e janelas, evitando-o.
Então além de sem sorte, o homem se tornou chato e muito só. Ele começou a querer achar um culpado para o que acontecia com ele.
Analisando a situação de sua família percebeu que seu pai era um homem de sorte, sua mãe, esta tinha sorte por ter se casado com seu pai, e seus irmãos eram muito bem sucedidos, pois então, se não era um caso genético, só poderia ser coisa do Criador. E depois de muito pensar resolveu tomar uma atitude e ir até o fim do mundo falar com o Criador, que como Criador de tudo, deveria ter uma resposta.
Arrumou sua malinha, algum alimento e partiu rumo ao fim do mundo. Andou um dia, um mês, um ano e um dia, e pouco antes de entrar numa grande floresta ouviu uma voz: – Moço, me ajude. Ele então olhou para os lados procurando alguém. Até que se deparou com um lobo, magro, quase sem pelos, era pele e osso o infeliz. Dava para contar suas costelas.
Ele falou: – Há três meses estou nesta situação. Não sei o que está acontecendo comigo. Não tenho forças para me levantar daqui.
O homem refeito do susto respondeu: – Você está se queixando a toa… Eu tive azar a vida inteira. O que são três meses? Mas faça como eu. Procure uma resposta. Eu estou indo procurar o Criador para resolver o meu problema.
– Se eu não tenho forças nem para ir ao rio beber água… Faça este favor para mim. Você está indo vê-lo, pergunte o que está acontecendo comigo. O homem fez um sinal de insatisfação e disse que estava muito preocupado com seu problema, mas se lembrasse, perguntaria.
Virando as costas, continuou seu caminho.
Andou um dia, um mês, um ano e um dia e de repente, ao tropeçar numa raiz, ouviu: – Moço, cuidado. E quando olhou, viu uma folhinha que vinha caindo, caindo; Olhando para cima, viu a árvore com apenas duas folhinhas.
Levantou-se e observando suas raízes desenterradas, seus galhos retorcidos, sua casca soltando-se do tronco, falou: – Você não se envergonha? Olhe as outras árvores a sua volta e diga se você pode ser chamada de árvore? Conserte sua postura.
A árvore, com uma voz de muita dor, disse: – Não sei o que está acontecendo comigo. Estou me sentindo tão doente. Há seis meses que minhas folhas estão caindo, e agora, como vês, só restam duas… E, no fim de uma conversa, pediu ao homem que procurasse uma solução com o Criador.
Contrariado, o homem virou as costas com mais uma incumbência. Andou um dia, um mês, um ano e um dia e chegou a um vale muito florido, com flores de todas as cores e perfumes. Mas o homem não reparou nisto. Chegou até uma casa e na frente da casa estava uma moça muito bonita que o convidou a entrar.
Eles conversaram longamente e quando o homem deu por si já era madrugada. Ele se levantou dizendo que não podia perder tempo e quando já estava saindo ela lhe pediu um favor: – Você que vai procurar o Criador, podia perguntar uma coisa para mim? É que de vez em
quando sinto um vazio no peito, que não tem motivo, nem explicação. Gostaria de saber o que é e o que posso fazer por isto.
O homem prometeu que perguntaria e virou as costas e andou um dia, um mês, um ano e um dia e chegou por fim ao fim do mundo.
Sentou-se e ficou esperando até que ouviu uma voz. E uma voz no fim do mundo, só podia ser a voz do criador…
– Tenho muitos nomes. Chamam-me também de Criador…
E o homem contou então toda a sua triste vida. Conversou longamente com a voz até que se levantou e virando as costas foi saindo, quando a voz lhe perguntou: – Você não está se esquecendo de nada? Não ficou de saber respostas para uma árvore, para um lobo e para uma jovem?
– Tem razão… E voltou-se para ouvir o que tinha que ser dito.
Depois de um tempinho virou-se e correu… mais rápido que o vento até que chegou na casa da jovem. Como ela estava em frente à casa, vendo-o passar chamou: – Ei!!! Você conseguiu encontrar o Criador? Teve as respostas que queria?
– Sim!!! Claro! O Criador disse que minha sorte está há muito no mundo. Basta ficar alerta para perceber a hora de apanhá-la!
– E quanto a mim, você teve a chance de fazer a minha pergunta?
– Ah! O Criador disse que o que você sente é solidão. Assim que encontrar um companheiro vai ser completamente feliz, e mais feliz ainda vai ser o seu companheiro.
A jovem então abriu um sorriso e perguntou ao homem se ele queria ser este companheiro.
– Claro que não… Já trouxe a sua resposta… Não posso ficar aqui perdendo tempo com você. Não foi para ficar aqui que fiz toda esta jornada. Adeus!!!
Virando as costas, correu mais rápido do que a água, até a floresta onde estava a árvore. Ele nem se lembrava dela. Mas quando novamente tropeçou em sua raiz, viu caindo uma última folhinha. Ela perguntou se ele tinha uma resposta, ao que o homem respondeu: – Tenho muita pressa e vou ser breve, pois estou indo em busca de minha sorte, e ela está no mundo.
O Criador disse que você tem embaixo de suas raízes uma caixa de ferro cheia de moedas de ouro. O ferro desta caixa está corroendo suas raízes. Se você cavar e tirar este tesouro daí vai terminar todo o seu sofrimento e você vai poder virar uma árvore saudável novamente.
– Por favor!!! Faça isto por mim!!! Você pode ficar com o tesouro. Ele não serve para mim. Eu só quero de novo minha força e energia. O homem deu um pulo e falou indignado: – Você está me achando com cara de quê? Já trouxe a resposta para você. Agora resolva o seu problema. O Criador falou que minha sorte está no mundo e eu não posso perder tempo aqui conversando com você, muito menos sujando minhas mãos na terra.
Virando as costas correu, mais rápido do que a luz, atravessou a floresta, e chegou onde estava o lobo, mais magro ainda e mais fraco.
O homem se dirigiu a ele apressadamente e disse: – O Criador mandou lhe falar que você não está doente. O que você tem é fome. Está a morrer de inanição, e como não tem forças mais para sair e caçar, vai morrer aí mesmo. A não ser, que passe por aqui uma criatura bastante estúpida, e você consiga comê-la.
Nesse momento, os olhos do lobo se encheram de um brilho estranho, e reunindo o restante de suas forças, o lobo deu um pulo e comeu o homem “sem sorte”.
“SOMOS O QUE FAZEMOS, MAS SOMOS PRINCIPALMENTE O QUE FAZEMOS PARA MUDAR O QUE SOMOS”.
A piscina e a cruz
Postado por Bárbara HelenaMuitos de nós, as vezes, pensamos que nunca tivemos experiências dignas de serem testemunhadas.
As vezes ouvimos falar de um milagre, ou de uma benção que uma pessoa recebeu e pensamos:
“-será que nunca vai acontecer comigo?”
Mas no dia-a-dia, acontecem inúmeros “pequenos milagres”, coisas que ao nossos olhos são tão pequenas que praticamente passam desapercebidas.
Mas, que em uma reflexão mais cuidadosa, revela-se um “pequeno milagre”.
A vida está cheia desses acontecimentos… pequenos tropeços que te fazem parar e ver, que, por pouco você se machucaria, ou seria atropelado.
Uma sombra, que chama sua atenção e dá asas a sua imaginação…
Um amigo ia toda quinta-feira a noite a uma piscina coberta.
Sempre via ali um homem que lhe chamava atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador.
Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água. Um dia tomou coragem e perguntou a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu:
– Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar de trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui a piscina para nadar um pouco.
Sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube. Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente.
Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnifica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem.
O professor de natação continuou:
– Nesse momento, pensei na cruz de Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram a mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue… Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água.
Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso… na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido…
Após uma longa pausa, ele continuou:
– Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se tivesse saltado, seria o meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.
Fiquei tão agradecido a Deus, que em Sua graça me permitiu continuar vivo, que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência de que não somente a minha vida, mas minha alma também precisava ser salva.
Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para nos salvar.
Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele.
Naquela noite fui salvo duas vezes. Agora tenho um corpo sadio porém, o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreenda porque molho o dedão antes de saltar na água…
> > > As vezes, os milagres acontecem em nossas vidas, mas, não como nós esperávamos.
Deus tem uma forma maravilhosa de agir, Ele não faz barulho, não chama a atenção! Mas nem por isso torna-se ineficiente.
Abramos nosso olhos e estejamos bem acordados, testemunhemos do amor de nosso Salvador, com fervor e alegria, pois as pequenas coisas que o mundo ocultou, serão as grandes maravilhas que Deus revelará!!!
I Coríntios 1:18 “De fato, a mensagem da morte de Cristo na cruz é loucura para os que estão se perdendo; mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus.”
Hebreus 12:2 “Conservemos os nossos olhos fixos em Jesus, pois é pôr meio dele que a nossa fé começa, e é ele quem a aperfeiçoa. Ele não deixou que a cruz fizesse com que ele desistisse.
Pelo contrário, pôr causa da alegria que lhe foi prometida, ele não se importou com a humilhação de morrer na cruz e agora está sentado do lado direito do trono de Deus.”
Um grande abraço e que Deus o abençoe
A Menina das maçãs
Postado por Bárbara HelenaAgosto de 1942, Piotrkow, Polônia.
O céu estava cinzento naquela manhã em que esperávamos ansiosamente.
Todos os homens, mulheres e crianças do gueto judaico de Piotrkow tinham sido levados até uma praça. Fora espalhado o boato de que seríamos transferidos. Meu pai tinha morrido de tifo alguns dias antes, e a notícia se espalhara pelo gueto apinhado. Meu maior temor era que nossa família fosse separada. “”De maneira alguma,” sussurrou-me Isidore, meu irmão mais velho, “conte a eles a sua idade. Diga que tem dezesseis anos.” Eu era alto para um menino de onze, portanto poderia afirmar isto.
Dessa maneira eu poderia ser considerado útil como trabalhador. Um homem da SS aproximou-se de mim, as botas ressoando nas pedras.
Olhou-me de alto a baixo, então perguntou minha idade. “Dezesseis,” eu disse. Ele encaminhou-me para a esquerda, onde meus três irmãos e outros jovens saudáveis já estavam.
Minha mãe foi levada para a direita com as outras mulheres, crianças, doentes e pessoas idosas. Cochichei para Isidore: “Por quê?” Ele não respondeu. Corri para o lado de mamãe e disse que queria ficar com ela. “Não,” disse ela firmemente. “Saia daqui. Não me aborreça. Vá com seus irmãos.” Ela jamais me falara tão duramente antes, mas eu entendi: mamãe estava me protegendo. Ela me amava tanto que, apenas por esta vez, ela fingiu não fazê-lo. Foi a última vez que a vi.
Meus irmãos e eu fomos transportados num vagão de gado até a Alemanha. Chegamos ao campo de concentração de Buchenwald numa noite várias semanas depois, e fomos levados até um barracão lotado. No dia seguinte, recebemos uniformes e números de identificação.
“Não me chamem mais de Herman,” eu disse aos meus irmãos. “Chamem-me de 94983.” Fui designado para trabalhar no crematório do campo, colocando os mortos num elevador operado à manivela. Eu, também, me sentia morto. Endurecido, tinha me tornado um número.
Em pouco tempo, meus irmãos e eu fomos enviados a Schlieben, um dos sub-campos de Buchenwald perto de Berlim.Certa manhã, pensei ter ouvido a voz de minha mãe. “Filho,” dizia ela suave mas claramente, “estou enviando um anjo para você.” Então acordei. Fora apenas um sonho. Um lindo sonho. Porém num lugar daqueles não poderia haver anjos. Apenas trabalho, fome, e medo.
Alguns dias depois, eu estava trabalhando no campo por trás dos barracões, perto da cerca de arame farpado onde os guardas não podiam ver com facilidade. Eu estava sozinho. No outro lado da cerca, divisei alguém, uma garota com cachos claros, quase luminosos. Estava meio escondida por trás de uma bétula. Olhei ao redor para me certificar que ninguém podia me ver, Chamei-a baixinho em alemão. “Você tem alguma coisa para comer?” Ela não entendeu. Aproximei-me mais da cerca e repeti a pergunta em polonês.
Ela deu um passo à frente. Eu era magro e macilento, com trapos ao redor dos pés, porém a menina não parecia assustada. Em seus olhos, eu via vida. Ela tirou uma maçã da sua jaqueta de lã e atirou-a por cima da cerca. Agarrei a fruta e, quando comecei a me afastar correndo, ouvi-a dizer baixinho: “Eu te vejo amanhã.”
Eu voltava ao mesmo ponto da cerca todos os dias à mesma hora. Ela estava sempre lá, com alguma coisa para eu comer; um pedaço de pão, ou melhor ainda, uma maçã. Não ousávamos conversar ou demorar ali. Ser apanhado significava a morte para nós dois. Eu não sabia nada sobre ela, “apenas uma garota da fazenda”, exceto que ela entendia polonês.
Qual era seu nome? Por que arriscava a vida por mim? A esperança era um artigo tão raro, e esta menina do outro lado da cerca me dava alguma, algo para me nutrir como faziam as maçãs e o pão.
Quase sete meses depois, meus irmãos e eu fomos colocados num carro de carvão e enviados para o campo Theresienstadt na Checoslováquia. “Não volte,” disse eu à garota aquele dia. “Estamos partindo.” Voltei-me em direção às barracas e não olhei para trás, nem sequer disse adeus à menina cujo nome eu jamais soube, a garota com as maçãs.
Ficamos em Theresientadt por três meses. A guerra estava diminuindo e as Forças Aliadas estavam se aproximando, porém meu destino parecia selado. Em 10 de maio de 1945, eu estava agendado para morrer na câmara de gás às 10 da manhã. No silêncio da madrugada, eu tentava me preparar. Tantas vezes a morte parecera me chamar, mas de alguma forma eu tinha sobrevivido. Agora, tudo estava acabado.
Pensei nos meus pais. Pelo menos, estaríamos reunidos. Às 8 da manhã, houve uma comoção. Ouvi gritos, e vi pessoas correndo para todo lado através do campo. Consegui reunir-me aos meus irmãos.
As tropas russas tinham libertado o campo! Os portões foram abertos. Todos estavam correndo, portanto fiz o mesmo.
Surpreendentemente, todos os meus irmãos tinham sobrevivido; não sei como. Porém eu sabia que a garota com as maçãs tinha sido a chave da minha sobrevivência. Num lugar onde o mal parecia triunfar, a bondade de uma pessoa tinha salvado a minha vida, tinha me dado esperança onde não havia nenhuma. Minha mãe tinha prometido me enviar um anjo, e o anjo tinha vindo.
Com o tempo, consegui chegar à Inglaterra onde fui ajudado por uma instituição de caridade judaica, colocado num abrigo com outros meninos que tinham sobrevivido ao Holocausto e treinado em eletrônica. Então cheguei aos Estados Unidos, onde meu irmão Sam já estava morando. Alistei-me no exército americano durante a Guerra da Coréia e ao ser desembarcado na Itália, me apaixonei. Porém meus irmãos disseram: “Você partiu solteiro, volte para casa solteiro.” Por algum motivo, escutei-os e voltei à cidade de Nova York após dois anos, sozinho.
Em agosto de 1957 abri minha loja de consertos eletrônicos. Eu estava começando a me estabelecer. Um dia, meu amigo Sid, que eu conhecia desde a Inglaterra, telefonou-me. “Tenho um amigo que conhece uma moça da Polônia. Acho que você deveria encontrá-la.”
Um encontro às cegas? Não, aquilo não era para mim. Porém Sid ficava insistindo, e alguns dias depois fomos ao Brooklyn para encontrar Roma (Rivca). Tive de admitir, para um encontro às cegas até que não foi tão mau. Roma era enfermeira num hospital do Bronx. Era simpática, inteligente e cheia de vida.
Fomos de carro até Coney Island. Ela era uma pessoa agradável para conversar, uma boa companhia. Também estava cansada de encontros às cegas! Nós dois estávamos apenas fazendo um favor para amigos. Demos um passeio pelo calçadão na praia, apreciando a brisa do Atlântico, e depois jantamos ali perto. Achei a noite muito divertida. Voltamos ao carro de Sid, Roma e eu no banco traseiro. Como judeus europeus que tinham sobrevivido à guerra, sabíamos que havia muita coisa que ainda não fora dita entre nós. Ela aventou o assunto: “Onde você estava durante a guerra?”
“Nos campos,” eu disse, as terríveis lembranças ainda vívidas, a perda irreparável. Eu tinha tentado esquecer. Mas jamais se pode esquecer.
Ela assentiu. “Minha família estava escondida numa fazenda na Alemanha, não muito longe de Berlim. Meu pai conhecia um padre, e ele nos conseguiu documentos arianos.”
Imaginei como ela deveria ter sofrido também, tendo o medo como companheiro constante. E apesar de tudo ali estávamos nós, ambos sobreviventes, num novo mundo. “Havia um campo perto da fazenda,” continuou Roma. “Eu via um garoto ali e lhe jogava maçãs todos os dias.”
Que coincidência estranha ela ter ajudado algum outro menino. “Como era ele?” perguntei.
“Era alto. Magro. Faminto. Devo tê-lo visto todos os dias durante seis meses.” Meu coração estava pulando, eu não podia acreditar! Isso não era possível.
“Ele disse a você certo dia para não voltar porque ele estava deixando Schlieben?”
Roma olhou-me surpresa. “Sim.”
“Era eu!” Eu estava prestes a explodir de alegria e reverência, inundado pela emoção. Não podia acreditar. Meu anjo.
“Não vou deixá-la ir,” eu disse a Roma.
E na traseira do carro naquele encontro às cegas, eu a pedi em casamento. Não queria esperar.
“Você está louco!” disse ela. Porém convidou-me para conhecer seus pais no jantar do Shabat, na semana seguinte.
Havia tantas coisas que eu queria saber sobre Roma, porém as mais importantes eu já sabia; sua firmeza de caráter, sua bondade. Durante muitos meses, na pior das circunstâncias, ela tinha ido até a cerca e me dado esperança. Agora que eu a encontrara de novo, não a deixaria ir. Naquele dia, ela disse sim. E eu mantive minha palavra. Após quase 50 anos de casamento, dois filhos e três netos, eu jamais deixei-a ir.
O Alpinista
Postado por Bárbara HelenaCerta vez, um alpinista muito famoso no mundo todo estava ansioso para ser o primeiro a subir no topo de uma montanha muito alta. Então, ele se preparou por meses, estudou cada centímetro do monte, aumentou a rotina de exercícios físicos para suportar tamanha subida…
Depois de tudo preparado, o alpinista decidiu que escalaria aquela montanha sozinho, pois ele não admitia dividir a glória daquela conquista com nenhum companheiro de sua equipe. Então, ele começou a subir, e mesmo depois de ter escalado quase a metade da montanha em apenas um dia, o alpinista decidiu que não montaria acampamento para descansar durante a noite. Ele queria ganhar tempo e, por isso, escolheu continuar subindo mesmo depois do pôr do sol. Ele ligou o aparelho onde gravava seu dia a dia e falou:
_ Todos estão esperando que eu chegue ao topo da montanha amanhã à tarde. Mas eu vou surpreender todo o mundo quando anunciar que alcancei o pico antes do raiar do sol. Ficarei ainda mais famoso!
A noite era muito escura naquele ponto da montanha e não era possível enxergar um palmo à sua frente, pois o brilho da lua não conseguia ultrapassar aquelas nuvens tão densas.
Ao seguir por um caminho muito estreito, a pouco menos de 20 metros do topo, o alpinista pisou numa pedra falsa e caiu em uma velocidade muito grande. Naqueles segundos de queda livre, sua vida inteira passou como se fosse um filme em sua cabeça. Mas, quando a morte já era certa, o homem sentiu um forte tranco! Por um milagre, a corda em que ele estava amarrado, se prendeu a uma rocha e o alpinista ficou pendurado em meio àquela escuridão.
Naquele momento de solidão e medo, suspenso no ar, o homem não viu outra saída a não ser pedir socorro a Deus:
_ Senhor, eu sei que O abandonei há muitos anos, mas eu preciso de sua ajuda!
De repente, uma voz vinda do céu, semelhante a um trovão, lhe pergunta:
_ O que você quer que eu faça por você?
_ Quero que me salve. Disse o alpinista.
Deus continuou a perguntar:
_ Você acredita com todo o seu coração que Eu posso te salvar?
_ Sim, eu acredito! Respondeu o homem em meio a tanto desespero.
Então, o Senhor lhe apontou o caminho:
_ Então corte a corda!
Depois de algum tempo de silêncio total, o alpinista ignorou a ordem de Deus e se agarrou ainda mais à corda.
Deus, triste com o que havia visto, perguntou ao homem:
_ Por que você duvida de Mim? Você não disse que acreditava que Eu poderia salvá-lo? Se você crer, verá a minha glória!
Não houve mais nenhuma reposta… No outro dia, uma equipe de resgate encontrou o alpinista morto, congelado e com as duas mãos agarradas à corda. Ele estava a apenas um metro e meio do chão.
Em seu gravador de voz, ele registrou o fim de sua experiência:
_ Aquela voz insistiu para que eu soltasse a corda, mas eu não consegui.
“Pois eu sou o Senhor, o seu Deus, que o segura pela mão direita e lhe diz: Não tema; eu o ajudarei” (Isaías 41:13).
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
A MALETA
Postado por Bárbara HelenaUm homem morreu, e ao se dar conta, viu que Deus se aproximava e tinha uma maleta com Ele.
E Deus disse:
- Bem, filho, hora de irmos.
O homem assombrado perguntou:
- Já? Tão rápido? Eu tinha muitos planos..
- Sinto muito, mas é o momento de sua partida.
- O que tem na maleta? Perguntou o homem.
E Deus respondeu:
- Os seus pertences!!!
- Meus pertences? Minhas coisas, minha roupa, meu dinheiro?
Deus respondeu:
- Esses nunca foram seus, eram da terra.
- Então são as minhas recordações?
- Elas nunca foram suas, elas eram do tempo.
- Meus talentos?
- Esses não pertenciam a você, eram das circunstâncias.
- Então são meus amigos, meus familiares?
- Sinto muito, eles nunca pertenceram a você, eles eram do caminho.
- Minha mulher e meus filhos?
- Eles nunca lhe pertenceram, eram de seu coração.
- É o meu corpo.
- Nunca foi seu, ele era do pó.
- Então é a minha alma.
- Não! Essa é minha.
Então, o homem cheio de medo, tomou a maleta de Deus e ao abri-la se deu conta de que estava vazia... Com uma lágrima de desamparo brotando em seus olhos, o homem disse:
- Nunca tive nada?
- É assim, cada um dos momentos que você viveu foram seus. A vida é só um momento... Um momento só seu!
Por isso, enquanto estiver no tempo, desfrute-o em sua totalidade. Que nada do que você acredita que lhe pertence
o detenha... Viva o agora! Viva sua vida!
E não se esqueça de SER FELIZ, é o único que realmente vale a pena!
As coisas materiais e todo o resto pelo que você luta fica aqui.
VOCÊ NÃO LEVARÁ NADA!
Valorize àqueles que valorizam você, não perca tempo com alguém que não tem tempo para você.
(desconheço autoria)
APENAS EMPURRE
Postado por Bárbara HelenaUma noite, um homem estava dormindo em sua cabana quando de repente Seu quarto ficou cheio de luz e Deus lhe apareceu. O Senhor disse ao homem o trabalho que ele deveria fazer para Ele e mostrou-lhe uma grande rocha na frente de sua cabana.
O Senhor explicou que o homem deveria empurrar (PUSH) a rocha com toda a sua força. O homem então o fez, dia após dia. Por muitos anos ele pelejou de sol a sol; com seus ombros escorados na fria e maciça superfície da rocha imóvel, empurrando-a com toda a sua força.
A cada noite o homem retornava à sua cabana aborrecido e sem roupa, sentindo que havia gasto todo o seu dia em vão. Desde que o homem mostrou-se desencorajado, o adversário (Satanás) decidiu entrar em cena colocando pensamentos em sua mente desgastada.
- Você tem empurrado essa rocha por tanto tempo, e ela ainda nem sequer se moveu.
Isso dava ao homem a impressão de que sua tarefa era impossível e que ele era um fracasso. Esses pensamentos desencorajavam e desanimavam o homem.
- Por que eu vou me matar tentando fazer isso? Ele pensou. Eu farei apenas o possível, colocando o mínimo esforço e isso será suficiente.
E era o que ele planejava fazer, até que um dia ele decidiu fazer disso um alvo de oração e levar os seus pensamentos atribulados ao Senhor.
- Senhor, ele disse, eu tenho trabalhado duro e por muito tempo em Teu serviço, colocando toda a minha força pra fazer aquilo que o Senhor me mandou.
Entretanto, após todo esse tempo eu não consegui mover essa rocha por nem um milímetro. O que está errado? Por que eu tenho falhado?. O Senhor respondeu com compaixão:
- Meu filho, quando eu lhe disse para me servir e você aceitou, eu disse que tua tarefa seria empurrar a rocha com toda a tua força, e é o que você tem feito. Eu nunca sequer mencionei que eu esperava que você a movesse. Tua tarefa era empurrá-la. E agora você vem a mim após todo o teu esforço, pensando que você falhou. Mas será isso realmente verdade? Olhe para si mesmo. Teus braços estão fortes e musculosos, tuas costas estão enrijecidas e bronzeadas, tuas mãos estão calejadas pela pressão constante, tuas pernas se tornaram musculosas e firmes. Pela oposição você cresceu muito e agora tuas habilidades superam o que você era antes. Ainda assim, você não moveu a rocha, mas teu chamado foi para ser obediente e empurrar, exercitando tua fé e confiança na minha sabedoria. E isso foi o que você fez. Agora, meu amigo, Eu mesmo moverei a rocha.
Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, nós tendemos a usar nosso próprio intelecto pra decifrar o que Ele quer, quando na verdade o que Ele deseja é apenas nossa obediência e fé Nele. Em todos os sentidos, exercite a fé que remove montanhas, mas saiba que continua sendo
Deus quem as move.
Quando tudo parecer estar errado, apenas empurre (P.U.S.H.)!
Quando o trabalho te deixar pra baixo, apenas P.U.S.H.!
Quando as pessoas não agirem da maneira que deveriam, apenas P.U.S.H.!
Quando o seu dinheiro parecer ir embora e as contas ficarem, apenas P.U.S.H.!
Quando as pessoas não compreenderem você... Apenas P.U.S.H.!
P. = Pray (ore)
U. = Until (até)
S. = Something (alguma coisa)
H. = Happens (acontecer)
QUE DEUS O ABENÇOE SEMPRE! APENAS PUSH, NÃO QUEIRA FAZER NADA MAIS DO QUE DEUS MANDAR.
O Jumento
Postado por Bárbara HelenaUm jumentinho, voltando para sua casa, todo contente, fala para sua mãe:
- Fui a uma cidade, e quando lá cheguei, fui aplaudido, a multidão gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão...
Todos, estavam contentes com minha presença.
Sua mãe questionou se ele estava só...
E o burrinho disse: Não, estava levando um homem com o nome de Jesus.
Então, sua mãe falou:
-Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.
Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele, fizeram o
inverso, maltratavam, xingavam e até mesmo batiam nele.
Voltando para sua casa, disse para sua mãe:
- Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem
honra... Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me
reconheceram, mamãe...
Indignado o burrinho disse a sua mãe:
- Porque isso aconteceu comigo?
Sua mãe respondeu:
- Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumento.
LEMBRE-SE SEMPRE DISSO!
O Estranho
Postado por Bárbara HelenaAlguns anos depois que nasci, o meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, o meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e, em seguida, , convidou-o a viver com a nossa família.
O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre o seu lugar na minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Os meus pais eram instrutores complementares:
A minha mãe ensinou-me o que era bom e o que era mau e meu pai ensinou-me a obedecer.
Mas o estranho era o nosso narrador.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou a minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e fazia-me chorar.
O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, a minha mãe levantava-se cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora).
O meu pai dirigia o nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.
As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, o nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas a sua linguagem inapropriada que às vezes queimava os meus ouvidos e que fazia o meu pai retorcer-se e minha mãe ruborizar-se.
O meu pai nunca nos deu permissão para beber álcool. Mas o estranho animou-nos a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. O seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que os meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante a minha adolescência pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores dos meus pais, mesmo assim, permaneceu no nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio.
Não obstante, se hoje vocês pudessem entrar na guarida dos meus pais, ainda o encontrariam sentado no seu canto, esperando que alguém quisesse escutar as suas conversas ou dedicar o seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
O seu nome?
Nós chamamos-lhe ... Televisor...
Nota:
Pede-se que este artigo seja lido em cada lar.
Agora ele tem uma esposa que se chama Computador e um filho que se chama Telemóvel !
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Folha de Papel
Postado por Bárbara HelenaQuando criança, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva a menor provocação. Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado.
Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma explosão de raiva. Me entregou uma folha de papel lisa e me disse:
- Amasse-a!
- Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha.
- Agora - voltou a dizer-me - deixe-a como estava antes.
É óbvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentei, o papel ficou cheio de pregas.
Então, disse-me o professor:
- O coração das pessoas é como esse papel... A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados.
Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar lembro deste papel amassado. A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar.
Quando magoamos com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas é tarde demais.
Alguém disse, certa vez: "Fale quando tuas palavras sejam tão suaves como o silêncio". Como uma folha.
Pense nisso!
SER FELIZ
Postado por Bárbara HelenaSer feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Ser feliz não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si e ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz, é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais!
É ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar: “Eu errei”.
É ter ousadia para dizer: “Me perdoe!”
É ter sensibilidade para expressar: “Eu preciso de você”.
É ter capacidade de dizer “Eu te amo”.
E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo. Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida. E descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Augusto Cury
A Raposa e o Lenhador
Postado por Bárbara HelenaEle tinha um filho lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e
deixava a raposa cuidando de seu filho.
Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a
raposa era um bicho, um animal selvagem,
e portanto, não era confiável.
Quando ela sentisse fome comeria a criança.
O lenhador sempre retrucando com os vizinhos e falava que isso era uma
grande bobagem.
A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam:
- "Lenhador abra os olhos! A raposa vai
comer seu filho."
- "Quando sentir fome, comerá seu filho!"
Um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada...
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta...
O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar... e principalmente não tome decisões precipitadas...
Uma Grande Lição de Vida
Postado por Bárbara HelenaPara testá-lo, um dia seus amigos combinaram armar uma situação que, certamente, o levaria à irritação. Convidaram-no para um jantar e trataram todos os detalhes com a garçonete, que seria a responsável por atender à mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada, foi servida uma saborosa sopa. A garçonete se aproximou do homem, pela esquerda, e ele prontamente levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa. Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele, calmamente e em silêncio, esperou que a moça voltasse. Quando ela se aproximou, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez o seu na direção da funcionária, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou a seu lado, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando o saboroso aroma. E, como havia terminado sua tarefa, voltou à cozinha. Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam, discretamente,para ver sua reação.
Para surpresa dos amigos, o homem, educadamente, chamou a garçonete que se voltou,fingindo impaciência, e lhe disse: "O que o senhor quer?" Ao que ele, naturalmente, respondeu: " senhora não me serviu a sopa". E ela, para provocá-lo, retrucou: "Servi, sim senhor!" Ele então olhou para a garçonete e em seguida contemplou o prato vazio e limpo, ficando pensativo por alguns instantes...
Todos apostaram que agora ele iria brigar... Suspense e silêncio total. Mas o homem, mais uma vez, surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: "É verdade, a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!"
MORAL DA HISTÓRIA: Na maioria das vezes, não importa quem está com a razão. O fundamental é evitar discussões desgastantes e improdutivas. Muitas brigas surgem motivadas por coisas insignificantes, que se avolumam e inflamam com o calor da discussão. Pense nisso: a pessoa que se irrita aspira o ar tóxico que exterioriza e envenena a si mesma.
(Luciana dos Santos)
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Quem dobrou seu pára-quedas ?
Postado por Bárbara HelenaCharles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã.
Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.
Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.
Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
“Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?
“Sim, como sabe?”, perguntou Plumb.
“Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?”
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
“Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.”
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:
“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia?
Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro.”
Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.
Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:
“Quem dobrou teu pára-quedas hoje?”.
Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante.
Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.
Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é Verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.
Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável.
Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu pára-quedas,e agradece-lhe.
Ainda que não tenhas nada de importante a dizer, envia esta mensagem a quem fez isto alguma vez.
E manda-a também aos que não o fizeram.
As pessoas ao teu redor notarão esse gesto, e te retribuirão preparando teu pára-quedas com esse mesmo afeto.
Todos precisamos uns dos outros, por isso, mostra-lhes tua gratidão.
Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples.
Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um Gosto de Você, um Te Amo.
Obrigado por todos os favores que sem merecer recebi de ti e nunca te agradeci.
