VERSÍCULOS DO DIA!!!

VERSÍCULOS DO DIA!!!

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Esperar a sujeira baixa

Um avô e seu pequeno neto foram dar um passeio.
Como fazia muito calor pararam para descansar e o avô pediu ao netinho que fosse buscar um pouco de água no riacho.
Quando o menino estava chegando perto do riacho, uma carruagem passou pela beira da água mexendo com a água do riacho, trazendo para a superfície folhas, gravetos e sujeira.
O menino voltou e disse ao avô que não dava para beber a água pois estava suja e se ofereceu para ir a um outro riacho.
O avô retrucou, dizendo para ele ir novamente ver como estava a água.
O menino voltou novamente e disse a mesma coisa ao avô.
– Vovô, a água está turva.
– Espere um pouco, meu netinho.
Daqui a pouco a sujeira baixa e você poderá buscar a água para bebermos.
Em algumas situações, só nos resta esperar a sujeira baixar para beber a água.
Não há o que possamos fazer.

Autor desconhecido

Motivação: Como funciona

Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pagava duro no trabalho
A formiga era produtiva e feliz.
O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial.
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada .
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.
Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja,uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía:
Há muita gente nesta empresa!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.
 Já viu esse filme?
Bom trabalho a todas as formigas!!!
Autor desconhecido


Levante-se!

Fazia 15 anos que eu não praticava esqui aquático, mas quando nossos amigos convidaram meu genro e eu para esquiarmos num lago, como eu poderia dizer não? Parecia ser uma boa ideia, até observar as dificuldades que meu genro tinha em se levantar sobre os esquis. Embora ele houvesse praticado muito esqui aquático, quando tentava levantar-se sobre um único esqui, sempre caia. Por isso, quando chegou a minha vez, não me senti muito confiante.
Felizmente, a minha amiga é esquiadora profissional e me deu as devidas instruções: “Deixe que o barco puxe você para cima. Seja forte!” Essas afirmações, aparentemente contraditórias, fizeram toda a diferença. Eu fiz ambas as coisas – confiei que o barco faria seu trabalho e me segurei com todas as minhas forças. Na primeira vez que o barco saiu, levantei-me e desfrutei de um grande passeio pelo lago.
Quando a vida o decepcionar pela tristeza que parece difícil demais para carregar ou por circunstâncias que tornam cada dia um enorme peso – o conselho de minha amiga pode lhe ajudar. Primeiro, deixe que Deus o levante com o Seu poder (Salmo 54:1-4). Em seguida, segure firma na mão dele. Apegue-se a Deus e fortaleça-se “… no Senhor e na força do seu poder” (Efésios 6:10).
Confie no poder de Deus e agüente firme. Ele lhe dará as forças para não cair (Isaías 40:31).
O SENHOR É O SEU SUSTENTO DIÁRIO?
FONTE:

J. David Branon

Anima-te! Tenha Coragem!

Daniel viveu uma das maiores experiências de proteção da parte de Deus que alguém pode receber. Em meio àquela perturbadora noite na cova dos leões, certamente ele pode provar do conforto e da paz de Deus em meio às dificuldades que a vida pode causar.
Como Daniel, nós também podemos provar desta segurança, pois esta experiência nos permite continuar confiando na providência e na misericórdia do Senhor, mesmo quando andarmos nos vales escuros de morte. Esta confiança só poderá tranquilizar a nossa alma e aquietar o nosso espírito, se tivermos a certeza do amor de Deus por nós.
Enquanto duvidarmos deste amor, não haverá possibilidade de vencermos os nossos medos e, principalmente, confiar no agir do Senhor a nosso favor. Só seremos alcançados pela paz do Senhor, quando permitirmos que a nossa ansiedade seja trabalhada pelo Espírito Santo, fazendo com que aquietemos o nosso coração, entreguemos as nossas necessidades nas mãos de Jesus e deixando que a sua palavra possa construir a nossa fé sob bases sólidas.
Este era o sentimento que permeava a vida do profeta, que alimentava o seu espírito, animava sua alma e fazia com que caminhasse confiante todo o dia na presença do Senhor, sem temer nenhum mal. Precisamos compreender que uma vida com Cristo não é uma vida livre de problemas, onde todas as coisas nos serão benéficas, contra qual não haverá nenhum mal. A oração de Jesus era para que o Pai não nos tirasse do mundo que jazia no maligno, mas que nos livrasse do mal. Em suma, a sua oração pedia a Deus que a malignidade do mundo não afetasse a nossa fé e que os nossos olhos estivessem sempre postos na salvação que viria d’Ele, sem apenas esperar pelas bênçãos que poderiam advir desta relação.

Isto não quer dizer que Ele não nos abençoe, embora as bênçãos não sejam a prioridade e, sim, que confiemos na sua providência e nas promessas de amparo e conforto, que permearão a nossa vida durante os dias difíceis. Por isso, nos diz o Senhor: Anima-te! Tenha Coragem!

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O Melhor Presente

Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente e diz com orgulho:
– É para minha mãe!
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente.
Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo.
Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo.
Entretanto, ficou indeciso: ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja.
Devia ou não fazer?
O coração dizia sim, a mente dizia não.
O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar.
Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.
O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante e continuava seu conflito mental.
Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor para sua mãe.
Lembrou de sua própria mãe.
Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe.
Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual.
O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos.
Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso.
Alguma coisa parecia estar errada.
Por que o homem não embrulhava logo o sabonete?
Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para o pagamento…
Por que a demora?
Qual o problema?
No campo da emoção, dois sentimentos se entreolhavam: a compaixão do lado do homem, a desconfiança por parte do garoto.
Impaciente, ele perguntou:
– Moço, está faltando alguma coisa?
– Não, _ respondeu o proprietário da loja.
“É que de repente me lembrei de minha mãe”.
Ela morreu quando eu ainda era muito jovem.
“Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada.”
Na espontaneidade de seus 12 anos, perguntou o menino:
-Nem um sabonete?
O homem se calou.
Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do garoto.
Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar.
Como é que nunca pensara em dar algo pequeno e simples para sua mãe?
Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente adquirido.
Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição.
Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: O gesto de amor!


A borboleta


Estava sentada em uma sala de um hotel, um lugar tranqüilo rodeado de flores.
E eu estava vendo uma desesperada luta entre a vida e a morte, acontecendo com uma borboleta que gastava as suas ultimas energias tentando voar para fora da sala: tentava inutilmente voar através do vidro da vidraça.
É triste contar a comovente história da estratégia da borboleta: ela insiste, mas não funciona, pois os seus desesperados esforços não oferecem nenhuma esperança para a sua sobrevivência.
Ironicamente, a luta é parte da armadilha.
É impossível para a borboleta, mesmo tentando arduamente, conseguir ter sucesso, ou seja, quebrar o vidro.
No entanto, esse pequeno inseto apostou sua vida para alcançar seu objetivo através da determinação de um esforço errado.
Esta borboleta está condenada.
Ela vai morrer lá no peitoril da janela.
Do outro lado da sala, há alguns metros a porta está aberta.
Dez segundos de tempo de voo e esta pequena criatura poderia alcançar o mundo exterior que tanto procura.
Com apenas um pequeno esforço, que agora está sendo desperdiçado, poderia estar livre desta armadilha que ela mesma criou.
A possibilidade da descoberta está lá.
Seria tão fácil.
Por que não tentar voar com uma outra abordagem, algo radicalmente diferente?
Como é que ela ficou tão obstinada com a ideia de que este específico trajeto lhe oferece a melhor oportunidade para o sucesso?
Que lógica há em continuar até a morte buscando uma solução para o meu problema?
Sem dúvida, esta abordagem faz sentido.
Mas, lamentavelmente, é uma ideia que vai matá-la.
Tentar a coisa mais difícil não é, necessariamente, a solução mais eficaz.
Esta visão não oferece qualquer promessa real de conseguir o que se quer da vida.
Às vezes, na verdade, é uma grande parte do problema.
Se você aposta todas as suas esperanças numa única alternativa, você pode matar as suas chances de sucesso.
Autor desconhecido


Criatividade faz a diferença

Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.
No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa.
Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
– Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde:
– Eu não vim aqui para espiar vocês.
Eu só vim alimentar os jacarés!
Conclusão:
A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.

Autor desconhecido


   

sexta-feira, 24 de julho de 2015

O poder da doçura

O viajante caminhava pela estrada, quando observou o pequeno rio que começava tímido por entre as pedras.
Foi seguindo-o por muito tempo.
Aos poucos, ele foi tomando volume e se tornando um rio maior.
O viajante continuou a seguí-lo.
Bem mais adiante, o que era um pequeno rio, se dividiu em dezenas de cachoeiras, num espetáculo de águas cantantes.
A música das águas atraiu mais o viajante, que se aproximou e foi descendo pelas pedras, ao lado de uma das cachoeiras.
Descobriu, finalmente, uma gruta.
A natureza criara, com paciência, caprichosas formas na gruta.
Ele a foi adentrando, admirando sempre mais as pedras gastas pelo tempo.
De repente, descobriu uma placa.
Alguém estivera ali antes dele.
Com a lanterna, iluminou os versos, que nela estavam escritos.
Eram versos do grande escritor Tagore, prêmio Nobel de literatura de 1913:
“Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura, sua dança e sua canção.
Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.
” Assim também acontece na vida.
Existem pessoas que explodem por coisa nenhuma e que desejam tudo arrumar aos gritos e pancadas.
E existem as pessoas suaves, que sabem dosar a energia e tudo conseguem.
São as criaturas que não falam muito, mas agem bastante.

Enquanto muitos ainda se encontram à mesa das discussões para a tomada de decisões, elas á se encontram a postos, agindo…

Família

Família é como a construção de uma casa: Terreno adequado. Planta da casa aprovada. Tem que ter boa estrutura. Alicerce bem forte, com toda a amarração. Paredes retas. Lage bem batida. Reboco liso.  Piso bem nivelado. Pintura bem feita. Esta seria uma construção certa. E nem sempre é assim. Por isso estamos sempre reformando ou aumentando a construção. A família é assim... Temos que renovar e vigiar para não desmoronar. Para isso temos algumas obrigações e regras, como limites e respeito. Pense nisso. A vida passa rápido demais e pode não dar tempo de evitar um desmoronamento.

Arte de ser - Artur da Távola

Quando acaba uma partida de tênis, os dois jogadores mal se falam. Trocam aperto de mão ainda chispando de ódio. Já no boxe, após socarem-se, inchados, sangrastes abraçam-se efusivos. Há afeto no abraço, reconhecimento - quase sempre - do talento e coragem alheios. Entre dois homens que se enfrentam fisicamente, após o máximo de tensão e raiva, surge admiração, o respeito, brota a amizade.  O tênis é ao mesmo tempo o mais violento e o mais civilizado dos desportos. É tão violento, que se transformou no mais distinto e elegante. São 2 horas de uma pancadaria como não há outra em qualquer desporto. Dois seres humanos, com um tacape nas mãos, esbordoam uma bola com energia potente, por horas. É jogo silencioso. Olhar de lince, ação de espreita, jogo limpo, cada qual em seu território, nenhuma promiscuidade física, os debatedores olham-se ao longe, não se misturam, não se roçam, não sentem o cheiro do outro, tudo, sempre, civilizado, anti-séptico, vestidos de branco, toalha para o suor. E, no entanto, odeiam-se talvez porque jamais consegue transformar a raiva em atrito real, confronto entre forças físicas em choque. No boxe, o oposto. Luta dramática, agônica, a resistência em seu limite, abraços, baba suor, sangue, cuspe, cheiros, a um passo da humilhação pela queda, a derrota patente, o cansaço, a superação, força, técnica e resistência misturadas, exaustão, estresse e o enorme orgulho, ao final, de haver logrado superar não o adversário, mas, sobretudo a si mesmo.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Estabelecer o ritmo futuro

Um garoto chega da escola temendo ter de encarar o dever de casa.
E repete: “Meu dever de casa vai ser difícil.
Não vou conseguir fazer.”
A mãe pergunta: “Como você pode saber se ainda nem começou?”
O menino explica que quando a professora passou o dever, ela alertou a turma:
“Não esperem para fazer o dever de casa no domingo.
Façam no sábado.
É uma tarefa difícil e a última turma não se saiu muito bem.
Então se planejem para dedicar um bom tempo e trabalhar duro, pois será necessário.”
A mãe do garoto imediatamente compreendeu que a professora havia influenciado seu filho de uma forma negativa, levando-o a esperar ter dificuldades para realizar o dever de casa.
Ela também compreendeu que provavelmente o dever não era tão difícil quanto o filho imaginava e que poderia facilmente influenciá-lo a mudar suas expectativas e torná-las mais positivas.
Ela disse ao menino:
“Para mim você vai resolver essa tarefa com muita facilidade.
Você é bom em assimilar novas informações e em lembrar o que aprendeu.
Meu palpite é que logo, logo você vai ter terminado o dever e vai aparecer aqui dizendo que foi facílimo.”
É claro que o garoto abriu o maior sorriso e foi começar o dever de casa.
Pouco tempo depois, voltou radiante.
“Puxa”, disse ele “você tinha razão, mãe.
Da próxima vez que alguém tentar me convencer que não posso fazer algo, vou lembrar-me do que você disse sobre a minha capacidade de assimilar novas informações e vou dizer a mim mesmo que você tinha razão.”
Autor desconhecido





A arte de viver bem

Não exija dos outros o que eles não podem lhe dar, mas cobre de cada um a sua responsabilidade.
Não deixe de usufruir o prazer, mas que não faça mal a ninguém.
Não pegue mais do que você precisa, mas lute pelos seus direitos.
Não olhe as pessoas só com os seus olhos, mas olhe-se também com os olhos delas.
Não fique ensinando sempre, você pode aprender muito mais.
Não desanime perante o fracasso, supere-se o transformando em aprendizado.
Não se aproveite de quem se esforça tanto, ele pode estar fazendo o que você deixou de fazer.
Não estrague um programa diferente com seu mau humor, descubra a alegria da novidade.
Não deixe a vida se esvair pela torneira, pode faltar aos outros…
O amor pode absorver muitos sofrimentos, menos a falta de respeito a si mesmo!
Se você quer o melhor das pessoas, dê o máximo de si, já que a vida lhe deu tanto.

Enfim, agradeça sempre, pois a gratidão abre as portas do coração.

Recomeçar

Sempre é tempo de recomeçar. Em qualquer situação podemos abrir novas portas, conhecer novos lugares, novas pessoas, ter outros sonhos.  Renovar o nosso compromisso com a vida e assim, renascer para a vida e alcançar a felicidade.  Não importa quem te feriu, o importante é que você ficou. Não interessa o que te faltou, tudo pode ser conquistado. Não se ligue em quem te traiu você foi fiel. Não se lamente por quem se foi cada um tem seu tempo. Não reclame da dor, ela é a conselheira que nos chama de volta ao caminho. Não se espante com as pessoas, cada um carrega dentro de si, dores e marcas que alteram o seu comportamento, ora estamos felizes e transbordamos de alegria e paz, ora estamos melancólicos e só queremos ficar sozinhos...  O mundo está cheio de novas oportunidades, basta olhar para a terra depois da chuva. Veja quantas plantinhas estão surgindo, como o verde se espalha mais bonito e forte depois da tempestade. As portas se abrem para os que não tem medo de enfrentar as adversidades da vida, para os que caíram, mas se levantam com o brilho de vitória nos olhos.  Todo o caminho tem duas mãos, uma que seguimos ainda com passos inseguros, com medo, porque não sabemos ainda o que vamos encontrar lá na frente, na volta, mesmo derrotados, já sabemos o que tem no caminho, e quando um dia, resolvemos enfrentar os nossos medos e fazer essa viagem novamente, somos mais fortes, nossos passos são mais firmes, já sabemos aonde e como chegar ao destino, o destino é a vitória, o seu destino é ser feliz, eu creio nisso, e você? Você está pronto para recomeçar?  O caminho está a tua espera, pé na estrada, coloque um sonho na alma, fé no coração e esperança na mochila, a vida se enche de novidades para os que se aventuram na viagem que conduz a verdadeira liberdade.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

O Pequeno peixe

Era uma vez, um lindo aquário, enorme, onde havia muitos peixes de vários tipos e tamanhos.
Na parte de cima do aquário estavam os peixes maiores, pois quando a comida caía na água eram os primeiros a comer.
Então os peixes de cima estavam sempre satisfeitos, nunca lhes faltava comida.
Na parte intermediária estavam os peixes de porte médio, havia para eles muita comida ainda, que os grandes peixes da parte de cima não comiam, mas não tinha tanta comida assim para que pudessem ficar grandes.
Na parte de baixo estavam os pequenos peixes.
A comida que eles tinham para comer mal dava para deixá-los vivos, pois era a sobra dos peixes de cima.
No meio desse ambiente nasceu um pequeno peixe.
Ele não se conformava com aquela situação, e começou a nadar pelo aquário, foi quando encontrou um pequeno buraco e ficou pensando onde aquele buraco iria levá-lo.
Tinha uma grande esperança de mudar aquele quadro onde nasceu.
O pequeno peixe então resolveu passar pelo buraco e ver onde ia parar.
Encontrou um fio de água que o levou para um ralo, do ralo caiu em um encanamento, e foi parar em um rio.
Observou aquele lugar e viu que era maravilhoso, não faltava comida, tinha espaço suficiente para nadar e ir onde quisesse.
Mas o pequeno peixe pensou em seus amigos do aquário e resolveu voltar para falar a respeito do lugar maravilhoso que encontrou.
Voltou ao aquário e começou a falar com todos sobre o lugar maravilhoso que havia encontrado.
Todos os peixes ficaram curiosos e questionaram o que deveriam fazer para chegar a esse local.
Foi quando o peixinho falou:
Os peixes grandes da parte de cima, deverão mudar de lugar, terão que vir para a parte de baixo, para perder peso e assim poder passar pelo pequeno buraco.
Os peixes da região intermediária, deverão se alimentar menos, para perder um pouco de peso também.
E os peixes de baixo, deverão se alimentar um pouco mais para obter forças para seguir viagem.
A confusão dentro do aquário começou, muita discussão, muita discórdia, e começaram a se revoltar contra o pequeno peixe.
Depois de muita briga os peixes tomaram uma decisão, resolveram matar o peixinho que havia causado tanto transtorno àquele lugar.
Conclusão:
Quantos de nós não” matamos” todos os dias as ideias, os conselhos, as opiniões, apenas porque não queremos mudar a forma com que estamos acostumados a viver e a agir? Até quando nossas resistências irão nos impedir de conhecer as coisas maravilhosas que estão apenas à espera de um pouco de humildade? Pense no quanto você tem sido resistente com a sua vida…
Autor desconhecido



Quando

Quando você sentir vontade de chorar, não chore. Pode me chamar que eu choro por você. Quando você sentir vontade de sorrir, me avise Que venho para nós dois sorrirmos juntos. Quando você sentir vontade de amar, me chame Que eu venho amar você. Quando você sentir que tudo está acabado, me chame Que eu venho lhe ajudar a reconstruir. Quando você achar que o mundo é pequeno demais para suas tristezas, Me chame que eu o faço pequeno para sua felicidade. Quando você precisar de uma mão, me chame Que a minha é sempre sua. Quando você precisar de companhia, naqueles dias nublados e tristes, Ou nos dias ensolarados, eu venho, venho sim. Quando você estiver precisando ouvir alguém dizer: EU TE AMO! Chame-ME que eu digo a você a todo hora. Pois o meu amor é imenso. E quando você não precisar mais de mim, me avise, Que simplesmente irei embora, orando por você.
Isso é Amizade!!!!!

Siga em frente

Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.  Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue  para a frente, erguendo-a por luz celeste, acima  de ti mesmo. Crê e trabalha.   Esforça-te no bem e espera com paciência.  Tudo passa e tudo se renova na terra,  mas o que vem do céu permanecerá.  De todos os infelizes os mais desditosos  são os que perderam a confiança em Deus e  em si mesmo, porque o maior infortúnio é  sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.   Eleva, pois, o teu olhar e caminha.  Luta e serve. Aprende e adianta-te.  Brilha a alvorada além da noite.  Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe  o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te  com a aflição ou ameaçando-te com a morte...  Não te esqueças, porém, de que amanhã será  outro dia.

terça-feira, 21 de julho de 2015

O DOMADOR DE PULGAS

    Era uma vez um jovem que ficou perturbado ao ver um show circense. Um homem se auto-intitulava: 'O domador de pulgas'
    Ele batia com lápis num jarro de vidro destampado com varias pulgas. Elas pulavam, mas não saiam do jarro. Ele batia mais forte ainda, e as pulgas não pulavam para fora do jarro.
    - Não pode ser truque, retrucava sua mente crítica; eu posso ver tudo através da lente de aumento que fora instalada para o show. Desnorteado e incrédulo, ao final do show, lá estava ele diante do domador de pulgas:
     - Parabéns! Eu nunca tinha visto nada igual. mas por favor, diga-me qual é o truque.
     - Não existe truque algum, pulga é igual ao ser humano. Coloquei-as dentro do jarro, tampei-o, usando um anteparo transparante, e bati fortemente na lateral do jarro, com o lápis. As pulgas, desesperadas para fugir, pulavam com toda a força projetavam seu corpo no anteparo. Com o tempo, observei que elas não tocavam mais o anteparo. A partir de então, elas não mais ousariam pular para fora.
     - Até aí, eu entendi tudo. mas o que a pulga tem a ver com o ser humano?
     - O ser humano tenta uma, duas, três vezes. Depois, ele não ousa tentar mais, acomoda-se, não consegue sair fora da sua vidinha limitada pela prisão mental imaginária. Fica estagnado e confinado, lamentando a sorte e o destino!...


Deus e você

Só Deus pode criar, mas você pode valorizar o que Ele criou.
Só Deus pode dar a vida, mas você pode transmiti-la e respeitá-la.
Só Deus pode dar a saúde, mas você pode orientar e guiar.
Só Deus pode dar a fé, mas você pode dar o seu testemunho.
Só Deus pode infundir esperança, mas você pode restituir a confiança ao irmão.
Só Deus pode dar o amor, mas você pode ensinar o seu irmão a amar.
Só Deus pode dar a paz, mas você pode semear a união.
Só Deus pode dar a alegria, mas você pode sorrir a todos.
Só Deus pode dar a força, mas você pode apoiar quem desanimou.
Só Deus é o caminho, mas você pode indicá-lo aos outros.
Só Deus é a luz, mas você pode faze-la brilhar aos olhos dos seus irmãos.
Só Deus é a vida, mas você pode restituir aos outros o desejo de viver.
Só Deus pode fazer milagres, mas você pode ser aquele que trouxe os cinco pães e os dois peixes.
Só Deus pode fazer o que parece impossível, mas você pode fazer o possível.

Só Deus se basta a si mesmo, mas Ele preferiu contar com você.

Quem sabe somar, sabe dividir.

Somar é a primeira operação matemática que se aprende a que temos mais facilidade e que gostamos mais. Primeiro agente gosta de somar várias vezes palitos e giz, depois brinquedos e roupas da moda, depois somar dinheiro, depois somar carros e casas, e sempre somar alegria e felicidade.   Isto já é multiplicação, que também é fácil de aprender, é só somar várias vezes a mesma coisa. A Segunda operação que aprendemos é a subtração. Aí começa a ficar estranho.  Principalmente quando tem que pedir emprestado na casa do vizinho, digo casa decimal ao lado. Ninguém gosta mais de diminuir do que somar.  Quando chega na divisão é quase um desespero, ainda mais quando sobra um resto.  É que ninguém entende aonde ou pra quem vai ficar o resto.  Até no cotidiano ninguém gosta de dividir nada.   A dificuldade no aprendizado não parece à toa, o homem rejeita essa prática. Quando o homem aprender a dividir corretamente e souber onde deve ficar o resto, entenderá que é o mesmo que somar para alguns, mantendo a quantidade de outros, sem necessariamente subtrair de alguém, ou seja, é o mesmo que somar igual para todos; entenderá também que somando os restos teremos mais um inteiro divisível, fazendo outros felizes.   O resultado final também é uma soma, a soma da felicidade geral.  Poderíamos até chamar esta operação de soma distribuída.  Com esta visão, com certeza a matemática daria mais resultados, talvez fosse dispensável aprender contas de dividir e os homens continuariam felizes a somar palitos, brinquedos, dinheiros, carros, casas e felicidade, porém não somente para si.  Quem sabe?

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Momento difícil

Há momentos em nossas vidas em que o mundo parece estar parado.
Tudo parece estar distante de nós, ou quem sabe, nós parecemos estar distantes de tudo.
Momentos onde nos sentimos vazio, mesmo estando rodeado de pessoas.
Momentos onde nada parece ser tão importante, tudo parece ter perdido o seu sentido.
As coisas parecem estar todas foras do lugar, no peito uma dor, um aperto, uma aflição sem um por quê aparente.
Bate uma forte vontade de sumirmos.
Uma falta de um algo que nem mesmo sabemos o que é.
Um desejo muito forte de nos refugiar e nos reservar em um lugar isolado, distante, bem distante!
Um desejo de se calar, uma vontade involuntária de chorar…
De gritar…
Neste momento os desesperos nos sobrevém com muita intensidade e parece ser mais forte que nós mesmos.
Nossas forças se esgotam diante da “força” de nossas fraquezas!
É difícil, muito difícil permanecer inabalável diante das circunstâncias adversas.
Nessas horas, precisamos de uma palavra de conforto, mas tudo parece ser muito complexo, ninguém encontramos, pensamos estar a sós…
Chegamos a pensar até que Deus está insensível aos nossos pedidos.
As dificuldades parecem ser gigantes, poderosas, indestrutíveis.
O nosso sorriso se esconde, perde seu brilho natural.
E esses nossos olhos confinantes, nos entregam, demonstrando escancaradamente o que estamos passando.
Hum, esses nossos olhos…
Reveladores, eles não mentem.
Mesmo que de nossos lábios saiam palavras contraditórias, as nossas realidades, esses nossos olhos nos entregam, não nos deixam mentir.
Depois dos nossos olhos reveladores, vem o outro nosso grande revelador de segredos, o silêncio.
Esse que é capaz de nos falar intimamente.
Ele que às vezes fala mais do que muitas palavras, ele que vem acompanhado da tristeza, que nos faz calar, demonstrando a ausência de coisas e momentos bons a serem compartilhados e contados com entusiasmo.
E em nós, só nos vem o pensamento de perder e o medo pelo porvir, um medo do amanhã, onde parece que nossos sonhos se frustraram, que jamais se realizaram…
Nunca mesmo!
As forças se acabam, o dia escurece e perde todo o seu esplendor.
O sol parece não mais esquentar, a lua parece não mais iluminar, o caminho parece não ter fim.
Em nossos caminhos os obstáculos aparecem ainda mais altos a cada novo passo.
Os espinhos vem nos ferir, as pedras nos fazer tropeçar.
Tropeçar e cair em um buraco profundo, para um lugar aparentemente sem fim, para um lugar escuro, frio, assustador, onde caímos e lá ficamos, até que alguém nos veja e nos socorra.
Estando nós lá, após passarmos por tantas dificuldades e por provas intensas, é que paramos para analisar a cada situação minuciosamente, o lugar onde paramos para refletir sobre tudo que já se passou em nossas vidas…
Aí então, concluímos que este buraco foi o melhor lugar por onde passamos.
Mas como assim?
Estamos neste buraco sim!
Mas ainda não foi lançada terra sobre ele e se lançada, com ela podemos subir.
Se a cada grão de terra lançada continuarmos em movimento, em busca da superfície, pisoteando sempre, jamais ficando parado, senão seremos assim soterrados!
E enquanto isso, podemos perceber que todas as dificuldades não passaram de crescimento e amadurecimento para nossas vidas.
Que as feridas que nos foram feitas não produziram morte, mas sim a vida.
Que não abateram, mas exaltaram.
Nos trouxeram lições de vida e nos mostraram que somos fortes o suficiente para superarmos tudo nesta vida.
Que somos mais fortes do que imaginamos, que as dificuldades podem ser pedras de obstáculos ou degraus de uma escada, depende de como as encaramos.
E refletimos que temos motivos muito maiores pra sorrir do que pra chorar.
Que podemos ler tudo isto, ou seja, nós enxergamos, falamos, andamos, sentimos…
Temos e podemos respirar ar puro e esbanjamos saúde perfeita.
E percebemos o principal: que nada merecemos, mas que existe um ser que nos ama incondicionalmente, que nos perdoa sempre, com um amor e carinho inefável.
E que nunca, jamais, nos deixou de oferecer tal amor, mesmo sendo nós merecedores.
Um que nos ama, sem má interpretação.
Um que nos ama, sem pedir nada em troca, nada diante de tudo que nos oferece.
Nenhum absurdo em merecimento do seu amor, deste amor maravilhoso que ele nos concede!
Amor sem injustiças, ciúmes, amor este sem sombra ou variações de dúvidas.
Aquele que nos amou primeiro, que nos amou e pronto!
E de volta só nos pediu uma coisa: “Aceite meu Amor”.
Cabe a nós, somente a nós, sermos justo e gratos a Ele, a este que nos oferece de bom grado, imerecidamente tamanho amor.
Aceitar ou não o seu pedido, aceitar ou ignorá-lo, ai é conosco. O que eu e você estamos esperando? Ele é o refúgio eterno, socorro bem presente, amigo fiel, aquele que tem amor inexplicável para nos dar, amor incondicional, maravilhoso, forte. Você já viu ou ouviu amor maior que este? Creio que não. Duvido muito, pois não existe. Ele deu a vida por mim e por você!
Em meio a todos os momentos difíceis ele te diz:
“Estarei contigo todos os dias até à consumação dos séculos. Não temas, porque eu estou contigo! Chamei-te pelo teu nome. Tú és meu. Se passares pelas águas, estarei contigo e quando passares pelos rios, eles não te submergirão. Quando passares pelo fogo, a chama não arderá em ti.”
Ele te ama, ele te chama. Tu queres ser amado? Decida-se já!


Reflexão sobre a vida - Regina Muriel

Loucura odiar todas as rosas porque um espinho te feriu. Desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. Condenar todas as amizades porque uma deles te traiu. Não crer mais no amor porque um deles foi infiel. Jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Lembre-se: sempre há outra chance, outra amizade, outro amor. Mas nunca outra VIDA.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Família, nosso maior bem

Eu estava correndo e de repente um estranho trombou em mim:
– Oh, me desculpe “por favor”, foi a minha reação.
E ele disse:
– Ah, desculpe-me também, eu simplesmente nem te vi!
Nós fomos muito educados um com o outro, aquele estranho e eu.
Então, nos despedimos e cada um foi para o seu lado.
Mais tarde naquele dia, eu estava fazendo o jantar e meu filho parou do meu lado tão em silêncio que eu nem percebi.
Quando eu me virei, tomei o maior susto e lhe dei uma bronca.
– Saia do meu caminho filho!
E eu disse aquilo com certa braveza.
E ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido.
Eu nem imaginava como havia sido rude com ele.
Quando eu fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me dizendo:
– Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou!
Mas com seu filho, a criança que você ama, você nem sequer se preocupou com isso!
Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta.
São flores que ele trouxe para você.
Ele mesmo as pegou.
A cor-de-rosa, a amarela e a azul.
Ele ficou quietinho para não estragar a surpresa e você nem viu as lágrimas nos olhos dele.
Nesse momento, eu me senti muito pequena.
E agora, o meu coração era quem derramava lágrimas.
Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.
– Acorde filhinho, acorde.
Estas são as flores que você pegou para mim?
Ele sorriu.
– Eu as encontrei embaixo da árvore.
Eu as peguei porque as achei tão bonitas como você!
Eu sabia que você iria gostar, especialmente da azul.
Eu disse:
– Filho, eu sinto muito pela maneira como agi hoje.
Eu não devia ter gritado com você daquela maneira.
– Ah mamãe, não tem problema, eu te amo mesmo assim!
– Eu também te amo.
E eu adorei as flores, especialmente a azul.
Você já parou pra pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para qual trabalhamos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias.
Mas as pessoas que nos amam, a família que deixamos para trás, os nossos filhos, sentirão essa perda para o resto de suas vidas.
E nós raramente paramos para pensar nisso.
Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes que nossa família, que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do que realmente estamos perdendo.
Perdemos o tempo de sermos carinhosos, de dizer um “eu te amo”, de dizer um “obrigado”, de dar um sorriso, ou de dizer o quanto cada pessoa é importante para nós.
Ao invés disso, muitas vezes agimos rudemente, e não percebemos o quanto isso machuca os nossos entes queridos.
A família é o nosso maior bem!



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