Mateus 26:50 - Então disse Jesus à multidão:
Saístes, como para um salteador, com espadas e varapaus para me prender? Todos
os dias me assentava junto de vós, ensinando no templo, e não me prendestes.
Jesus praticou aquilo que ensinou. Ao invés de
desejar o pior para os inimigos, Jesus nos mandou ama-los e fazer-lhes bem. A
ordem de Cristo é revolucionária e há cristãos que a consideram impossível. O
Mestre, entretanto, nos deu o maior exemplo do Seu ensino, quanto tratou Judas
como Seu amigo. No Getsêmani, ao ver o discípulo traidor liderando Seus
inimigos, disse: “Jesus, porém, lhe disse – Amigo, a que vieste? Então,
aproximando-se eles, lançaram mão de Jesus e o prenderam (Mateus 26:50).
Estava Jesus sendo irônico, quando chamou
Judas de amigo? Análise psicológica do texto diz que não. A fala do Mestre é
mansa e sua postura demonstra dignidade. Ao nos ensinar a amar até os inimigos,
Jesus nos demonstra como praticar este amor. Da mesma maneira como orou pelos
que O crucificaram (Lucas 23:34). Ele nos ensina que somente em oração e no
Espírito do Pai teremos a capacidade de orar pelo que nos tratam com injustiça.
Viver alegremente com aqueles que amamos e que
nos amam não é coisa difícil. O Senhor, entretanto, quer nos capacitar para
refletir o Seu exemplo de dar amor até para aqueles que não têm amor para nos
dar. Sem Cristo, é impossível chamar Judas de “meu amigo”. É o amor de Cristo
em nós que nos possibilita o amar o inimigo e o fazer bem aos que nos
perseguem.

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