O seu casamento não vai bem. Não há quem possa consolá-lo. No trabalho: a humilhação, o desprezo, e o fracasso. Em casa: um cônjuge que não tem a mínima idéia do que se passa no seu coração. Sente-se traído, abandonado, inconformado revolta-se com a própria vida, revolta-se com Deus, procura um culpado para a sua situação, mas não encontra. Na rua, encontra velhos amigos, todos não dizem outra coisa: você precisa dar uma relaxada, não pode levar a vida tão à sério assim. Está sofrendo, sente um vazio por dentro, o seu cônjuge não lhe completa, e nem percebe o que está acontecendo com ele. Sai pelas ruas, encontra pessoas, estas lhe tratam bem, afirmam serem os seus verdadeiros amigos. Ele acredita. Alguém aparece, bonita, formosa, carinhosa, e como um boi sendo levado ao matadouro, ele cai em seus lábios, despencando num abismo profundo sem saber, onde o opróbrio nunca se apaga.
"Eis que uma mulher lhe saiu ao encontro, ornada à moda das prostitutas, e astuta de coração. Ela é turbulenta e obstinada; não param em casa os seus pés; ora está ela pelas ruas, ora pelas praças, espreitando por todos os cantos. Ela o faz ceder com a multidão das suas palavras sedutoras, com as lisonjas dos seus lábios o arrasta. Ele a segue logo, como boi que vai ao matadouro, e como o louco ao castigo das prisões; até que uma flecha lhe atravesse o fígado, como a ave que se apressa para o laço, sem saber que está armado contra a sua vida" (Provérbios 7.10-12,21-23).
Agora está dividido. A sua razão ama a esposa, mas o seu coração sacia-se com a amante. Fica furioso, irritado, acusa o cônjuge para aliviar a sua dor, acha-se vítima, e começa a culpar o seu cônjuge, como se este fosse o adúltero. Vê a sua família sofrendo, procura um culpado, mas não encontra. Até que cansado de sofrer, entrega-se ao prazer da carne, abandonando a quem tanto ama. Tempos depois, em sua nova jornada, percebe o quanto estava enganado. A sua mais nova, bela e gentil parceira, agora se tornou pior do que a primeira. Sua vida vira um caos, só que desta vez não tem a amada esposa para ouví-lo e consolá-lo. Nem o carinho dos seus filhos, para alegrar-lhe o coração. Pensa em voltar atrás, mas não consegue. Não tem mais domínio de sua própria vida, e é escravo de um sentimento, que destrói e domina a sua vida.
"Agora, pois, filhos, ouvi-me, e estai atentos às palavras da minha boca. Não se desvie para os seus caminhos o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas. Porque ela a muitos tem feito cair feridos; e são muitíssimos os que por ela foram mortos. Caminho de sepultura é a sua casa, o qual desce às câmaras da morte" (Vs.24-27).
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Que Deus te abençoe!
Anderson M. Ferreira

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