Estêvão, o primeiro mártir, era "cheio de fé e
de poder". Porque, corajosamente, deu testemunho da missão de Jesus, foi
arrastado para fora da cidade e apedrejado. Nos seus momentos antes de morrer,
entretanto, orou por seus inimigos: "E, pondo-se de joelhos, clamou com
grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto,
adormeceu" (Atos 7:60).
Para alguns, a injustiça dói mais do que o sofrimento
físico. Porque vivemos neste mundo de maldade, qualquer postura de fidelidade a
Jesus Cristo suscita a injustiça das pessoas inimigas do Senhor. Sempre foi
assim e sempre será assim. Por isso, não é raro termos a vontade de nos vingar!
O exemplo de Estêvão, porém, está registrado nas
Escrituras como um chamamento para o perdão. No auge da cruz, Jesus clama:
"eles não sabem o que fazem". E pede que o Senhor perdoe a todos. A
atitude perdoadora é obra do Espírito de Cristo dentro de nós. Uma das suas
finalidades é impedir que nos envenenemos pela ação destruidora da vingança. O
Senhor é o bem claro: "Minha é a vingança". No meio do ódio, oremos:
Perdoa-os Senhor.

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