VERSÍCULOS DO DIA!!!
segunda-feira, 11 de maio de 2015
A pérola de valor incomparável.
Postado por Bárbara Helena
Há muitos
anos, um americano chamado David Morse, vivia e trabalhava na Índia, onde fez
grandes amizades, sobretudo com Rambhau, um mergulhador que retirava pérolas no
mar.
Muitas foram
às vezes
Rambhau
gostava de ouvir a Palavra de Deus. Mas, sempre que Morse lhe perguntava sobre
aceitar Jesus como Salvador, ele balançava a cabeça negativamente dizendo: “Não
consigo aceitar a maneira cristã de chegar ao Céu. Para mim ela é fácil demais!
Se eu ganhasse o direito de entrar no Céu dessa forma, me sentiria um pobretão,
um mendigo que entrou por causa da compaixão de alguém. Talvez seja orgulho da
minha parte, mas quero fazer por merecer o meu lugar no Céu. Quero conquistá-lo
com esforço próprio, e é o que vou fazer.”
Nada que Morse
dizia fazia Rambhau mudar a sua decisão.
Os anos se
passaram, e uma noite Rambhau bateu à porta de Morse.
– Seja
bem-vindo, meu amigo – saudou-o Morse.
– Não. –
respondeu o mergulhador. – Quero que você venha à minha casa um pouquinho.
Preciso lhe mostrar algo. Por favor, aceite este convite.”
– Com certeza
irei. – disse Morse.
Chegando à
casinha, Rambhau afirmou:
– Daqui a uma
semana começarei a trabalhar para conquistar o meu lugar no Céu. Estou mudando
para Nova Déli, e irei engatinhando.
– Isso é loucura!
– exclamou Morse. – São 1.600 quilômetros! Você vai machucar os joelhos e, se
conseguir chegar lá, já estará com o sangue contaminado!
– Mas eu
preciso ir para Nova Déli – reafirmou Rambhau. – E os imortais me recompensarão
por este ato! O sofrimento será tranqüilo, porque com ele adquirirei o direito
de ir para o Céu!
– Rambhau, meu
amigo, não faça isso. Como posso deixá-lo partir assim sabendo que Jesus Cristo
já sofreu e morreu justamente para você ter o direito de ir para o Céu?
Mas o indiano
permaneceu firme na sua decisão.
– Você é o meu
melhor amigo na Terra, e quem me ajudou todos estes anos, na doença e nas horas
de necessidade. Houve ocasiões em que você foi o meu único amigo. Mas nem por
isso vai conseguir me dissuadir de conquistar o êxtase eterno. Eu tenho que ir
para Nova Déli!
Morse estava
sentado numa cadeira que Rambhau fizera para ele logo após sua chegada à Índia.
Era a mesma cadeira onde sentara-se tantas vezes lendo a Bíblia para o amigo.
Saindo da sala
por um instante, Rambhau retornou com um cofre nas mãos.
– Há anos eu
tenho este cofre, – ele disse. – Só guardo uma coisa dentro dele e vou lhe
contar algo. Eu tive um filho…
Um filho! –
mas Rambhau, você nunca tocou nesse assunto!
– É porque não
podia. – disse o mergulhador com os olhos cheios de lágrimas. – Mas como vou
partir em breve e não sei se voltarei, preciso lhe contar o que aconteceu.
– O meu filho
também era mergulhador, o melhor no litoral indiano. Era rápido, tinha olhos de
águia, braços fortes e o melhor fôlego dentre todos os mergulhadores. Ele me
trazia muita alegria!
– Como você
sabe, – continuou Rambhau, a maioria das pérolas tem algum defeitinho ou mancha
que só um perito consegue detectar. O meu filho sempre sonhou encontrar a
pérola perfeita, a melhor de todas, e um dia a encontrou! Mas ficou muito tempo
debaixo d’água e logo que veio à tona morreu. Ele deu a vida por aquela pérola.
Abaixando a
cabeça e com o corpo tremendo por um momento, o velho mergulhador ficou então
em silêncio.
– Guardei esta
pérola todos estes anos. Como agora vou partir e talvez não volte mais, quero
dá-la a você, o meu melhor amigo.
Girando o
segredo do pequeno cofre, retirou um embrulho muito bem feito. Abrindo-o e
retirando o algodão delicadamente, revelou uma pérola gigantesca que colocou na
mão de Morse.
Era uma das
maiores pérolas já encontradas no litoral indiano. Ela tinha um brilho que as
pérolas cultivadas não têm. Valia uma quantia vultosa no mercado!
Morse observou
a pérola por um momento, e até perdeu a fala, de tão admirado que ficou. Depois
exclamou:
– Rambhau! Que
pérola!
– Esta pérola,
amigo, é perfeita. – Respondeu o indiano tranqüilamente.
Foi quando
Morse teve uma revelação: Aquele seria o momento perfeito que ele tanto pedira
a Deus, para ajudar Rambhau a entender o sacrifício de Jesus.
– Rambhau –
ele disse. – É uma pérola maravilhosa, deslumbrante! Quero comprá-la. Eu lhe
dou dez mil dólares por ela.
– O quê? Não
estou entendendo! Declarou Rambhau.
– Então eu lhe
dou quinze mil dólares por ela. Se valer mais, vou trabalhar até conseguir
adquiri-la.
Rambhau
aprumou-se na cadeira.
– O valor
desta pérola é incomparável. Ninguém neste mundo tem dinheiro suficiente para
pagar o que esta pérola vale para mim. No mercado ela seria vendida por mais de
um milhão de dólares. Não vou vendê-la para você. Eu quero lhe dar esta pérola.
– Não,
Rambhau, não posso aceitar esse presente. Por mais que queira essa pérola, não
posso aceitá-la assim. Talvez seja orgulho, mas é fácil demais. Preciso fazer
por merecê-la, trabalhar para conquistá-la por esforço próprio.
O velho
mergulhador estava abismado.
– Você não
entendeu nada, amigo. Não está vendo que esta pérola custou a vida de meu
filho? Eu jamais a venderei! Ela vale o sangue do meu filho. Não posso
vendê-la, mas posso dá-la. Simplesmente a aceite como um sinal do meu amor por
você.
Morse,
contendo as lágrimas e sem conseguir dizer nada por um momento, segurou a mão
do velho.
– Rambhau, –
disse ele baixinho. – Não está vendo que o que eu estou lhe dizendo é
exatamente o que você tem dito a Deus este tempo todo?
O mergulhador
olhou demoradamente para Morse, como se estivesse tentando decifrar o que ele
afirmara. E aos poucos começou a entender.
– Deus está
lhe oferecendo a salvação de graça. Ela é de um valor incomparável. Ninguém
jamais poderia comprá-la. Milhões de dólares são insignificantes. Não existe
pessoa na Terra que poderia fazer por merecê-la. Se alguém fosse trabalhar para
adquiri-la, teria que trabalhar por milhões de anos, e mesmo assim não seria
suficiente. Ninguém merece a salvação. Custou o sangue do único filho de Deus.
É o único caminho para o Céu. Nem fazendo centenas de peregrinações, e
esperando um milhão de anos, você conseguiria obtê-la. Só precisa aceitá-la
como um sinal do amor de Deus por você, que é um pecador.
– Rambhau, é
claro que eu humildemente aceito esta pérola, pedindo a Deus que eu seja digno
desse amor que você tem por mim. Mas por que você também não aceita,
humildemente, o maravilhoso presente que Deus quer lhe dar, o Céu, que Lhe
custou a vida do Seu filho?
As lágrimas
começaram a rolar pelo rosto do velho. A nuvem que encobria o seu entendimento
começou a se desvanecer.
– Agora entendo.
Eu não podia acreditar que a salvação fosse de graça, mas agora entendo.
Algumas coisas são valiosas demais para serem compradas ou para alguém ser
digno delas. Eu aceito a salvação que Jesus me oferece, amigo!
A bondade
divina é riquíssima, como é revelado em tudo quanto Ele fez por nós por
intermédio de Jesus Cristo.
A salvação não
é uma recompensa pelo bem que fizemos, portanto nenhum de nós pode obter
qualquer mérito por isto.
Foi o próprio
Deus quem fez de nós o que somos e nos deu uma vida nova da parte de Cristo
Jesus; e muitos séculos atrás, Ele planejou que gastássemos essa vida
auxiliando aos outros.
“Para mostrar
aos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça em bondade para conosco
A Salvação que
temos em Jesus é a coisa mais preciosa que podemos ter em nossas vidas, mesmo
assim não é necessário pagar pedágio para chegar ao céu.
Não temos como
avaliar coisas e fatos se não conhecermos um exemplo prático por isso gostaria
de lhes contar a História que se segue que é um fato verídico o corrido anos atrás
na Índia e serve como um perfeito exemplo para que possamos entender o que
Jesus quis dizer quando contou estas parábolas a seus discípulos.
45. O Reino
dos céus é ainda semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas.
46.
Encontrando uma de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra.
(São Mateus,
13)
Não lanceis
aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas, para que
não as calquem com os seus pés, e, voltando-se contra vós, vos despedacem.
(São Mateus
7,6)
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