O salmista confrontou o abatimento com uma lembrança viva do
Senhor. A sua alma está sedenta, e ele precisava alimentá-la com coisas boas.
Então, ele traz a memória o Deus Vivo e começa a se lembrar de toda a sua
bondade.
Veja que interessante: (1) Ele se lembra da terra do Jordão,
talvez uma alusão ao episódio em que as águas do rio pararam para Israel
passar; (2) se lembra do Hermon, que é o local onde, segundo a Bíblia, o Senhor
ordena a benção (Sl 133). E se lembra do pequeno monte. Até nas pequenas
coisas, como diz o louvor, Ele podia ver a mão divina.
Quando o período trabalhoso vier, lembre-se do Senhor.
Resgatar as lembranças é uma atitude saudável para a mente e para a alma. Não
há abatimento que resista a nossa recordação da fidelidade de Deus.
Fique na paz!

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