A revelação de Jesus de que nós, seus discípulos, teremos
tribulações neste mundo, é desenvolvida pelo Apóstolo Paulo. Ele escreveu:
“Tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com
a glória que em nós há de ser revelada” (Romanos 8:18).
A Bíblia nunca nos mandou fechar os olhos para as mazelas do
mundo, fingindo que nada de ruim está acontecendo. Pelo contrário, em muitos
contextos, a podridão de nossa vida é descrita realisticamente.
O que a Bíblia não admite é o terrorismo pessimista que nos
ensina, como a mulher de Jó, que o melhor é “amaldiçoar teu Deus e morrer”. O
Senhor, que nos criou, nos dotou de uma atitude poderosa chamada esperança. Não
uma esperança míope, fantasiosa, que descreve como cor de rosa aquilo que é
escuro. Mas a postura, baseada na experiência da fé, que já viu o Senhor
resolver os próprios problemas, no passado. Por isso, Paulo ensina: as dores de
hoje apontam para a saúde vitoriosa do amanhã. Cristo reside no nosso amanhã.

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