Davi estava em Gate, prisioneiro dos filisteus e sofrendo
provações. Neste contexto de sofrimento, ele se lembra do poder do Senhor e
escreve: “Em Deus tenho posto a minha confiança: não temeres o que possa fazer
o homem” (Salmo 56:11).
Há duas coisas que o Salmista salienta. A primeira é a
maldade humana, sempre pronta para nos destruir. A outra coisa é a confiança no
Senhor, no meio de todas as maldades que nos cercam. A primeira coisa não
depende de nossa atitude. Já a segunda coisa, esta faz mais estragos quando
cultivamos o medo.
João, na sua Primeira Carta, estuda medo e amor, no mesmo
contexto. Amar a Deus solidifica nossa confiança Nele. Viver o amor do Senhor
em nossa vida aumenta nossa confiança, mesmo quando, ao nosso redor, as pessoas
tramam maldades contra nós. Quando colocamos nossa confiança no Senhor, além de
perceber as maldades humanas, descobrimos fortemente o poder libertador do amor
divino. Viver nesse mundo é viver cercado pelas armadilhas inimigas. Por outro
lado, viver o amor divino nos livre de viver com medo. Confiar em Deus é não
temer as maldades humanas.

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